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Interesse dos brasileiros por aluguel e compra de imóveis cresce 20% no terceiro trimestre do ano, revela OLX

A OLX, uma das maiores plataformas de compra e venda online do país, registrou aumento de 20% na demanda por imóveis no terceiro trimestre do ano se comparado ao mesmo período do ano passado. O Interesse na compra teve alta de 27% e, em aluguel, de 11%. 

OperaçãoVariação na procura(3ºtri 2020 X 3ºtri 2019)Share(3ºtri 2020)
Aluguel11%41%
Compra27%59%
Imóveis (Aluguel e Venda)20%100%

A procura por casas teve crescimento de 22% para compra e de 12% para aluguel. Em relação a apartamento, a alta foi de 29% para compra e 9% para aluguel. 

Variação na procura(3ºtri 2020 X 3ºtri 2019)
Tipo de imóvelCompraAluguel
Casa22%12%
Apartamento29%9%

Marcelo Dadian, diretor de Imóveis da OLX Brasil, explica que a tendência está relacionada ao momento da pandemia e da economia. “O isolamento social fez com que os brasileiros passassem mais tempo dentro de seus lares, o que provocou uma transformação na relação com o morar e impulsionou o interesse por novos imóveis. Além disso, o cenário econômico favorece aquisição de casas ou apartamentos, com as baixas taxas de juros e a maior disponibilidade de crédito pelos bancos”, afirma o executivo.

No terceiro trimestre deste ano, a maioria dos usuários da plataforma que procurava imóveis tinha interesse no de 2 dormitórios (44%), seguido pelo de 3 dormitórios (26%) e pelo de 1 dormitório (17%). Mas o período de isolamento pode ter sido um fator importante no aumento da procura por moradias com mais cômodos. Em comparação com o mesmo período do ano passado, houve crescimento de 28% na procura por imóveis com 5 quartos, de 29% com 4 quartos, de 26% com 3 quartos, de 15% com 2 quartos e de 14% com 1 quarto, como mostra a tabela abaixo. 

Nº quartosVariação na procura(3ºtri 2020 X 3ºtri 2019)Share(3ºtri 2020)
114%17%
215%44%
326%27%
429%6%
528%2%

Em relação à faixa de preço, no terceiro trimestre, a maior base de usuários da plataforma (62%) que buscava casas e apartamentos para comprar tinha interesse em pagar até R$ 250 mil. Porém, nota-se que a demanda por residências com preços mais elevados também cresceu em relação ao mesmo período do ano passado.

A procura teve aumento de 50% por imóveis com valor acima de R$ 1 milhão, de 49% entre R$ 500 mil a R$ 1 milhão, de 39% de R$ 250 mil a R$ 500 mil e de 19% com preço até R$ 250 mil, conforme a tabela abaixo.

Faixa de preço de compraVariação na procura(3ºtri 2020 X 3ºtri 2019)Share(3ºtri 2020)
Até R$ 250 mil19%62%
R$ 250 mil a R$ 500 mil39%21%
R$ 500 mil a R$ 1 milhão49%11%
Mais de R$ 1 milhão50%6%

Ao analisar a demanda por aluguel no terceiro trimestre, a maioria dos interessados (48%) procurava casas e apartamentos com valores entre R$ 500 e R$ 1.000. No entanto, os dados mostram que houve crescimento também na busca por faixas de preços mais elevadas ao comparar com o mesmo período do ano passado.

A procura por aluguel teve crescimento de 34% por imóveis com valor acima de R$ 2.000, de 21% entre R$ 1.000 e R$ 2.000 e de 8% de R$ 500 a R$ 1.000. Somente aluguéis de até R$500 não tiveram aumento nas buscas, registrando pequena queda de 2%. 

Faixa de preço de aluguelVariação na procura(3ºtri 2020 X 3ºtri 2019)Share(3ºtri 2020)
Até R$ 500-2%18%
R$ 500 até R$ 1.0008%48%
R$ 1.000 a R$ 2.00021%25%
Mais de R$ 2.00034%9%

“O aquecimento do setor imobiliário pode ser percebido em todas as regiões do país. E, com a possível melhora da economia após a pandemia, a expectativa é que o mercado fique cada vez mais fortalecido”, explica Dadian. A demanda  por imóveis residenciais subiu 24% na região Nordeste, seguida pela alta de 21% no Centro-Oeste, de 18% no Sudeste, de 15% no Sul e de 12% no Norte. O levantamento foi realizado no terceiro trimestre de 2020 em relação ao mesmo período do ano passado.    

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OLX: com aquecimento do mercado, especialista dá dicas para vender e alugar imóveis

O período de pandemia da Covid-19 no Brasil acelerou processos de digitalização em diversos setores, inclusive o imobiliário. Com a realidade do distanciamento social e do trabalho remoto (home office), muitos brasileiros mudaram suas rotinas e identificaram novas necessidades em seu dia a dia, o que também tem refletido em tendências de moradia.

Um levantamento da OLX Brasil, uma das maiores plataformas de compra e venda online do país, mostrou que as buscas por casas e apartamentos cresceram 15% no segundo trimestre do ano em comparação com o mesmo período de 2019. A demanda pela compra na plataforma teve alta de 21%, enquanto as buscas por aluguel cresceram 7%. No cenário de aquecimento do setor, a tecnologia se tornou aliada de corretores e vendedores na continuidade dos negócios durante o período desafiador de pandemia.

“As soluções digitais facilitaram muito o processo de negociação e criaram uma nova experiência ao consumidor. Hoje, é possível conferir vídeos que funcionam como verdadeiros tours pelo imóvel antes mesmo da visita presencial. O uso destes recursos será cada vez mais frequente e cabe aos corretores estarem atentos às oportunidades nessa nova fase do mercado”, explica Marcelo Dadian, diretor de Imóveis da OLX Brasil.

A OLX Brasil é líder de audiência em número de visitas entre os portais de imóveis. São mais de 1.2 milhão de usuários usando a plataforma para busca de casas, apartamentos e espaços comerciais ou corporativos todos os dias.

Marcelo Dadian lista outras cinco dicas para corretores apostarem na transformação digital em seus negócios:

1. Informação faz a diferença – A qualidade dos anúncios é fundamental para atrair o interesse do público. Com o distanciamento social, muitos clientes preferem levantar o máximo de informações antes de decidir realizar a visita presencial. Por isso, a descrição do anúncio faz toda a diferença. Use os materiais de apoio disponibilizados pelas imobiliárias e incorporadoras com as quais você trabalha para melhorar os anúncios e esteja atento ao perfil e às necessidades de seu público-alvo para destacar pontos fortes do imóvel, como piscina, varanda, fácil acesso ao transporte público, portaria 24 horas, sempre de forma estratégica. É interessante também pontuar os pontos positivos sobre o bairro para valorizar a localização.

2. Aposte nos Vídeos – Gravar vídeos do imóvel pode ser uma boa tática para melhorar a experiência do cliente. Com base nas imagens, o consumidor consegue ter uma prévia precisa dos espaços e, quando fizer a visita presencial, poderá focar nas dúvidas pontuais que tiver, pois já teve uma boa ideia do ambiente. Os corretores não precisam investir em equipamentos profissionais para gravação, um bom vídeo pelo celular é suficiente, de preferência posicionando-o na horizontal. Prefira gravar em dias de tempo aberto, que oferecem boa iluminação natural. Evite fazer movimentos bruscos durante a filmagem e aposte em estabilizadores para que as imagens tenham o mínimo de oscilação. A OLX conta com o recurso gratuito de inserção de vídeo nos anúncios, chamado Video Experience, disponível para os usuários que possuem o plano profissional ativo na plataforma.

3. Aposte nas Fotos – Explore as possibilidades de ângulos e cenários e escolha para o anúncio as fotos em melhor resolução. Quanto maior for a visibilidade dos diferentes espaços, melhor será a percepção do consumidor sobre o imóvel. Aproveite a boa iluminação natural para melhorar a qualidade das fotos e, sempre que possível, inclua imagens de todos os ambientes anunciados.

4 – Seja transparente – Para conquistar a confiança do cliente e passar segurança durante toda a jornada de compra ou aluguel, seja detalhista e claro em seus perfis profissionais e nas comunicações com o cliente. Na hora de escolher uma foto sua, aposte naquelas que tenham relação com contexto profissional e boa resolução. Sempre que possível, responda às dúvidas do consumidor de forma honesta e ágil. Essa troca de informações transmite confiança durante toda a negociação.

5. Cuide da sua segurança – Caso precise encontrar um cliente pessoalmente, tome todos os cuidados necessários: mantenha o distanciamento mínimo, higienize as mãos com água e sabão ou álcool em gel, use máscara e, se puder, evite utilizar o transporte público para realizar o encontro.

A OLX Brasil também disponibiliza em seu em seu portal Negócios Online um tutorial com dicas para a produção de vídeo. Outras dicas para corretores podem ser vistas no webinar por meio deste link.

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QuintoAndar: proprietários estão mais abertos a negociar IGP-M por conta da pandemia

O índice Geral de Preço Mercado (IGP-M) segue em disparada e preocupa quem mora em casa de aluguel. Os últimos dados divulgados mostram uma alta de 4,34%, contra 2,74% em agosto. Observando o aumento crescente do Índice e a instabilidade causada pela a pandemia, o QuintoAndar, plataforma imobiliária com mais de R$ 30 bilhões em ativos sob gestão, iniciou uma força tarefa para auxiliar inquilinos a negociar com proprietários o valor do aluguel e a própria aplicação do IGP-M. A ação foi bem recebida e, desde abril, mais de 6.100 proprietários aceitaram negociar mudanças na aplicação do IGP-M para inquilinos.

O contexto de pandemia foi o principal fator para que os proprietários estivessem abertos para uma negociação, já que muitas famílias tiveram a renda reduzida. Para Jonas Marchetti, Diretor de Crédito do QuintoAndar, a melhor abordagem é ser transparente e deixar claro a intenção do reajuste para o proprietário. “Isso ajuda a deixar claro que a ideia é manter o aluguel em dia e evitar qualquer tipo de problema”, explica Jonas.

Mas vale ter em mente que a renda do dono do imóvel pode depender diretamente do aluguel e, por isso, nem sempre ele poderá abrir mão totalmente de um aumento. Nesse caso, o ideal é tentar chegar a um meio termo que seja viável para ambos.

Preço médio do aluguel residencial tem nova queda em setembro

■ Análise do último mês: o Índice FipeZap de Locação Residencial, que acompanha o comportamento do preço médio do aluguel de apartamentos prontos, encerrou setembro com queda para 0,31% – o quarto resultado negativo consecutivo. A última variação foi inferior à inflação registrada tanto pelo IPCA/IBGE (+0,64%) quanto pelo IGP-M/FGV (+4,78%), resultando em uma queda real do preço médio do aluguel residencial. No último mês, em particular, o comportamento negativo foi observado na maior parte das capitais brasileiras monitoradas pelo Índice FipeZap de Locação Residencial, destacando-se: Fortaleza (-1,17%), Salvador (-1,11%), Florianópolis (-0,97%), Curitiba (-0,59%), São Paulo (-0,55%) e Porto Alegre (-0,33%). Em contraste, apenas duas capitais apresentaram elevação no preço médio: Brasília (+0,61%) e Recife (+0,30%).

■ Balanço parcial de 2020: com o quarto recuo consecutivo no preço médio dos imóveis, o Índice FipeZap de Locação Residencial reduziu o avanço acumulado no ano para 2,13% – variação que, quando comparada à inflação medida pelo IPCA/IBGE no período (+1,34%), resulta em uma alta real de 0,78%. Vale mencionar, por outro lado, que a variação acumulada do Índice FipeZap de Locação Residencial até setembro de 2020 encontra-se abaixo do IGP-M (FGV) acumulado no mesmo período (+14,40%).

■ Análise dos últimos 12 meses: com o retrospecto recente de resultados negativos, o Índice FipeZap de Locação Residencial reduziu a alta acumulada nos últimos 12 meses para 3,20% – percentual ligeiramente superior à inflação ao consumidor medida pelo IPCA/IBGE (+3,14%), mas inferior à variação acumulada do IGP-M/FGV (+17,94%). À exceção de Fortaleza, onde o Índice FipeZap de Locação Residencial registra ligeira queda 0,99%, e de Salvador, com recuo de 0,34%, as demais capitais monitoradas ainda registram elevação nominal de preço em 12 meses, ordenadas da maior à menor variação da seguinte forma: Recife (+9,50%), Brasília (+8,87%), Belo Horizonte (+8,39%), Goiânia (+5,62%), Porto Alegre (+4,47%), Florianópolis (+3,28%), Curitiba (+2,52%), São Paulo (+2,45%) e Rio de Janeiro (+0,43%).

■ Preço médio de locação residencial: com base em dados de todas as 25 cidades monitoradas pelo Índice FipeZap de Locação Residencial, o preço médio do aluguel encerrou o mês de setembro de 2020 em R$ 30,40/m². Entre as 11 capitais monitoradas, São Paulo se manteve como a capital com o preço médio de locação residencial mais elevado (R$ 40,34/m²), seguida pelos valores médios registrados em Brasília (R$ 32,53/m²), Recife (R$ 30,73/m²) e Rio de Janeiro (R$ 30,42/m²). Já entre as capitais com menor valor de locação residencial no mês de maio, destacaram-se: Fortaleza (R$ 17,09/m²), Goiânia (R$ 17,70/m²), Curitiba (R$ 20,69/m²) e Salvador (R$ 23,65/m²).

■ Rentabilidade do aluguel: a razão entre o preço médio de locação e o preço médio de venda dos imóveis é uma medida de rentabilidade (rental yield) para o investidor que opta em adquirir o imóvel com a finalidade de obter renda com aluguel ao longo do tempo. Nesse sentido, o indicador pode ser utilizado para avaliar a atratividade do mercado imobiliário em relação a outras opções disponíveis aos investidores a cada momento do tempo. Impondo ligeira alta frente ao percentual calculado há um ano (4,64%), o retorno médio do aluguel residencial (anualizado) encerrou em setembro de 2020 em 4,74% (alta de 0,10 ponto percentual em 12 meses), superando nesse horizonte a rentabilidade média projetada de aplicações financeiras de referência.

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Aluguel em Curitiba sobe acima da inflação, segundo Imovelweb

O preço médio do aluguel em Curitiba ficou em R$ 1.205/mês, o que representa um aumento de 0,5% em relação a agosto. O valor é referente a um apartamento padrão (65m², 2 dormitórios e 1 vaga de garagem) e acumula variação positiva de 1,4% em 2020. Nos últimos 12 meses o preço do aluguel subiu 5.5%, o que significa um aumento real (acima do IPCA-15) de 2.8 pontos percentuais. Os dados fazem parte de um relatório elaborado pelo Imovelweb, um dos maiores portais imobiliários do País.

Entre setembro de 2019 e setembro de 2020, os bairros que registraram as maiores desvalorizações foram Alto da Rua XV (R$ 1.332/mês), Tarumã (R$ 1.425/mês) e Jardim Botânico (R$ 1.200), com queda de 19,5%, 15,7% e 9,5%.

Já os que mais se valorizaram foram Santo Inácio (R$ 2.069/mês), Bom Retiro (R$ 1.627/mês) e Capão da Imbuia (R$ 1.533/mês), com aumento de 19,9%, 19,4% e 19,2%.

Segundo os dados do Imovelweb, os aluguéis mais baratos e mais caros foram registrados nos bairros abaixo:


Mais baratos (mensal)
Variação mensalVariação Anual
Tatuquara (Pinheirinho)R$ 873-2,7%3,6%
Barreirinha (Boa Vista)R$ 8921,8%-2,1%
Campo de Santana (Pinheirinho)R$ 9124,9%17%
Mais caros (mensal)Variação mensalVariação Anual
Prado Velho (Matriz)R$ 1.8621.6%4.4%
Centro Cívico (Matriz)R$ 1.8662.6%13.9%
Santo Inácio (Santa Felicidade)R$ 2.0698.6%19.9%

Preço dos imóveis sobe 0.6% em setembro e aumento acumulado em um ano chega a 3.6%

Em 2020, os preços de venda subiram 2.9%, também superando a inflação. De acordo com o Imovelweb, em setembro de 2020 o valor médio do metro quadrado em Curitiba era de R$ 4.900, 0.6% a mais do que em agosto. Dessa forma, um imóvel padrão (65m², 2 dormitórios e 1 vaga de garagem) fica em torno de R$ 318.500.

Os bairros que mais valorizaram no último ano foram Pilarzinho (R$ 6.064/m²), com aumento de 17,8%; Capão da Imbuia (R$ 4.582/m²), com crescimento de 16,5%; e Cabral (R$ 7.919/m²), que cresceu 14,1%.

Já os que mais se desvalorizaram foram Parolin (R$ 3.971/m²), Butiatuvinha (R$ 4.213//m²) e São João (R$ 4.366), com decréscimo de 18.1%, 11,7% e 8%.

A tabela abaixo mostra onde o metro quadrado é mais caro e mais barato em Curitiba:


Mais baratos (m²)
Variação mensalVariação Anual
Cachoeira (Boa Vista)R$ 2.7990,3%-0,1%
Augusta (Cidade Industrial de Curitiba)R$ 2.8740,1%-1,7%
Campo de Santana (Pinheirinho)R$ 2.940-0,2%5,3%
Mais caros (m²)Variação mensalVariação Anual
Ahu (Matriz)R$ 8.740,1%7.3%
Juvevê (Matriz)R$ 8.3550,1%12.4%
Bateu (Matriz)R$ 9.591-0,3%12,3%

Quanto ao índice de rentabilidade calculado pelo Imovelweb, o aluguel anual está em torno de 4,6% do valor do imóvel. Isso significa que são necessários 21,5 anos de aluguel para pagar o investimento da compra, tempo 2,2% a menos que o registrado em setembro de 2019.


Mais rentáveis 
Variação no mês Variação no ano 
Lindóia 7,1% Queda Alta 
Sítio Cercado6,3% Alta Alta 
Capão da Imbuia  6,2% Estabilidade Alta 
Menos rentáveis Variação no mês Variação no ano 
Seminário 2,5% Estabilidade Queda 
Juvevê 2,6% Estabilidade Queda 
Capão Raso 2,8% EstabilidadeQueda 

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Mansão de “Laços de Família” está disponível para aluguel por temporada na Vrbo

As famílias de viajantes que quiserem passar alguns dias como celebridades ganharam uma oportunidade irresistível. Está disponível para aluguel por temporada na Vrbo, a nova marca do AlugueTemporada no Brasil, a mansão que foi cenário da novela de sucesso “Laços de Família”, exibida em 2000 e atualmente no ar em “Vale a Pena Ver de Novo”, na TV Globo.

Construída na década de 70, o impressionante imóvel localizado no bairro do Joá, Rio de Janeiro, tem 1.600 m² de área construída em um terreno de 3.000m², e conta com vista panorâmica e privilegiada da Praia da Barra, Mar de São Conrado e Pedra da Gávea. Na mansão, os viajantes podem desfrutar de cinco suítes com vista para o mar, enorme sala de estar com belíssimo mobiliário, varanda aconchegante com incrível vista, seis banheiros e grande piscina. Tudo perfeito para que os viajantes passem alguns dias como Danilo, o personagem do ator Alexandre Borges na novela que vivia desfrutando das inúmeras qualidades do local.

Com capacidade para receber até dez pessoas, o imóvel tem uma tarifa diária média de R$ 9.100, que pode ser parcelada em até 12x sem juros. Veja em anexo fotos da imperdível mansão que pode fazer sua viagem ter literalmente um “cenário de novela”, e confira o imóvel completo em: http://www.vrbo.com/pt-br/imovel/p4087721

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Valor médio da locação de imóvel chega a R$ 2 mil em São Paulo, segundo Imovelweb

Seguindo a tendência dos últimos meses, o valor médio do aluguel de um imóvel padrão (65m², 2 dormitórios e 1 vaga de garagem) aumentou em setembro. De acordo com o estudo imobiliário elaborado pelo Imovelweb, um dos maiores portais imobiliários do País, o preço de locação ficou em R$ 2 mil/mês, o que representa um aumento de 0,8% em relação ao mês de agosto. Com esse valor, a alta chega a 4,2% em 2020. Analisando os últimos 12 meses, o crescimento foi de 6%.

Nos últimos 12 meses, o bairro Vila Cunha Bueno (R$ 1.391/mês) e Parada Inglesa (R$ 2.033/mês) registraram uma valorização de 24,3%, sendo os que mais acumularam aumento no valor da locação na capital paulista. Em seguida está o Jardim D’Abril (R$ 1.327/mês), onde o aumento foi de 22,4%.

Por outro lado, as maiores desvalorizações foram registradas nos bairros Cidade Líder (R$ 1.838/mês), Cidade Jardim (R$ 4.429/mês) e Vila Santo Estéfano (R$ 1.875/mês), com quedas de 22,3%, 21,5% e 20,5%, respectivamente.
Confira os bairros mais caros e baratos para a locação de imóveis em São Paulo:


Mais baratos (mensal)
Variação mensalVariação Anual
Vila Sabrina (Vila Medeiros)R$ 1.0200,8%-14,2%
Jardim Miriam (Itaim Paulista)R$ 1.158-1,8%-16,7%
Vila Chabilândia (Lajeado)R$ 1.1662,2%S/D
Mais caros (mensal)Variação mensalVariação Anual
Itaim Bibi (Itaim Bibi)R$ 4.683-0,1%4,1%
Vila Cordeiro (Itaim Bibi)R$ 4.713-3,2%13,9%
Vila Olímpia (Itaim Bibi)R$ 4.793-0,3%4,1%

Valor do metro quadrado segue crescendo

Os dados da pesquisa feita pelo Imovelweb também apontam o crescimento no valor médio das vendas de imóveis em São Paulo. O preço médio do metro quadrado foi de R$ 6.220 em setembro, o que representa um pequeno aumento (0,3%) se comparado ao mês de agosto. Em 2020, a variação acumulada é de 1,4%, mesmo percentual de crescimento nos últimos 12 meses.

Os locais onde o metro quadrado mais se valorizou entre setembro de 2019 e setembro de 2020 foram Jardim Matarazzo (R$ 5.293/m², alta de 19,9%),  Vila São José – Itaim Paulista (R$ 6.058/m², crescimento de 19,8%) e Vila Continental (R$ 6.723/m², aumento de 18,7%).

Já as maiores desvalorizações foram registradas no Parque do Carmo (R$ 3.729/m²), Jardim Marilu (R$ 3.550/m²) e Jardim Dona Sinhá (R$ 4.645/m²), com decréscimo de 19,2%, 19% e 17,2%, respectivamente.
Veja a tabela com os metros quadrados mais baratos e mais caros do mês de setembro em São Paulo:


Mais baratos (m²)
Variação mensalVariação Anual
Conjunto Habitacional Santa Etelvina III (Cidade Tiradentes)R$ 2.0260,5%S/D
Conjunto Habitacional Fazenda do Carmo (Cidade Tiradentes)R$ 2.2421,2%8,3%
Jardim Olinda (Campo Limpo)R$ 2.2471,3%-8,3%
Mais caros (m²)Variação mensalVariação Anual
Cidade Jardim (Morumbi)R$ 22.480-2,3%-4,1%
Jardim Panorama (Morumbi)R$ 22.660-8,2%-9,0%
Parque Ibirapuera (Moema)R$ 24.274-1,4%16,9%

O índice de rentabilidade imobiliária relaciona o preço de venda e valor de locação do imóvel para verificar o tempo necessário para recuperar o dinheiro utilizado na aquisição do imóvel. No relatório de setembro, o índice se manteve em 5,5%. Dessa forma, são necessários 18,1 anos para obter o valor investido no imóvel, 4,4% a menos que há um ano.

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Perfil de buscas por imóveis em São Paulo mudou no último ano

O Imovelweb, um dos maiores portais imobiliários do País, analisou as tendências mais buscadas pelos seus usuários e notou uma alteração de perfil. Com as adversidades enfrentadas em 2020, muitos consumidores vieram a mudar as prioridades do que procuram em um empreendimento.

O levantamento, elaborado pelo portal, mostra que, em setembro de 2019, a busca por imóveis residenciais, na capital paulista, se dividia da seguinte forma: 47% optavam por aluguel e 53% por venda. Agora, no último mês (setembro/2020), o cenário mudou. Quem busca por novos lares em São Paulo está muito mais interessado em comprar (63%), enquanto 37% procuram por locação.

Outra mudança observada pelo portal foi a busca por locais maiores, com um quantidade maior de dormitórios. Em setembro de 2019, a busca por imóveis residenciais de 4 ou mais quartos, em São Paulo, representava 4,5% do total. Hoje, esse indicador se alterou para 9,3%. Já os locais com apenas 1 dormitório tiveram uma redução de buscas de 23%, no ano passado, para 16,8%, quando comparamos setembro de 2019 a setembro de 2020.

“Antes víamos os usuários interessados em imóveis com ótimas localizações, pensando muito mais na mobilidade, do que no empreendimento em si. Hoje, ainda temos esses consumidores, mas notamos que os usuários estão procurando imóveis maiores, com mais cômodos e qualidade na moradia, com ambientes mais adequados, como, por exemplo, imóveis com espaço para escritório”, explica a gerente de marketing do Imovelweb, Angélica Quintela.

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Comprar ou alugar? Pagar à vista ou financiar? Confira dicas de como escolher o próximo imóvel

Após nove quedas consecutivas da Selic, o Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central (BC) do Brasil manteve neste mês a meta em seu piso histórico de 2%. Com a taxa baixa, a rentabilidade de investimentos de renda fixa diminui, porém favorece o consumidor que busca comprar um imóvel e financiá-lo. Nesse cenário econômico, comprar uma casa ou apartamento ficou mais atraente para milhares de pessoas. Mas vale a pena comprar um imóvel? É melhor financiar ou pagar à vista? O aluguel também pode ser uma boa opção?

O efeito da pandemia fez as pessoas refletirem sobre mudança, pois neste período houve uma ressignificação da relação com o morar. Com mais tempo em casa e podendo trabalhar remotamente de forma mais rotineira o aspiracional por conforto e segurança aumentou bastante.

Segundo dados da OLX Brasil, a busca por imóveis cresceu 15% no segundo trimestre de 2020 no país, se comparado ao mesmo período do ano anterior. A procura por compra teve aumento de 21% e por aluguel de 7%, na mesma comparação.

Para ajudar aqueles que procuram casas e apartamentos nesse momento, o diretor de Imóveis da OLX Brasil, Marcelo Dadian, dá algumas dicas para fazer a escolha ideal.

Vale mais a pena comprar ou alugar?

O especialista afirma que a resposta não é tão simples quanto pode parecer: “Olhando somente pelo aspecto financeiro, atualmente temos baixas taxas de juros para financiamentos imobiliários, o que deve facilitar a compra. A cada 1% de baixa nas taxas de juros, mais de um milhão de pessoas passam a ter renda para comprar seu imóvel, o que gera aumento nas vendas de imóveis. Outro ponto relevante é que com a baixa taxa de juros e as novas modalidades de financiamento, muitas vezes o valor da prestação se aproxima muito do valor do aluguel. Além disso, para quem quer investir em imóveis para alugar, a receita de aluguel passa a ter mais importância, pois, percentualmente, pode ser maior que o das aplicações mais conservadoras e ainda pode contemplar a valorização do imóvel.

A decisão depende muito do perfil de cada um e do grau de confiança para se comprometer com uma dívida de longo prazo no caso da compra de um imóvel.

O aluguel é vantajoso quando a intenção é manter uma reserva financeira para eventuais emergências. Para isso, é necessário escolher um imóvel em que o valor da locação, do IPTU e do condomínio caiba no bolso e que não exceda 20% da renda familiar. Além disso, o aluguel permite que o inquilino tenha mais mobilidade e flexibilidade para mudar de bairro, cidade ou país a qualquer momento. As pessoas podem optar também por uma locação como um teste de uma mudança de maior impacto como ir para regiões mais afastadas dos grandes centros, por exemplo.

Segundo Dadian, seja qual for a opção, ela deve ser decidida somente após uma boa pesquisa. “Optar por um imóvel é uma escolha importante e, por isso, é natural que leve algum tempo. Aproveite para olhar diferentes alternativas e definir qual a melhor localização, configuração de planta, equipamentos nas áreas comuns e serviços incluídos no condomínio e despesas do imóvel, por exemplo”.

É melhor comprar um imóvel na planta ou já pronto?

Comprar um imóvel ainda na planta pode ser mais vantajoso para quem não tem pressa e para quem espera valorização do imóvel depois de comprado. Tende a ser mais moderno e a contar com espaços de áreas comuns mais atualizados. Mas é importante lembrar que as parcelas mensais e anuais sofrerão reajustes e a obtenção do financiamento sempre tem relação com a renda familiar. “O comprador deve ficar atento no caso de contratação de financiamento, já que o custo final do imóvel será corrigido de acordo com a inflação e com os juros do contrato”, comenta o diretor da OLX Brasil.

Outro fator a levar em consideração é a reputação da construtora e se ela costuma cumprir os prazos prometidos em outras obras. Já no imóvel pronto, não há risco de atraso na obra, ele já está disponível para entrar e morar.

Deve-se juntar dinheiro para comprar à vista ou financiar?

Se o consumidor tem o dinheiro para comprar à vista, é o mais recomendado e, inclusive, nesta modalidade pode gerar algum desconto relevante. Por outro lado, para quem precisa financiar, este é um bom momento para fechar negócio, pois as taxas de juros estão favoráveis para o comprador. No caso de financiamento é importante notar o valor final do imóvel na tabela de simulação, onde aparecem calculadas todas as parcelas relacionando os juros incidentes e o valor final do imóvel.

“Se a pessoa não tem o valor total para comprar, a solução mais recomendada é tentar dar a maior entrada possível e financiar o restante. Assim, ela não perde a oportunidade naquele momento, e minimiza os custos futuros”, sugere o especialista.

Como escolher um imóvel anunciado em plataformas online?

É possível encontrar excelentes oportunidades de apartamentos e casas pela internet, mas é sempre bom tomar alguns cuidados. Primeiro, precisa ficar atento na busca pelos menores preços e desconfiar se o valor estiver muito abaixo do solicitado naquela região para imóveis semelhantes.

Muitas vezes os anúncios estão associados a um corretor de imóveis ou a uma imobiliária, e um bom profissional sempre pode ajudar na tomada de decisão.

Depois, é indicado pesquisar o endereço e verificar no mapa se as informações estão de acordo com o explicado pelo vendedor. O ideal é visitar o imóvel antes de efetuar a compra ou o aluguel durante horários e dias diferentes para entender, por exemplo, a variação da incidência de luz no apartamento e o trânsito na microrregião.

Dadian traz outras dicas importantes: “Antes de fechar negócio, é importante pedir todas as certidões do proprietário e do imóvel, tais como a matrícula e o IPTU para garantir que não exista nenhuma pendência que impeça a venda. No caso da intenção de contratar um financiamento junto ao banco de sua preferência, obter o valor do crédito antecipadamente pode agilizar todo o processo”.

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Appzinho destina atenção especial ao público 60+

Diante de um mundo em constante evolução tecnológica, ficar para trás muitas vezes significa perda de tempo e renda. Por isso, é necessário a busca por uma adaptação. É o caso dos proprietários de imóveis acima dos 60 anos que utilizam o site Appzinho para fazer suas ofertas de locação, e precisam aprender a mexer na plataforma para não perderem as oportunidades.

Em uma pesquisa feita pela proptech, que atua exclusivamente com um portal na cidade do Rio de Janeiro, foi identificado que as(os) Clientes acima dos 60 anos correspondem a 7,35%, dos quais 4,9% são mulheres e 2,45% homens.

Com mais de 1600 Clientes deste perfil, tidos como integrantes da “economia prateada”, o site tem sido procurado por oferecer diferentes funcionalidades que facilitam o dia a dia destas pessoas na busca ou na oferta de um imóvel. Um exemplo é o aposentado Hugo Borghi de 72 anos. Usuário fiel do portal, aderiu à plataforma para conseguir alugar seu imóvel localizado no bairro do Horto, zona sul do Rio. Em menos de um mês, ele conseguiu alugar a oferta que divulgou e complementar sua renda mensal. “Appzinho aluga aconchego.”, diz Hugo.

Segundo a CEO do Appzinho, Daniela Pereira, o site consegue atender as necessidades do público mais velho trazendo praticidade e eficiência, já que nessa faixa etária eles não têm pressa em alugar, pois entendem que uma pessoa no perfil procurado irá aparecer na hora certa. “Temos uma plataforma de fácil navegação, planejada para que os usuários 60+ consigam fazer as ofertas sem dificuldade, mesmo que não tenham tanta familiaridade com um computador e com as novas tecnologias. Quando ainda assim precisam de algum auxílio e não conseguem ajuda dos parentes mais jovens, por exemplo, disponibilizamos canais de atendimento, até mesmo por meio ligações telefônicas, para que o imóvel consiga ser ofertado com sucesso”, explica.

O resultado dessa atenção direcionada é perceptível. “Muitos dos nossos usuários acima dos 60 anos elogiam a interface do Appzinho e a linguagem que usamos, além, é claro, do suporte que oferecemos por telefone, chats e aplicativos de mensagens. E não temos limite de tempo para essa ajuda. Ficamos com eles até que tudo esteja 100%”, acrescenta a CEO.

Através desse atendimento diferenciado, a empresa vem se destacando no mercado imobiliário e, somente no mês de agosto, foram mais de 1100 novos Clientes de todas as idades. “Acabamos de estrear nosso novo site que está ainda mais prático para navegação e com diversas funcionalidades. Hoje temos 22 mil clientes cadastrados e nossa meta para esse mês de setembro é ter uma média de 35 mil Usuária(os) por mês utilizando a plataforma”, finaliza Daniela.

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