Banco Inter divulga relatório de fundos imobiliários com recomendação de investimentos

Banco Inter divulga relatório de fundos imobiliários com recomendação de investimentos

O Banco Inter divulga hoje para os investidores da PAI (Plataforma Aberta Inter) a sua carteira recomendada de fundos imobiliários. A indicação é baseada em relatório da área de Pesquisa Econômica do banco digital que mostra o crescimento da rentabilidade dos papéis.

De acordo com a economista-chefe do Banco Inter, Rafaela Vitória, a expectativa de queda da Selic para 4,5% até 2020 torna os fundos mais atrativos. “Como os fundos são compostos por contratos longos de aluguel, uma queda da taxa de juros torna esses investimentos mais interessantes. O diferencial de retorno leva à valorização das cotas e o investidor tende a ter uma remuneração ainda maior do que a projetada na contratação”, diz.

O relatório do Banco Inter mostra que a rentabilidade média dos fundos imobiliários é de 16% no acumulado do ano e 1,6% em outubro. A expectativa da economista-chefe é que os dividendos dos papéis tenham um ajuste para próximo de 5,5%. “Além disso, com a recuperação do setor, alguns fundos ainda possuem vacância e renovação de contratos com potencial de crescimento dos rendimentos”, afirma Rafaela Vitória.

Em setembro, as emissões de fundos imobiliários bateram um novo recorde, com a oferta de quase R$ 4 bilhões de novas cotas. Até então o total de ofertas já somava R$ 23 bilhões, alta de mais de 100% em relação a 2018.

O relatório do Banco Inter recomenda aos clientes investirem nos fundos: CSHG Real Estate, Hedge Brasil Shopping, Vinci Shopping, XP Log, FII RBR Alpha Fundo de Fundos, Hedge Top FOFII, Kinea Índice de Preços FII e FII RBR Rendimento High Grade. Os rendimentos mínimos esperados variam entre 5,2% e 6,9%.

A carteira de fundos imobiliários do Banco Inter leva em conta a qualidade dos imóveis que compõem os investimentos, a rentabilidade dos aluguéis em relação ao valor de mercado, a taxa de vacância e potencial de novas contratações, a diversificação dos ativos da carteira e a liquidez no mercado secundário.

Leia o estudo completo aqui.

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