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Oico, marketplace de material de construção, anuncia rodada seed de R$ 30 milhões

A startup de material de construção e tecnologia, Oico, acaba de receber um investimento seed no valor de R$30 milhões. O aporte foi liderado pelo Valor Capital Group, seguido por Tiger Global, CSN – Inova Ventures, Jonathan Wasserstrum – CEO do SquareFoot. Maya Capital e FJ Labs, que já eram investidores, também participaram da nova rodada. A empresa, que tem pouco mais de um ano, recebeu o pre-seed em 2020 no valor de R$ 8,5 milhões.

O novo investimento apoiará o crescimento do marketplace permitindo à Oico construir toda a infraestrutura necessária para expandir e escalar o negócio, hoje presente na região metropolitana de São Paulo. O aporte será investido na contratação de talentos para os times de operação e tecnologia, a fim de aperfeiçoar processos logísticos e tornar a entrega de mercadorias mais ágil. O foco é escalar operações complexas e automatizar processos.

A plataforma, que começou a crescer com demandas por materiais para reformas durante a pandemia, permite que empreiteiras e construtoras encontrem os materiais que precisam de forma rápida, além de gerenciar pedidos, entregas e pagamento em uma só plataforma. “Fundamos a Oico quando percebemos que a experiência atual de compradores profissionais estava quebrada. Eles gastam muito tempo e dinheiro buscando o que precisam em dezenas de lojas e fornecedores locais. A Oico permite que o usuário tenha acesso a produtos com uma experiência rápida, com entrega na obra e faturamento para o cliente final”, diz Pedro Rocha, cofundador da Oico.

A startup foi criada em abril de 2020, em plena pandemia, pelos empreendedores Pedro Dellagnelo e Pedro Rocha. Hoje, o negócio já atende mais de 100 empreiteiras e construtoras, que recorrem à Oico em busca de matéria-prima com frequência e precisam simplificar o processo. “A Oico é a solução ideal para resolver o problema da gestão de compra de material de construção sendo uma parada única para o comprador, otimizando tempo, agregando suas compras e oferecendo entrega e faturamento”, comenta Pedro.

“Apesar de toda a sua relevância para a economia brasileira, o mercado de construção civil ainda tem uma série de dores e ineficiências nos seus processos de compra de materiais, afetando principalmente as pequenas e médias construtoras. Existe uma grande oportunidade no desenvolvimento de soluções tecnológicas que ofereçam uma jornada integrada, desde a cotação até logística, inteligência de preços e financiamento. A solução one-stop-shop da Oico busca retirar as fricções desse processo e entregar uma experiência transformacional não apenas para as construtoras, mas também para as lojas de material de construção, que terão melhores opções de liquidez e acesso a novos clientes, afirma Antoine Colaço, Managing Partner da Valor Capital Group.”

Os investimentos no último ano foram concentrados em automação de processos e aumento da base de lojistas. “Atraímos muitos clientes porque eles não conseguiam encontrar materiais nos fornecedores habituais. Com o tempo, fomos incorporando mais produtos e fornecedores, e esses compradores começaram a comprar cada vez mais materiais da obra conosco”, explica o CEO. “Dessa vez, queremos trazer profissionais de excelência para construir uma operação única e tirar o máximo de aprendizado e valor do negócio, seja construindo processos ou tecnologia de ponta”, diz Pedro.

Com atos digitais, Cartórios de Notas do Paraná registram aumento de 36% nas escrituras de compra e venda de imóveis

Em meio a tantas mudanças que vieram como consequência da grave crise de saúde pública causada pela pandemia da Covid-19, uma que veio para a ficar foi a forma como se compram e se vendem imóveis no Brasil. Com as distâncias reduzidas a uma tela de computador e uma videoconferência conduzida por um tabelião, compradores e vendedores, cada um em parte do país, transacionam propriedades de forma segura, ágil e com a mesma segurança jurídica habituada do documento físico.

Lançada em junho de 2020, em meio às restrições de deslocamentos causados pelo ápice da crise sanitária no país, a plataforma e-Notariado, que permite a prática de atos notariais em meio eletrônico, entre eles as escrituras de compra e venda, doação e permuta de bens imóveis, foi uma das responsáveis pelo crescimento de 36,8% nos atos negociais envolvendo propriedades no Paraná, quando se compara o primeiro ano completo de seu funcionamento (junho de 2020 a maio de 2021) com o mesmo período anterior (junho de 2019 a maio de 2020).

Os dados compilados pela Central de Serviços Eletrônicos do Colégio Notarial do Brasil (Censec), plataforma de dados administrada pelo CNB/CF que reúne os atos praticados pelos Cartórios de Notas do país, mostram que em números absolutos foram 166.617 escrituras no primeiro período, em comparação a 121.767 no período anterior. Em relação à média dos recortes de junho a maio desde 2007, o aumento em 2021 foi de 16%.

Para o presidente do Colégio Notarial do Brasil — Seção Paraná (CNB/PR), Renato Lana, a revolução tecnológica no serviço notarial é um marco mundial histórico para a atividade e para a sociedade brasileira. “A norma publicada pelo CNJ em maio do ano passado foi um avanço muito significativo para a nossa atividade. A migração para o meio digital colocou o Brasil entre os maiores exemplos de serviços notariais a nível mundial. A crescente busca pelos atos digitais mostra a eficácia do E-Notariado e deixa claro como o serviço trouxe mais facilidade e agilidade para a população”, afirma o presidente.

Regulamentada nacionalmente pelo Provimento nº 100 do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) e administrada pelo Colégio Notarial do Brasil — Conselho Federal (CNB/CF), a plataforma eletrônica e-Notariado, permite a qualquer pessoa transacionar bens imóveis pela internet, em um procedimento bastante simples.

Após entrar em contato com o Cartório de Notas de sua escolha, é agendada uma videoconferência com o tabelião para realizar a escritura, que é assinada digitalmente com certificado digital Notarizado, emitido gratuitamente pelo Cartório, ou por ICP-Brasil, assinatura digital de padrão nacional. É possível que as partes queiram assinar o ato de formas diferentes, em um ato híbrido. Neste formato, o comprador pode assinar o ato presencialmente enquanto o vendedor realiza o procedimento online ou vice-versa.

Quando se compara o ano completo de 2021, primeiro no qual a plataforma eletrônica de atos notariais esteve disponível durante os 12 meses, o crescimento em âmbito estadual foi de 23,65% em relação ao ano anterior (176.253 x 142.540), maior aumento já registrado na série histórica iniciada em 2007. Já na comparação em relação à média dos últimos 10 anos (2010 — 2020), o ano que se encerrou registrou aumento de 18% no total de atos de compra e venda de imóveis praticados.

Melnick promove lançamento oficial do maior empreendimento da sua história

A Melnick acaba de anunciar seu grande lançamento imobiliário do ano em Porto Alegre: o Nilo Square, maior empreendimento da história da incorporadora, localizado em uma das esquinas mais valorizadas da capital gaúcha, a Avenida Nilo Peçanha. O projeto vai reunir unidades comerciais e residenciais, além da primeira operação de hotelaria do Grupo Emiliano no Estado. A obra conta com um Valor Geral de Vendas (VGV) de R$ 720 milhões bruto.

Líder em alto padrão no Rio Grande do Sul, a Melnick irá revolucionar o mercado imobiliário gaúcho com o lançamento. “É um empreendimento único e que leva ao pé da letra nosso conceito ‘Muito mais que Morar’. O projeto reúne todos os atributos e serviços que um condomínio de altíssimo padrão precisa ter, com uma infraestrutura completa de resort. Tudo isso numa das melhores localizações de Porto Alegre”, destaca Leandro Melnick, presidente do conselho de administração da empresa.

O projeto ainda irá receber a primeira operação no Rio Grande do Sul do Grupo Emiliano, conhecida grife do ramo hoteleiro em São Paulo e no Rio de Janeiro. Referência em exclusividade, o grupo traz o primeiro hotel de luxo a Porto Alegre, por meio da marca V3rso, que oferece o conceito de ‘Taylor Stay’, com estadias customizadas por meio de uma plataforma digital.

O Nilo Square Residence Resort apresenta um conceito sofisticado e cosmopolita, com duas torres residenciais com apartamentos de 176 a 216m² com três suítes e uma infraestrutura de resort. Entre as atrações do condomínio estão um aqua play, piscinas externas e coberta, playground, espaço kids, petplace, quadra poliesportiva, quadras de tênis e beach tênis, salão de festas, family space, espaço teen, SPA externo, espaço fitness, sala de massagem e beauty care. Com uma localização privilegiada na esquina da Avenida Nilo Peçanha com a Rua Tomaz Gonzaga, conta com uma gama enorme de serviços, entretenimento, restaurantes, escola, universidade e shopping centers próximos.

Para saber sobre o Nilo Square e todas as suas atrações, basta acessar o site https://www.melnick.com.br/empreendimentos/nilo-square.

Índice Nacional de Custo da Construção sobe 0,64% em janeiro

O Índice Nacional de Custo da Construção — M (INCC-M) variou 0,64% em janeiro, percentual superior ao apurado no mês anterior, quando o índice registrou taxa de 0,30%. Com este resultado, o índice acumula alta de 13,70% em 12 meses. Em janeiro de 2021, o índice subira 0,93% no mês e acumulava alta de 9,39% em 12 meses. A taxa do índice relativo a Materiais, Equipamentos e Serviços passou de 0,49% em dezembro para 1,09% em janeiro. O índice referente à Mão de Obra variou 0,14% em janeiro, contra 0,10%, em dezembro.

Materiais, Equipamentos e Serviços

No grupo Materiais, Equipamentos e Serviços, a taxa correspondente a Materiais e Equipamentos subiu 1,05% em janeiro, após variar 0,48% no mês anterior. Dois dos quatro subgrupos componentes apresentaram acréscimo em suas taxas de variação, destacando-se materiais para estrutura, cuja taxa passou de -0,45% para 0,66%.
 

A variação relativa a Serviços passou de 0,57% em dezembro para 1,28% em janeiro. Neste grupo, vale destacar o avanço da taxa do item taxas de serviços e licenciamentos, que passou de 0,00% para 4,81%.
 

Mão de obra

A taxa de variação referente ao índice da Mão de Obra variou 0,14% em janeiro, ante 0,10% em dezembro.
 

Capitais

Seis capitais apresentaram acréscimo em suas taxas de variação: Salvador, Belo Horizonte, Recife, Rio de Janeiro, Porto Alegre e São Paulo. Em contrapartida, apenas Brasília apresentou decréscimo em sua taxa de variação.

Mercado de multipropriedade imobiliária cresceu 17,4% em 2021

Sancionada em 2018, a Lei 13.777 promoveu uma mudança no mercado imobiliário brasileiro ao instituir o conceito de multipropriedade – ou seja, um mesmo imóvel pode ter até 26 proprietários e cada um pode usufruir dele por um período anual compatível com seu investimento. Três anos depois, o modelo é considerado um sucesso e deve fechar o ano com saldo positivo.

No ano de 2018, foram 80 projetos de multipropriedade no Brasil. Em 2021, foram 128. Em 2020, mesmo com a crise econômica gerada pela pandemia, o setor movimentou R$ 24,1 bilhões. Já no ano passado, foram R$ 28,3 bilhões, segundo estudo feito pela Caio Calfat Consultoria, um crescimento de 17,4%.

A estrela do setor

Um dos destaques deste segmento do mercado imobiliário é a VCI S.A., empresa responsável por trazer a marca Hard Rock Hotel para o Brasil. Com o conceito de “férias de rock star”, já conquistou mais de dez mil clientes e atingiu R$ 1 bilhão em vendas somente nos dois primeiros projetos lançados.

O Hard Rock Hotel Fortaleza já tem 100% da primeira fase e 85% da segunda vendidos. Já o Hard Rock Hotel Ilha do Sol, no Paraná, comercializou 92% e 55% da primeira e segunda fases, respectivamente. As frações de cada unidade são oferecidas aos consumidores a partir de R$ 80 mil. 

O presidente da VCI, Samuel Sicchierolli, comenta que a alta procura pelos primeiros projetos lançados, mesmo em meio às oscilações do mercado, ocorre graças, especialmente, a um fator. “Somos os únicos no Brasil a oferecer uma marca internacional de alto padrão e todas as exclusividades que a bandeira de uma marca com essa grandiosidade possibilita.”

Em 2022, a VCI dará início às vendas das unidades de Campos do Jordão (SP) e Jericoacoara (CE). Até 2032, vai lançar outros três projetos sob o modelo de multipropriedade: Recife, Natal e Foz do Iguaçu (PR).        

Como funciona a multipropriedade

A partir do modelo de multipropriedade, cada pessoa adquire uma parcela do imóvel e pode utilizá-lo pelo tempo proporcional à quantia em dinheiro aportada. Por exemplo, se 26 famílias adquirem frações de um mesmo empreendimento, cada uma pode usufruir do espaço por duas semanas anuais – já que o ano tem 52 semanas.

”Os números são bastante expressivos. Nossos produtos de Fortaleza, desde o início da comercialização em dezembro de 2018 até o momento, atingiram até 140% de valorização. Já no empreendimento de Ilha do Sol, com vendas iniciadas em julho de 2019, o número chega a 69%. Seguindo a tendência do mercado e o histórico do nosso produto, esse número deve aumentar ainda mais até o próximo ano”, diz Ademar Brumatti Jr., sênior vice-presidente comercial e marketing da incorporadora.  

O executivo destaca que os clientes valorizam o fato de ser um imóvel com escritura e herdável, como qualquer outro. Além disso, é uma solução de férias que viabiliza redução de custos, diversificação da carteira e experiências de lazer diferenciadas.

Preço médio do aluguel cai 1,8% no Rio de janeiro em 2021, segundo Imovelweb

O Imovelweb, um dos maiores portais imobiliários do País, divulga seu relatório mensal de preços de imóveis no Rio de Janeiro. De acordo com o estudo de dezembro, o preço médio do aluguel apresentou uma pequena alta, de 0,8%, em relação ao mês anterior. Dessa forma, o preço médio do aluguel de um imóvel padrão (65 m², dois quartos e uma vaga) é R$ 1.876/mês. Em 2021, os preços de locação caíram 1,8% na capital fluminense.

Em 2021, os bairros onde o preço do aluguel mais caiu no Rio de Janeiro foram Ramos (R$ 1.104/mês, -16,3%), Praia da Bandeira (R$ 1.310/mês, -13,93%) e Campinho (R$ 1.070/mês, -11,5%). Já as maiores altas ocorreram em Oswaldo Cruz (R$ 1.280/mês, +17,2%), Itanhangá (R$ 1.237/mês, +17,5%) e Penha (R$ 1.210/mês, +19,7%).

A tabela abaixo mostra os bairros mais baratos e mais caros para morar no Rio de Janeiro:

Mais baratos (R$/mês)Variação mensalVariação anual
Senador Vasconcelos (Zona Oeste)8325,20%-0,66%
Guaratiba (Zona Oeste)9160,09%-5,11%
Inhoaíba (Zona Oeste)9292,79%-4,69%
Mais caros (R$/mês)Variação mensalVariação anual
Urca (Zona Sul)2.8834,18%14,68%
Ipanema (Zona Sul)3.7031,75%-1,55%
Leblon (Zona Sul)4.0133,30%2,38%

Em 2021, as regiões da Barra da Tijuca e Baixada de Jacarepaguá, Centro, Zona Sul, Zona Oeste e Grande Tijuca registraram queda no preço médio de locação. Por outro lado, houve aumento na Ilha do Governador e Zona da Leopoldina, Grande Méier e Zona Norte. Veja o preço médio por região:  

RegiãoR$/mêsVariação MensalVariação Anual
Barra da Tijuca e Baixada de Jacarepaguá1.581-1,30%-3,68%
Centro1.6792,00%-3,47%
Zona Sul2.6481,45%-1,72%
Zona Oeste1.040-0,26%-1,37%
Grande Tijuca1.4620,66%-0,54%
Ilha do Governador e Zona da Leopoldina1.2782,00%0,45%
Grande Méier1.1430,02%1,49%
Zona Norte1.139-0,08%1,67%

Preço de venda sobe 1,7% em 2021

O relatório de dezembro do Imovelweb mostra que o preço médio do m² no Rio de Janeiro é R$ 8.764. Houve um aumento de 0,4% em relação ao mês anterior e de 1,7% ao longo do ano de 2021. Com este valor, um imóvel padrão na cidade custa em torno de R$ 543 mil.

Os bairros onde o preço de venda mais aumentou em 2021 foram Glória (R$ 10.163/m², +15,3%), Realengo (R$ 3.582/m², +18,9%) e Pedra de Guaratiba (R$ 2.813/m², +19,5%). Já as maiores quedas ocorreram nos bairros Saúde (R$ 5.431/m², -18,36%), Itanhangá (R$ 6.725/m², -15,69%) e Caju (R$ 3.881/m², -15,58%).

Veja os bairros mais caros e mais baratos para comprar um imóvel no Rio de Janeiro:

Mais baratos (R$/m²)Variação mensalVariação anual
Turiaçu (Zona Norte)2.362-0,62%1,02%
Coelho Neto (Zona Norte)2.519-0,75%8,04%
Anchieta (Zona Norte)2.618-2,86%-6,88%
Mais caros (R$/m²)Variação mensalVariação anual
Vidigal (Zona Sul)19.1943,39%S/D
Ipanema  (Zona Sul)19.2340,24%-0,58%
Leblon  (Zona Sul)21.687-0,07%0,08%

A tabela a seguir mostra o preço médio por região:

RegiãoPreço (R$/m²)Variação MensalVariação Anual
Barra da Tijuca e Baixada de Jacarepaguá7.4700,05%4,90%
Centro6.7341,97%-1,63%
Grande Bangu3.581-0,28%4,01%
Grande Méier4.5090,27%-4,78%
Grande Tijuca6.528-0,15%1,51%
Ilha do Governador e Zona da Leopoldina5.018-0,32%-1,53%
Zona Norte4.041-0,16%-1,73%
Zona Oeste3.485-0,21%-0,21%
Zona Sul13.2960,75%0,96%

Rentabilidade

O índice de rentabilidade imobiliária do Imovelweb relaciona o preço de venda e valor de locação do imóvel para verificar o tempo necessário para recuperar o dinheiro utilizado na aquisição do imóvel. No relatório de dezembro, o índice foi 4,14% bruto anual, o que significa que são necessários 24,2 anos para recuperar o valor investido na compra de um imóvel, 1,5% a menos que há um ano.
Veja a rentabilidade por região:

RegiãoRentabilidade
Zona Sul3,3%
Ilha do Governador e Zona da Leopoldina4,0%
Barra da Tijuca e Baixada de Jacarepaguá4,3%
Grande Tijuca4,5%
Centro4,6%
Grande Méier5,0%
Zona Oeste5,0%
Zona Norte5,3%

Aluguel comercial avança 2,62% em 2021: a maior alta desde 2013

Preço de venda do segmento ficou praticamente estável no ano (-0,03%) após 6 anos consecutivos de queda

 Análise do último mês: o segundo o Índice FipeZap, o preço médio de venda de salas e conjuntos comerciais de até 200 m² apresentou ligeira alta em dezembro (+0,10%), em paralelo à nova elevação de 0,38% registrada pelo preço médio de locação do segmento*, que completou 12 altas consecutivas, acelerando aos meses anteriores – setembro (+0,24%), outubro (+0,30%) e novembro (+0,35%). Comparativamente, todavia, ambas variações registradas foram inferiores à inflação medida pelo IPCA/IBGE (+0,73%) e pelo IGP-M/FGV (+0,87%) no último mês de 2021. Entre os destaques individuais do período, Curitiba (+1,15%), São Paulo (+0,27%) e Florianópolis (+0,17%) apresentaram as maiores contribuições para o avanço do preço de venda; ao passo que Salvador (+1,00%), Rio de Janeiro (+0,78%), Brasília (+0,73%), Curitiba (+0,61%) e Niterói (+0,39%) exibiram as maiores altas no valor do aluguel de imóveis comerciais no período.

 Análise de 2021: com os últimos resultados, o preço médio de venda encerrou 2021 próximo da estabilidade (-0,03%) após 6 anos consecutivos de queda, enquanto o preço médio de locação apresentou uma alta de 2,62% no ano, o maior avanço do índice desde 2013 (+5,13%). Comparativamente, essas variações foram inferiores à inflação apurada pelo IPCA/IBGE (+10,06%) e pelo IGP-M/FGV (+17,78%) no ano. Pela ótica individual, o aumento do preço médio de venda do segmento em 2021 foi partilhado pelas seguintes cidades: Curitiba (+6,30%), Brasília (+4,98%), Campinas (+3,27%) e São Paulo (+1,38%), contrastando com os recuos registrados em: Florianópolis (-3,42%), Porto Alegre (-2,89%), Rio de Janeiro (-2,65%), Belo Horizonte (-2,53%), Salvador (-2,44%), e Niterói (-1411%). Quanto ao preço médio de locação, as altas anuais apuradas em Curitiba (+8,68%), São Paulo (+3,78%), Brasília (+3,14%), Campinas (+2,99%), Porto Alegre (+1,75%), Niterói (+1,62%), Rio de Janeiro (+1,00%) e Belo Horizonte (+0,69%) se opuseram às quedas anuais registradas em Salvador (-1,23%) e Florianópolis (-0,13%).


■ Preço médio de venda e locação: em dezembro de 2021, o valor médio do m2 de imóveis comerciais anunciados nas cidades monitoradas pelo Índice FipeZap Comercial foi de R$ 8.407/m2 , no caso de imóveis comerciais anunciados para venda, e de R$ 38,02/m2 , entre aqueles destinados para locação. Entre todas as 10 cidades monitoradas pelo Índice FipeZap Comercial, a cidade de São Paulo se destacou com o maior valor médio tanto para venda de salas e conjuntos comerciais de até 200 m² (R$ 9.719/m2 ), quanto para locação de imóveis do mesmo segmento (R$ 45,68/m2 ). Comparativamente, no Rio de Janeiro, os preços médios de venda e de locação de salas e conjuntos comerciais anunciados foram de R$ 9.050/m² e R$ 37,74/m², respectivamente.
 

 Rentabilidade do aluguel comercial: pela razão entre o preço médio de locação e o preço médio de venda dos imóveis comerciais, é possível obter uma medida da rentabilidade para o investidor que opta por investir no imóvel com a finalidade de obter renda com aluguel (rental yield). O indicador pode ser utilizado para avaliar a atratividade de salas e conjuntos comerciais em relação a outras opções de investimento. Com referência a dezembro de 2021, o retorno médio do aluguel comercial foi apurado em 5,55% ao ano, mantendo-se acima da rentabilidade média do aluguel de imóveis residenciais (4,66% ao ano). Por outro lado, com a elevação da taxa de juros da economia, o retorno médio esperado de aplicações financeiras de referência passou a superar a rentabilidade do aluguel de imóveis de ambos segmentos do mercado imobiliário.


Nota: (*): os preços considerados se referem a anúncios para novos aluguéis. O Índice FipeZap não incorpora em seu cálculo a correção dos aluguéis vigentes, cujos valores são reajustados periodicamente de acordo com o especificado em contrato. Como resultado, o Índice FipeZap de Locação Residencial capta de forma mais dinâmica a evolução da oferta e da demanda por moradia ao longo do tempo.

Nomah lança mais de setenta unidades para locação flexível, no mês de janeiro

Nomah, startup de locação flexível, busca expandir cada vez mais sua atuação nas regiões da cidade de São Paulo. Nesse movimento, a empresa que já possui 550 unidades sob gestão, lançou mais de setenta unidades, neste mês de janeiro, nas regiões de Moema, Rebouças e Campos Elíseos. Os apartamentos buscam levar mais valorização aos bairros, modernização e dar mais opções de locações ao público.


Localizados nas regiões centrais da capital, os empreendimentos dos diferentes bairros possuem algo em comum: ficam próximos a bancos, hospitais e diversos comércios espalhados aos arredores, como restaurantes e padarias. Cotovia e Rebouças são apartamentos e prédios premium e Campos Elíseos um projeto reestruturado. Além disso, um importante ponto para quem busca praticidade e locomoção, são as linhas de metrô próximas.


Thomaz Guz, CEO da Nomah, comenta que o lançamento dessas novas unidades é apenas o começo de um ano que promete grandes novidades. “A gente quer deixar nossa marca em todas as regiões de São Paulo, e, consequentemente, em outros estados. A locação flexível é uma tendência que tem crescido, e estamos felizes em fazer parte disso, oferecendo apartamentos confortáveis, modernos, com tecnologia de ponta do check in à saída, como uma nova forma de moradia” comemora o CEO.


O modelo de locação flexível vem se tornando popular, e a tecnologia presente é o grande diferencial desse formato de empreendimento da Nomah. A empresa trabalha com estadias short stay, long stay tanto em São Paulo, como no Rio de Janeiro. As unidades NOMAH variam de tamanho e também precificação, e todo o processo de locação pode ser feito em poucos cliques.

Icatu foca em mercado imobiliário com atualização do Icatu Garantia de Aluguel

A nova rotina de home office e ensino a distância trazida pela pandemia alterou a relação das pessoas com suas moradias, o que fez o mercado imobiliário se reinventar com novas estratégias. Além disso, é cada vez mais clara a demanda do consumidor por produtos simples e de fácil contratação, que ofereçam taxas atrativas e facilidades de pagamento. Com market share de 9,2% no segmento de Capitalização, a Icatu apresenta uma nova atualização em seu produto Icatu Garantia de Aluguel, um título de capitalização que substitui o fiador ou seguro-caução nos contratos imobiliários de locação de imóveis, que agora conta com possibilidade de contratação facilitada em até 12 parcelas divididas no cartão de crédito.

“A adoção de títulos de capitalização como garantia locatícia é uma tendência que se consolida cada vez mais no mercado imobiliário brasileiro porque é uma operação segura, ágil e muito prática, tanto para as imobiliárias, quanto para os donos de imóveis e os locadores. Além de devolver ao cliente o valor integral do título no final do prazo. Só no ano passado, tivemos um crescimento de 13% em volume de negócios desse tipo de produto em relação a 2020. E agora, com a opção de pagamento parcelado no cartão de crédito, ela se torna uma solução ainda mais acessível”, afirma o diretor de Capitalização da Icatu, Marcelo Oliveira.

A Icatu é o quinto maior grupo econômico no país em Capitalização, com mais de R$ 3 bilhões em provisões. A seguradora acredita que as vendas parceladas no cartão irão representar mais de 20% das vendas novas desse produto ao longo do ano. Atualmente, o produto Icatu Garantia de Aluguel representa 34% do faturamento de Capitalização da companhia.

“Nossa visão é que o ticket do produto, que geralmente é um múltiplo do valor do aluguel, para algumas pessoas acaba sendo um limitador. Com a possibilidade de parcelar esse valor, tornaremos o Icatu Garantia de Aluguel mais acessível aos consumidores de uma maneira geral”, complementa Oliveira. Assim como acontece no seguro fiança, o consumidor vai analisar se aquela parcela está dentro do orçamento dele, com o diferencial que ele resgata o valor do título no final do prazo.

Benefícios – O Icatu Garantia de Aluguel funciona para contratos de 12, 15, 18 e 30 meses, para a locação de imóveis residenciais ou comerciais. A contratação é feita de forma simples, sem avaliação de crédito, e é realizada uma única vez, válida por todo o período de locação. O valor da garantia é combinado diretamente entre o locador e locatário, que recebe 100% do valor do título ao final do contrato de locação, caso não haja qualquer tipo de inadimplência. Por se tratar de um título de capitalização, o locatário tem direito a participar de sorteios mensais no valor total do título. Cada cliente receberá um número da sorte com seis dígitos, com sorteios realizados através da Loteria Federal. Além disso, a contratação também dá direito a coberturas de assistência residencial, como chaveiro, vidraceiro, eletricista, encanador e conserto de eletrodomésticos.

Por sua vez, o locador terá, entre os principais benefícios, direito de fazer o resgate do valor garantido em caso de inadimplência no pagamento do aluguel a qualquer momento, com liquidez imediata, da mesma forma que o processo de cobrança dos valores em aberto e da desocupação do imóvel contam com o apoio da Icatu.

FGV IBRE promove webinar sobre os desafios do mercado imobiliário

O Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas (FGV IBRE) promove no dia 24 de janeiro, segunda-feira, a partir das 14h, o webinar “Os desafios do mercado imobiliário”. Em pauta estarão o novo indicador lançado pela Fundação — o Índice de Variação de Aluguéis Residenciais (IVAR) — e o cenário do mercado imobiliário brasileiro. O encontro virtual tem inscrições gratuitas, será transmitido pelo canal da FGV no YouTube.

Participam do debate on-line Paulo Picchetti, pesquisador do FGV IBRE e um dos responsáveis pela metodologia do IVAR; Ana Maria Castelo, coordenadora de Projetos da Construção do FGV IBRE; e Alberto Ajzental, professor da FGV EAESP. Os especialistas irão contar com a medição de Solange Monteiro, Editora da revista Conjuntura Econômica.

O novo índice da FGV foi elaborado com base nos contratos de locação novos e nas negociações de contratos já assinados entre inquilinos e proprietários de quatro capitais brasileiras — Rio de Janeiro, São Paulo, Belo Horizonte e Porto Alegre. O índice também usa como base informações dos imóveis.

Ao lançar o IVAR, o FGV IBRE espera contribuir para uma melhor mensuração do que acontece no mercado imobiliário brasileiro, bem como auxiliar em decisões da política monetária, mercados e números fiscais.

Os interessados podem se inscrever e obter mais informações por este link.