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Inter e Suno se unem para criar o mercado de fundos imobiliários 3.0

Inter Invest e Grupo Suno anunciam parceria estratégica para o desenvolvimento de ações e produtos com o objetivo de trazer mais eficiência e transparência para o mercado de fundos imobiliários.

Como parte desse acordo, a Inter Invest se compromete a distribuir de forma não exclusiva os fundos imobiliários geridos pela Suno Asset pelos próximos 12 meses. Esse movimento é uma resposta à restrição dos maiores players do setor à distribuição de fundos imobiliários em que não coordenaram a oferta pública ou cujas taxas sejam menores às desejadas. Na prática, os clientes da Inter terão acesso garantido aos produtos originados pela Suno Asset independentemente desses dois aspectos.

Outra iniciativa é a co-criação de um fundo imobiliário com padrão ESG (sigla em inglês para governança ambiental, social e corporativa) com a Suno Asset como gestora. O fundo deve ser lançado no terceiro trimestre do ano e a expectativa é captação de R﹩ 1 bilhão para investimentos em energia renovável e reflorestamento. O fundo terá taxas combinadas equivalentes à metade das praticadas pelos grandes players atualmente.

“É preciso unir forças para quebrar o oligopólio de distribuição de produtos financeiros no Brasil e levar o que existe de melhor para o varejo com taxas justas.” destaca Felipe Bottino, head da Inter Invest.

“Muitas emissões de fundos imobiliários têm vindo ao mercado com custos que chegam a 5% do valor total. É possível fazer bons produtos com taxas em torno da metade desse valor. O pior é que, na maioria das vezes, o investidor nem sabe quanto está pagando”, diz Vitor Duarte, diretor de Gestão da Suno Asset.

A ideia da parceria surgiu após o lançamento do programa de cashbacks de ofertas públicas divulgado pela Inter Invest no início do mês. Tiago Reis, fundador do Grupo Suno, e Felipe Bottino, da Inter Invest, identificaram muitas similaridades entre os propósitos das duas empresas e oportunidades para criar uma nova indústria de fundos imobiliários.

Ambas as casas têm atuação reconhecida e bem-sucedida no ramo de fundos imobiliários. De um lado, a Inter Invest conta com mais de 350 mil investidores, ou 10% do total registrado na Bolsa. No outro, a Suno foi uma das primeiras casas de análise a falar sobre esse tipo de ativo e, hoje, é a principal fonte de informação do setor, com mais de 4,5 milhões de seguidores em suas redes sociais e mais de 12 milhões de acessos mensais aos seus diferentes sites dedicados a investimentos.

RNI avança com crescimento e lança condomínio econômico no Ceará

A incorporadora RNI, uma empresa Rodobens, que completa trinta anos de atuação neste ano, lança seu terceiro empreendimento de 2021, o condomínio de casas Moradas Parque, em parceria com a SM Incorporações e a Imobiliária Jereissati. O novo residencial de 560 imóveis, que será construído no município de Pacatuba (CE), região metropolitana de Fortaleza, contará com os benefícios do programa Casa Verde Amarela, além de ampliar as opções de moradia na grande Fortaleza, que já conta com sete empreendimentos da RNI, sendo três em Pacatuba e quarto na capital cearense.

O condomínio fechado será 191º empreendimento da RNI em território nacional. A ser construído em localização estratégica, cerca de 30 minutos de Fortaleza, atendendo a crescente demanda da região, o novo residencial ocupará um terreno de 89,4 mil metros quadrados. Além disso, A RNI já construiu na grande Fortaleza os empreendimentos Moradas Pétalas, Moradas Buquês e Moradas das Flores. Já na capital cearense foram construídos o Villa Jardim, Espaço Jardim, Alameda Jardim e La Piazza”

“O Ceará tem sido parte importante dos nosso negócios. Com o lançamento do Moradas Parque, além de consolidar a nossa expertise atendendo a crescente demanda local, o consumidor contará com a habitual qualidade e excelência dos empreendimentos da RNI, que tem buscado desenvolver cada vez mais as regiões onde atua”, diz Henrique Cerqueira, diretor de vendas, marketing e novos negócios da RNI.

Moradas Parque – benefícios e facilidades

Seguindo a tendência implantada em outros municípios onde atua, de uma moradia ainda mais moderna, ampla área de lazer e convívio, o Moradas Parque terá unidades com um e dois dormitórios, com metragem entre 42,58m² e 42,91m² e uma vaga na garagem. O novo residencial também ofertará unidades para pessoas com necessidades especiais.

As unidades serão entregues com piso cerâmico em todos os ambientes, estrutura para medição individualizada de água e preparação para instalação de aparelhos de ar-condicionado nos dormitórios, reservatório de água individualizado e tomadas USB no quarto do casal e na sala. Pacote de soluções oferecido pela RNI para que a mudança dos moradores aconteça logo após a entrega do condomínio. “Esses são benefícios que a RNI oferece para facilitar a mudança imediata, sem que haja necessidade de reformas iniciais se o morador assim desejar”, explica Cerqueira. Para este empreendimento, a RNI já possui planos de iniciar as obras ainda na fase de lançamento do produto, trazendo mais flexibilidade e aproximando ainda mais os novos moradores de seu sonho.

Para proporcionar comodidade a todos, o novo empreendimento contará com um complexo de lazer e recreação próximo da entrada do condomínio. As áreas comuns contarão com playground, quiosque com churrasqueira, área fitness, campo gramado, piscina adulto e infantil, salão de festas e vagas de garagem para visitantes e moradores.

Em Pacatuba, que tem população estimada em mais de 84 mil pessoas, segundo dados Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) , e se destaca economicamente no setor industrial. A região é conhecida como a maior cidade-dormitório do Ceará. Possui o segundo maior produto interno bruto do estado, atrás apenas de Fortaleza, e o segundo maior produto interno bruto per capita do Ceará, estando atrás apenas do município de Eusébio.

E-commerce e estande de vendas

A RNI disponibilizou uma plataforma online que permite a visualização das plantas das unidades, a realização de tours virtuais, simulações de financiamento e até o agendamento de visitas ao imóvel decorado do empreendimento. Dessa forma, o consumidor poderá obter mais informações sobre o Moradas Parque sem sair de casa. Além disso, a incorporadora implantou um estande de vendas, e os atendimentos presenciais ocorrem apenas com hora marcada, respeitando os protocolos determinados pelas autoridades públicas.

Perspectiva do mercado imobiliário para 2021 é tema de evento promovido pelo Sienge e pela Brain

Sienge e a Brain Inteligência Estratégica realizam na próxima quinta-feira, dia 15, às 11h, um evento on-line para falar sobre as perspectivas do mercado imobiliário para 2021. Haverá a apresentação de dados de uma pesquisa feita pela Brain e que destaca a inovação na construção civil brasileira.

O estudo será apresentado por Marcelo Gonçalves, sócio-consultor da Brain. Em seguida, Celso Petrucci, economista-chefe do Secovi, Fabrício Schveitzer, diretor de estratégia e mercado do Sienge, e Fábio Garcez, CEO do Construtor de Vendas, vão debater sobre o que esperam do setor neste ano. A mediação é de Karin Salomão, editora-assistente do UOL Economia.

O evento é gratuito e, para participar, é possível acessar o link http://bit.ly/3fUDJm0. A pesquisa completa será disponibilizada na sexta-feira, dia 16, pelos canais de comunicação das empresas.

Evento: Perspectivas do mercado imobiliário para 2021

Dia: 15/04/2021 às 11h

Inscrições gratuitas pelo http://bit.ly/3fUDJm0

Programação

11h – Abertura do evento e apresentação dos participantes

11h05 – Apresentação da pesquisa da Brain sobre inovação na construção

11h15 – Debate sobre perspectivas para o mercado imobiliário em 2021

11h55 – Encerramento

Caixas de suco recicladas estão virando telhas para casas populares em todo o Brasil

Em programa de compensação ambiental desenvolvido pela Polen, a marca de bebidas Do Bem está neutralizando os impactos de suas embalagens descartadas, transformando o material reciclado em novos produtos

A marca de bebidas Do Bem está transformando as caixas de suco descartadas, e recicladas, em telhas para a construção de casas populares, sedes comunitárias e moradias emergenciais em vários estados do Brasil, entre eles, Rio de Janeiro, São Paulo, Minas Gerais, Bahia, Pernambuco, Goiáis e Paraná já foram beneficiados. Para cada telha produzida, são necessárias cerca de 1.100 caixinhas recicladas.

A iniciativa faz parte do programa de compensação ambiental desenvolvido pela startup de sustentabilidade Polen, que é referência no mercado por oferecer soluções tecnológicas e inovadoras de logística reversa para empresas que geram resíduos através de suas embalagens.

“Desenvolvemos um programa personalizado para a Do Bem, com um grande diferencial no modo em que a marca neutraliza os impactos de suas embalagens descartadas: todas as matérias primas provenientes das caixas de suco recicladas, no caso o papel e o polialumínio, estão sendo transformadas em produtos para beneficiar ONGs e instituições, além de ajudar outras iniciativas socioambientais”, explica o CEO da Polen, Renato Paquet.

A meta do projeto, que ganhou o nome de Bagaço, é compensar 100% dos resíduos da produção das embalagens longa vida da marca, ou seja, retirar do meio ambiente mais de 1000 toneladas de resíduos produzidas por ano. Cada embalagem Do Bem é formada por papel (75%), alumínio (5%) e plástico (20%).

A produção das casas está a cargo das organizações sociais, Teto e Ecolar, que atuam na construção de moradias sustentáveis em áreas de vulnerabilidade urbana. Por meio da parceria com a ONG Teto, já foram construídos 3 banheiros comunitários, 2 sedes comunitárias, 1 praça comunitária, 1 biblioteca e 18 moradias emergenciais – outras 17 estão em processo de construção. Com a ONG Ecolar, as telhas já produzidas foram utilizadas na construção de 10 casas (8 delas construídas este ano). Novas unidades estão sendo produzidas para contemplar também outros estados do Brasil. 

 “Acreditamos na inovação para sustentar essa nova maneira de como as empresas e a sociedade lidam com seus resíduos sólidos, por isso procuramos desenvolver soluções que entram nas estratégias de governança das organizações, para que sejam programas perenes, não somente um projeto temporário”, destaca Renato. 

Atualmente, a Polen atende cerca de quatro mil indústrias em nove países: Colômbia, Paraguai, Canadá, Portugal, Espanha, China, Chile, Tailândia e Brasil. 

Como declarar imóvel financiado no Imposto de Renda

Freepik

O Senado aprovou um Projeto de Lei que prorroga o prazo de entrega do Imposto de Renda da Pessoa Física (IRPF) referente ao ano de 2020. Com a alteração, o prazo passou de 30 de abril para 31 de julho. O projeto ainda passará por análise da Câmara dos Deputados, mas muitos contribuintes já iniciaram o processo de declaração.  Antes de iniciar o processo, é importante se informar bem e procurar um contador, a fim de evitar complicações com a Receita Federal. 

E um dos maiores questionamentos na hora de declarar o IR é em relação ao imóvel financiado. Se o contribuinte financiou um imóvel no último ano, ele é obrigado a declarar o bem. Este passo serve para comprovar que a aquisição do bem obedeceu aos trâmites legais. Para tirar algumas dúvidas, a fintech de crédito imobiliário, CrediHome, separou algumas dicas para que o contribuinte compreenda  o que levar em consideração na hora de prestar contas ao leão.

Quem deve declarar o imposto de renda?

Antes de tudo, é importante saber se o contribuinte se enquadra entre as pessoas físicas que precisam declarar o Imposto de Renda. Os critérios da Receita Federal para a Declaração 2021 são:

  • Ter recebido mais de R$ 28.559,70 em rendimentos tributáveis, como salários, aluguéis, pensão, INSS e outros; 
  • Ter recebido mais de R$ 40 mil em rendimentos isentos e não tributáveis ou tributáveis na fonte (herança, indenização trabalhista, loterias, 13º salário, etc); 
  • Possuir bens com valor total maior que R$ 300 mil (além de seu imóvel, aqui também pode entrar seu carro ou outro bem de alto valor);

Depois de saber se o contribuinte atende os critérios de declaração, é preciso seguir os seguintes passos para declarar o financiamento imobiliário no Imposto de Renda. 

  1. Antes de tudo, é preciso baixar o programa adequado pelo site da Receita:
  2. Vá até a aba “Bens e Direitos” do formulário da Receita Federal;
  3. Escolha o código do bem referente ao seu financiamento. Use o código 11 para apartamento ou 12 para casa;
  4. No campo “Discriminação” descreva as informações do financiamento, como:
  • a forma de pagamento;
  • o valor pago na entrada;
  •  quanto você usou do seu FGTS (se for o caso);
  •  o valor financiado;
  •  número de parcelas;
  •  linha de crédito;
  •  o ITBI (Imposto de Transmissão de Bens Imóveis);
  • os valores correspondentes aos juros do financiamento;
  • a taxa de corretagem da negociação.

São informações importantes para assegurar à receita que a sua compra seguiu todas as regras. É importante lembrar que o financiamento não deve ser lançado como uma dívida no Imposto de Renda, por isso é preciso discriminar o que já foi pago e o que está parcelado.

Depois, separe os valores já pagos do financiamento na declaração para indicar o somatório quitado naquele ano. Dessa forma, no ano seguinte você só precisará fazer as atualizações sobre o financiamento imobiliário, indicando as parcelas pagas no ano em questão.

Evite um erro comum: saiba o valor de imóvel que deve ser declarado

Se a declaração do Imposto de Renda é anual, a Receita Federal deseja saber o que você gastou efetivamente naquele período, independente do tempo de financiamento. O certo, portanto, é declarar o valor pago até 31 de dezembro do ano anterior.

Por não se atentarem a essa informação, muitos contribuintes cometem o erro de declarar o valor total do financiamento imobiliário. Atenção a este detalhe para você não cometer este erro, comum em muitas declarações de financiamento imobiliário.

Desempenho de vendas de imóveis usados surpreende em São Paulo

Em fevereiro, o número de casas e apartamentos vendidos na cidade de São Paulo foi 76,1% maior que o apurado em janeiro. O percentual foi registrado pela Pesquisa do Conselho Regional de Corretores de Imóveis de São Paulo (CRECISP) feita com 276 imobiliárias da Capital.

O resultado surpreendeu os analistas, pois em janeiro, o desempenho das vendas havia sido 47,64% inferior ao alcançado em dezembro de 2020. No entanto, os números acompanham a tendência de alta já apresentada pelo segmento de imóveis novos e de lançamentos.

“As medidas restritivas no comércio não afetaram o desejo dos compradores. Eles apenas buscaram alternativas, como a procura pelos imóveis pela internet, as visitas virtuais e a assinatura digital dos contratos. Mas os negócios continuaram acontecendo e com uma velocidade ainda maior do que a percebida no final do ano passado”, comentou o presidente do CRECISP, José Augusto Viana Neto.

Viana também falou sobre as facilidades na obtenção de crédito como um incentivo a mais para a aquisição do imóvel. “A Abecip – Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança – divulgou que, em fevereiro, 50,6 mil unidades foram financiadas, totalizando R$ 12,5 bilhões em financiamento habitacional, o que é quase o dobro do que foi concedido em fevereiro de 2020. Isso, sem dúvida, contribuiu para que os negócios reagissem dessa maneira na Capital paulista.”

A participação das casas foi de 34,58% e dos apartamentos de 65,42% do total vendido. E no que se refere aos preços do m² dos imóveis negociados pelas imobiliárias consultadas, percebeu-se uma queda de 4,17% na comparação com janeiro, em média – passaram de R$ 6.075,18 para R$ 5.821,81.

O segmento de locações segue em tendência de alta desde o início do ano. Em janeiro, o índice de venda de casas e apartamentos havia sido 25,84% maior que o de dezembro. E em fevereiro, o percentual aumentou 4,59% na comparação com o mês anterior. Os valores dos aluguéis também subiram: estão, em média, 8,47% mais caros em fevereiro – de R$ 1.739,41 para R$ 1.886,86.

Crédito imobiliário em alta

Somadas as vendas financiadas pela CAIXA e pelos demais bancos públicos e privados, o crédito imobiliário respondeu por 58,88% dos negócios realizados. A modalidade à vista veio na sequência, com 39,25%; e o financiamento direto com o proprietário, com 1,87%. Não foram relatadas vendas feitas por meio de consórcios na Capital, em fevereiro.

Para a realização das vendas, os descontos concedidos variaram de 6,75%, para casas e apartamentos situados na Zona E (de bairros como Itaquera e Capão redondo) a 17%, para os imóveis da Zona D (de bairros como Sapopemba e Socorro).

A Zona B (bairros como Aclimação e Pompéia), onde os descontos chegaram a 10,25%, foi a região em que houve o maior número de vendas realizadas, com 42,06% do total.

Casas e apartamentos na faixa de valor até R$ 400 mil responderam pela maioria das vendas (51,40%).  De acordo com a Pesquisa CRECISP, 78% das casas e apartamentos vendidos tinham padrão de construção médio, com edifícios com dois a quatro apartamentos por andar e acabamentos modestos, com esquadrias de ferro ou alumínio e armários modulados de madeira aglomerada, por exemplo.

Aumenta o número de imóveis devolvidos

O depósito em poupança de três meses de aluguel foi a garantia locatícia escolhida por 34,73% dos inquilinos de fevereiro. O fiador ficou em segundo lugar, com 30,31% dos novos contratos; o seguro fiança foi preferido por 21,96%; a caução de imóveis por 8,59%; a cessão fiduciária por 2,39% e as locações sem garantia por 2,03%.

A quantidade de chaves devolvidas pelos inquilinos em fevereiro superou em 6,44% o número de novos imóveis alugados no período. Esse percentual é 12,83% maior que o apurado em janeiro. Com relação à razão para as devoluções, 59,98% dos inquilinos alegaram motivos financeiros.

O índice de inadimplência no mês de fevereiro foi de 5,65%, o que é 13% maior que a registrada no mês de janeiro, que foi de 5%.

A Zona C, de bairros como Mooca e Santo Amaro, foi a que recebeu a maior quantidade de novos inquilinos nesse período (37,94%), seguida pela Zona D, com 26,49%. Das casas e apartamentos alugados, 60,02% tinham preço de aluguel de até R$ 1.500,00.

Brasilux lança tinta Comfortherm que reduz significativamente a absorção de raios solares

Tinta térmica elastomérica melhora sensação térmica e promove redução de calor e ruído promovendo a sustentabilidade nas obras


A Brasilux, uma das maiores fabricantes de tintas do Brasil, está lançando a Comfortherm, tinta térmica elastomérica, que reduz significativamente a absorção dos raios solares nos locais onde é aplicada atuando como barreira e reflexão solar. Ideal para quem busca regular a temperatura interna dos ambientes, a alta tecnologia aplicada ao produto proporciona economia com sustentabilidade reduzindo em até 40% a temperatura do ambiente e a necessidade de consumo de energia com ar-condicionado ao longo da vida útil de uma construção.

Além disso, a tinta Comfortherm protege contra a corrosão, é resistente ao ozônio, chuva ácida, impacto, salinidade, fungos e bactérias. De fácil aplicação e disponível na cor branca, o produto, que já vem pronto para uso, é indicado para pintura protetiva de telhados, paredes, containers e instalações residenciais, industriais e comerciais em geral.


A Comfortherm pode ser encontrada, em galões de 3,6 e 18 kg, nas lojas do ramo de construção e nos pontos de venda da Brasilux em todo o Brasil. A novidade está sendo divulgada pela garota-propaganda da Brasilux, a apresentadora Renata Fan, no programa Jogo Aberto, da TV Bandeirantes e nas redes sociais da empresa.

Energia solar X incidência de raios

Maior ameaça aos sistemas fotovoltaicos, a descarga atmosférica pode ocasionar danos, não só a equipamentos mais sensíveis, mas também às pessoas

O Brasil é campeão de incidência de raios e trovões no mundo. E uma descarga atmosférica representa maior ameaça para o sistema elétrico, inclusive o de energia solar, que vem conquistando número cada vez maior de consumidores no país devido à economia que proporciona. Segundo Ariel Martins, especialista técnico comercial da fabricante de inversores solares Fronius do Brasil, ao se optar por um sistema fotovoltaico em casa ou nas empresas é preciso considerar uma série de medidas para garantir a segurança da instalação.


“Devido à intensidade da descarga que um raio é capaz de proporcionar, além da descarga direta, ou seja, quando o raio de fato atinge uma estrutura ou edificação propriamente dita, podem ocorrer também as chamadas descargas indiretas”, explica.


Ele esclarece que, dependendo da distância em que cai, a intensidade do raio no momento em que atinge o chão ou alguma estrutura é capaz de induzir uma corrente pelo solo ou mesmo pela linha elétrica, podendo ocasionar danos não só a equipamentos mais sensíveis, como também às pessoas.


Por isso, antes de tudo, o interessado em obter um sistema fotovoltaico deve consultar um projetista, que irá indicar as melhores condições para a sua instalação. “Se o local já possuir um Sistema de Proteção contra Descargas Atmosféricas (SPDA) eficiente, basta integrar o sistema fotovoltaico a ele. Caso contrário, um estudo, o dimensionamento e as ações necessárias para que o projeto se adeque aos requisitos de proteção estabelecidos em norma deverão ser executados”, afirma.

Para residências e sistemas de pequeno e médio porte, Ariel ressalta que a instalação de SPDA deve seguir as recomendações das normas vigentes da ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas), entre elas a NBR 16690, NBR 5410 e NBR 5419, que tratam de instalação elétrica e requisitos de projeto.


Ele também destaca que os surtos de tensão provocados pelas descargas atmosféricas também podem danificar os equipamentos. Por isso, Além do sistema de proteção contra raios, é preciso instalar também um componente conhecido como Dispositivo de Proteção contra Surto (DPS), que detecta as sobretensões desviando o surto elétrico para o sistema de aterramento. “Este aparelho deve ser instalado próximo dos módulos e das entradas do inversor solar e costuma ficar abrigado na chamada String Box, pequeno quadro de proteção que abriga tanto o DPS quanto os fusíveis”, informa.


O especialista alerta ainda que o sistema de proteção contra descargas atmosféricas é fundamental para proteger o investimento dos consumidores de energia solar. Pois, caso seja constatada sua ausência, os equipamentos do sistema danificados pela descarga do raio, seja o inversor ou módulo, perderão a garantia.

Prédios inteligentes: Ventura Corporate Towers atualiza sistemas eletrônicos com tecnologias da Schneider Electric

Parceria entre as empresas visa a melhorar segurança operacional e eficiência energética do edifício

Em parceria com a Schneider Electric, líder global em transformação digital e gerenciamento e automação de energia, a BR Properties, empresa de investimento em imóveis comerciais, modernizou os sistemas eletrônicos de um de seus principais empreendimentos. O Ventura Corporate Towers, no Rio de Janeiro, passou por atualização e ampliação dos sistemas eletrônicos, para melhorar a segurança operacional e a eficiência energética. 

“Nosso desafio inicial era a modernização dos sistemas eletrônicos do Ventura, visto que a primeira torre foi construída em 2008, e a segunda, em 2010. Observamos que o edifício necessitava de recursos tecnológicos compatíveis com a grandeza do empreendimento”, diz Fernando Carrasqueira, responsável pela administração predial no Ventura Corporate Towers.

Nesse sentido, foram renovados o Sistema de Controle de Acesso (SCA) e o Sistema de Circuito Fechado de Televisão (CFTV). Além desses, o Sistema de Detecção e Alarmes de Incêndio (SDAI) e o Sistema de Supervisão Predial (Building Management System – BMS). O projeto de retrofit teve início em 2018, e a implementação durou 120 dias.

“Entre os fatores que precisávamos melhorar estavam as ‘zonas escuras’ no CFTV em áreas comuns, locais que deveriam ter equipamentos de monitoramento. Com isso, ampliamos o número de câmeras de 100 para 250 e migramos do sistema analógico para 100% digital”, explica Rafael Rodrigues, gestor de engenharia no condomínio Ventura Corporate Towers. Segundo o executivo, as ações permitiram que o sistema contemplasse a instalação de uma rede de equipamentos com cabeamento estruturado totalmente dedicada aos sistemas eletrônicos.

Os equipamentos BMS já eram de alguma forma da marca Schneider Electric. Isso porque, inicialmente, a tecnologia dos sistemas era da marca Andover Controls, que, atualmente, pertence à Schneider. Os equipamentos do mesmo fornecedor permitiram manter boa parte do parque, pois trouxeram compatibilidades de hardware e software. As ferramentas de conversão de banco de dados da Schneider Electric foram um diferencial na migração entre as diferentes linhas desse sistema. Com isso, o edifício ganhou um upgrade nos principais equipamentos do BMS e também no servidor do Sistema Supervisório. 

A integração das tecnologias da Schneider foi realizada por meio da empresa SLG Smart, que é certificada pela marca e venceu o processo de concorrência. Para a BR Properties, o projeto elaborado pela Jugend Engenharia de Automação devia possibilitar a economia de energia elétrica e dos recursos operacionais. Desse modo, a empresa pretende manter a qualidade de suas instalações e, assim, garantir seus certificados já adquiridos, como o LEED Gold, que reconhece eficiência energética. 

Entre as soluções apresentadas para o BMS estão o controle geral de ar-condicionado (Central de Água Gelada – CAG), a Central de Água de Condensação (CAC), os Condicionadores de Ar (Fancoils) e o Controle de Caixas de Volume de Ar Variável (VAV). “Mantivemos os medidores próprios da Schneider, mas agregamos novas interfaces operacionais, relatórios específicos e dashboards”, afirma Fernando.

As atualizações dos sistemas do Edifício Ventura já estão dando bons resultados. A BR Properties destaca a economia de gastos de 15% com o Sistema de Controle de Ar-Condicionado.  “O retorno do investimento realizado já foi significativo logo após a entrega dos sistemas. Com isso, em nossas projeções, a economia de recursos é ascendente, e será ainda maior com nossas estratégias operacionais”, diz Rafael.

Segunda edição do HousingPact Conecta busca startups para solucionar desafios sobre moradia e habitação

O HousingPact, rede de inovação digital focado em moradia, abriu nova chamada para startups que desejam se inscrever no programa que tem o desafio de aproximar essas empresas com grandes líderes do mercado para a realização de pilotos de moradia e habitação para a população de baixa renda. O objetivo principal do projeto é encontrar soluções inovadoras capazes de conectar grandes organizações e líderes do mercado para a solução de problemas ligados à moradia. 

Além disso, o HousingPact também visa o desenvolvimento de parcerias com empresas realizadoras em prol da inovação de processos construtivos. Ao todo, são sete empresas idealizadoras do projeto, dentre elas a ArcelorMittal, CBMM, Duratex, Fundação Tide Setubal, HM Engenharia, InterCement e o Instituto InterCement. 

Segundo Mariana Roquette, gestora geral do projeto, a chamada  será composta por 3 desafios que buscam abraçar lacunas no setor de moradia e habitação que afetam populações de baixa renda. 

“Queremos conhecer novas startups digitais, que sabemos que podem complementar nosso portfólio e oferecer produtos e serviços que ajudem a população, mas que ainda não conhecemos. Esse é um dos principais objetivos desse desafio: encontrar e destacar soluções para o setor de habitação”, explica Mariana.

Os 3 desafios da chamada são:

Materiais e processos construtivos inovadores:startups digitais que trabalham com materiais e processos inovadores como site, sistema, aplicativo ou plataforma que facilite a implementação de processos construtivos modulares, eficientes e inovadores; impressões 3D de materiais construtivos; marketplace de materiais que otimiza custos logísticos; sistema que facilite testes e adequação de normas de uso de materiais de construção.

Plataformas para reforma e autoconstrução: capacitação para autoconstrução ou reforma; indicação, aproximação ou conexão de mão de obra da construção civil; facilitação, desconto ou comércio online de materiais de construção e/ou usados em reformas; centralização dos processos e/ou atores da reforma;

Soluções para coleta e tratamento de dados: coleta de dados de locais de difícil acesso; Pesquisa e/ou coleta de dados de forma inovadora; Big Data (inteligência artificial, machine learning, IoT, etc); análise de dados (socioeconômicos, fundiários, zoneamento urbano, consumo); Plataformas de consulta à comunidade e /ou de interação entre pessoas conectadas através de um território;

As dez melhores startups vão ser convidadas para um pitch day com os líderes das empresas realizadoras, e o melhor case em cada categoria ganhará um prêmio em dinheiro. 

João Pedro Brasileiro, CEO da Innovation Latam, salienta que os desafios possibilitam que startups e organizações se encontrem em um ambiente e resolvam problemas da sociedade em conjunto. As conexões visam o desenvolvimento de parcerias para acelerar a transformação e o impacto no setor.

Da mesma forma, Mariana, que faz a gestão do Programa desde o seu primeiro ciclo, conta que a expectativa de adesão à nova chamada é alta.

“As startups devem apresentar soluções com a intenção de alcançar impactos sociais positivos e sustentáveis dentro da sociedade e devem estar operando em estágio de maturidade com o produto e/ou serviço apresentado”, salienta.

Como participar

As startups interessadas em participar da chamada têm até o dia 30 de abril para submeter o case para avaliação. As inscrições são feitas pelo site do HousingPact. Toda a jornada, desde a inscrição até a divulgação dos resultados, será feita de forma inteiramente digital.

Para concorrer, as startups precisam possuir CNPJ e estar devidamente registradas nos órgãos públicos federais. Elas poderão apresentar seus cases e se conectar com os executivos que realizam o trabalho de mentoria com os profissionais selecionados.

Mais informações podem ser obtidas clicando aqui.