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Aluguel sobe acima da inflação na capital paulista em 2020

O Imovelweb, um dos maiores portais imobiliários do País, divulgou o seu mais recente relatório sobre os preços dos imóveis na cidade de São Paulo. De acordo com o estudo, o preço para alugar um imóvel padrão (65m², 2 dormitórios e 1 vaga de garagem) na capital paulista foi de R$ 2.047/mês em dezembro, valor que corresponde a 0,3% a mais do que o registrado em novembro. O Imovelweb aponta que, em 2020, houve um crescimento de 6,7% no preço dos aluguéis em São Paulo, valor acima da Inflação (IPCA 15), que ficou em 4,2% no ano. Por outro lado, o aumento está bem abaixo do Índice Geral de Preços do Mercado (IGP-M), que fechou 2020 com incremento de 26%.

No ano passado, os bairros que mais se valorizaram foram Jardim Fonte do Morumbi (R$ 2.326/mês), onde o valor de locação cresceu 23,3%; Vila Paulista (R$ 2.089/mês) e Vila Sônia (R$ 1.938/mês), onde os preços subiram 24,7%. Por outro lado, os preços do aluguel tiveram queda nos bairros Conceição (R$ 1.763/mês, -24,1%); Chácara Santo Antônio, localizado na Zona Leste, (R$ 1.784/mês, -20,1%); e Vila Santo Estéfano (R$ 1.823/mês, -19,7%).
Na tabela abaixo estão os aluguéis mais caros e mais baratos de dezembro em São Paulo:

Mais baratos (mensal)Variação mensalVariação Anual
Vila Sabrina (Vila Medeiros)R$ 1.047-0,1%-14,7%
Jardim Miriam (Itaim PaulistaR$ 1.130-0,4%-17,9%
Conjunto Residencial José Bonifácio (José Bonifácio)R$ 1.1691,3%-3,2%
Mais caros (mensal)Variação mensalVariação Anual
Itaim Bibi (Itaim Bibi)R$ 4.740-0,1%4,1%
Vila Olímpia (Itaim Bibi)R$ 4.777-0,1%2,0%
Ibirapuera (Itaim Bibi)R$ 5.2770,5%S/D

Preços de venda subiram 2,3% em 2020

O relatório do Imovelweb mostra também que o valor do metro quadrado em dezembro foi R$ 6.271, 0,2% a mais do que em novembro. Dessa forma, para comprar um imóvel padrão na cidade é preciso R$ 407.550,00.

Os bairros onde os imóveis mais se valorizaram na cidade foram Jardim Brasília – Zona Leste (R$ 5.100/m²), Vila Pirajussara (R$ 5.622/m²) e Cidade Antônio Estevão de Carvalho (R$ 4.889/m²), com aumento de 18,0%, 18,2% e 19,7%, respectivamente. Já as maiores desvalorizações ocorreram no Canindé (R$ 5.582/m²), Parque do Carmo (R$ 3.601/ m²) e Sítio Morro Grande (R$ 4.237/m²), que registraram queda de 19,4%, 18,0% e 16,1%.

Os maiores e menores preços de imóveis estão nos bairros indicados na tabela a seguir:

Mais baratos (m²)Variação mensalVariação Anual
Conjunto Habitacional Santa Etelvina III (Cidade Tiradentes)R$ 2.0821,3%-15,5%
Conjunto Habitacional Fazenda do Carmo (Cidade Tiradentes)R$ 2.227-0,9%-7,2%
Jardim Olinda (Campo Limpo)R$ 2.2880,6%-0,2%
Mais caros (m²)Variação mensalVariação Anual
Cidade JardimR$ 20.265-3,9%-13,3%
Parque IbirapueraR$ 22.265-2,1%5,4%
IbirapueraR$ 22.6680,7%8,6%

Retorno do investimento em imóvel é maior do que o rendimento da poupança

O índice de rentabilidade imobiliária relaciona o preço de venda e valor de locação do imóvel para verificar o tempo necessário para recuperar o dinheiro utilizado na aquisição do imóvel. No relatório de dezembro, o índice foi de 5,6% bruto anual. Dessa forma, são necessários 17,8 anos para obter o valor investido no imóvel, 4,5% a menos que há um ano.

Já o Índice de Retorno Total Imobiliário mostra que a operação de compra de um apartamento em São Paulo em dezembro de 2019 o aluguel durante 12 meses e a venda desse imóvel em dezembro de 2020 resulta em um retorno bruto de 8,4%. Dessa forma, essa operação é vantajosa, pois é maior do que a inflação e que o rendimento da poupança, que foi de 2,2% em 2020.

Preço do aluguel avança 0,43% em dezembro e encerra 2020 com alta acumulada de 2,48%

Elevação anual no preço médio de locação residencial foi registrada em 10 das 11 capitais monitoradas pelo Índice FipeZap
■ Análise do último mês: o Índice FipeZap de Locação Residencial, que acompanha o comportamento do preço médio do aluguel de apartamentos prontos, encerrou dezembro com alta mensal de 0,43%, após permanecer praticamente estável no mês anterior (+0,03%). Comparativamente, a variação foi inferior à inflação registrada pelo IPCA/IBGE (+1,35%) e pelo IGP-M/FGV (+0,96%), resultando em uma queda real do preço médio. Individualmente, o comportamento do preço médio do aluguel em dezembro refletiu o avanço do preço médio na maior parte das capitais monitoradas, incluindo as altas registradas em: Salvador (+1,67%), Goiânia (+1,49%), Recife (+1,17%), Rio de Janeiro (+0,86%) e Florianópolis (+0,71%). Em contraste, as capitais que registraram recuos ou altas mais modestas no último mês de 2020 incluíram: Brasília (-0,60%), São Paulo (-0,09%), Porto Alegre (+0,03%), Belo Horizonte (+0,36%) e Fortaleza (+0,60%).

■ Análise de 2020: o Índice FipeZap de Locação Residencial encerrou 2020 com uma alta acumulada de 2,48% – resultado que manteve a variação do preço médio do aluguel abaixo da inflação medida pelo IPCA/IBGE (+4,52%) e pelo IGP-M/FGV (+23,14%). À exceção de Curitiba, onde o Índice FipeZap de Locação Residencial registrou queda 0,37% no preço médio, as demais capitais monitoradas apresentaram elevação de preço médio do aluguel no acumulado no ano, ordenadas da maior à menor variação da seguinte forma: Goiânia (+8,87%), Belo Horizonte (+6,24%), Recife (+5,0%), Salvador (+4,96%), Brasília (+4,91%) Porto Alegre (+1,27%), São Paulo (+1,14%), Florianópolis (+0,82%), Rio de Janeiro (+0,70%) e Fortaleza (+0,26%).

■ Preço médio de locação residencial: com base em dados de todas as 25 cidades monitoradas pelo Índice FipeZap de Locação Residencial, o preço médio do aluguel encerrou o mês de dezembro em R$ 30,46/m². Entre as 11 capitais monitoradas, São Paulo se manteve como a capital com o preço médio mais elevado (R$ 40,06/m²), seguida pelos valores médios registrados em Brasília (R$ 32,16/m²), Recife (R$ 31,50/m²) e Rio de Janeiro (R$ 30,74/m²). Já entre as capitais com menor valor de locação residencial, destacaram-se: Fortaleza (R$ 17,37/m²), Goiânia (R$ 18,46/m²), Curitiba (R$ 20,77/m²) e Belo Horizonte (R$ 23,54/m²).

■ Rentabilidade do aluguel: a razão entre o preço médio de locação e o preço médio de venda dos imóveis é uma medida de rentabilidade (rental yield) para o investidor que opta em adquirir o imóvel com a finalidade de obter renda com aluguel ao longo do tempo. Nesse sentido, o indicador pode ser utilizado para avaliar a atratividade do mercado imobiliário em relação a outras opções disponíveis aos investidores a cada momento do tempo. Com isso, o retorno médio do aluguel residencial (anualizado) encerrou em dezembro de 2020 em 4,70%, percentual marginalmente inferior ao registrado há 12 meses (recuo de 0,03 ponto percentual) mas ainda assim superior à rentabilidade média projetada de aplicações financeiras de referência.

Nota (*): os preços considerados se referem a anúncios para novos aluguéis. O Índice FipeZap não incorpora em seu cálculo a correção dos aluguéis vigentes, cujos valores são reajustados periodicamente de acordo com o especificado em contrato. Como resultado, o Índice FipeZap de Locação Residencial capta de forma mais dinâmica a evolução da oferta e da demanda por moradia ao longo do tempo.

IGP-M no reajuste dos aluguéis? O dilema entre ter bom senso ou razão

Por Livia Rigueiral, CEO do Homer

Não bastasse a preocupação com a crise de saúde pública mundial ocasionada pela pandemia, neste início de 2021 pude notar também uma grande aflição por parte de muitos brasileiros que vivem de aluguel quanto à possibilidade de o reajuste dos contratos de locação ocorrer com base no IGP-M, que é o Índice Geral de Preços-Mercado medido pela FGV. Isso porque esse índice ao qual os contratos são indexados fechou 2020 em 23,14%, maior alta desde 2002, enquanto a inflação oficial, que é o IPCA – Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo medido pelo IBGE -, está até o momento em 4,31%.

Entendo que os locatários têm motivo mesmo para estarem aflitos, afinal, por lei, é o IGP-M que estabelece um parâmetro quando o dono de um imóvel, com respaldo contratual, resolve alterar o valor mensal que é pago pelo inquilino. Porém, diante dessa alta exorbitante ocasionada pelo atual desequilíbrio econômico e pela variação do dólar, vi o mercado imobiliário se movimentar e passar a deixar de usar esse índice apelidado de inflação dos aluguéis nos reajustes. “Proprietário x Inquilino, negócios à parte”, hoje tem sido muito mais “Proprietário x Inquilino, negócios em comum”, sob um olhar muito mais humano de ambas as partes, com fatores sociais se sobressaindo ante a variação do índice.

Também, pudera, com mais de 14 milhões de desempregados no país, e uma instabilidade financeira pairando em muitos lares e sem prazo para chegar ao fim, negociar se tornou palavra de ordem – e sobrevivência. Muitas imobiliárias, donos de imóveis e empresas, a pedido dos locatários ou por conta própria, têm usado o IPCA para reajustar os valores nos novos contratos, o que garante um certo equilíbrio do setor. Vejo isso de forma muito positiva, e aposto no diálogo como solução para que, neste ano que se inicia, não testemunhemos um recorde de quebras contratuais por conta de aumentos incabíveis e inesperados neste momento de crise.

Já foram muitas as quebras das cadeias produtivas e de consumo. Caso não haja conversa, o reajuste com base no IGP-M só virá para agravar isso. É só pensar, quem assina um contrato imaginando uma correção monetária de mais de 23% no aluguel? Quem se programa para tal aumento?

O bom-senso aponta para a negociação, e eu estou com ele, antes ter bom-senso a usar a razão das cláusulas dos contratos. De legado, a pandemia nos trouxe a crise, mas também algumas mudanças no comportamento das pessoas, uma delas, na minha opinião, foi o aumento da empatia, do se colocar no lugar do outro para ter uma visão macro das situações. E agora em 2021, é isso que acredito que traremos para nortear nossas ações. Olhares mais humanos, e decisões humanizadas.

Referência para aluguéis novos no QuintoAndar, IPCA acumulado até novembro fica em 4,31%

O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) acumulado de 12 meses até novembro subiu 4,31%, segundo o IBGE. O indicador, que passou a ser usado como referência para contratos novos de aluguel pelo QuintoAndar, plataforma imobiliária digital com mais de R$ 30 bilhões em ativos sob gestão, apresentou alta e, ainda assim, menor volatilidade que o IGP-M, o padrão em parte do mercado.

A mudança promovida pelo QuintoAndar tem com objetivo evitar os impactos negativos para inquilinos e proprietários causados pelas distorções do IGP-M, especialmente em momentos de crise como o atual. A mudança de padrão vale para todos os novos contratos fechados pela plataforma.

O IGP-M, por sua composição, sofre grande influência do câmbio, o que explica sua alta volatilidade e, mais uma vez nos últimos meses, contribuiu para o descolamento de outros índices de inflação, como o próprio IPCA, que é o indicador oficial do país. A variação acumulada do IGP-M em 12 meses foi de 24,54% em novembro. Já o IPCA subiu 0,89% entre outubro e novembro, e acumula alta de 3,13% em 2020 e de 4,31% nos 12 meses até novembro.

“A volatilidade do IGP-M não é boa para ninguém, pois resulta em aumentos descolados da realidade das pessoas, com agora, ou mesmo em retração, como aconteceu em 2017”, diz Gabriel Braga, co-fundador e CEO do QuintoAndar. “Em situações como essa que estamos vivendo, o proprietário tem dificuldade em conseguir a correção integral e ainda corre o risco de o inquilino rescindir o contrato. Para o morador, também não é bom, pois ele tem todo o desgaste de ter de procurar um imóvel novo e se mudar caso não haja negociação.”

No caso de uma rescisão pedida pelo inquilino que não quer ou tem como arcar com o reajuste, o proprietário ainda enfrenta outra dificuldade: os preços médios do aluguel têm caído. Assim, além do custo da vacância, e de não ter o valor reajustado, provavelmente terá de alugar o imóvel por um valor inferior àquele do contrato encerrado.

Flexibilidade e contratos vigentes

Embora o uso do IPCA como referência nos novos contratos fechados pelo QuintoAndar passe a ser o padrão da companhia, os clientes ainda têm a flexibilidade de optar pelo IGP-M. A alteração do índice, porém, tem de ser acordada previamente entre inquilino e proprietário, durante a fase de negociação.

Os contratos vigentes pela plataforma não serão impactados pela mudança de padrão, e permanecem com o IGP-M como referência até seu vencimento.

Por conta do contexto econômico atual e da forte alta do IGP-M, o QuintoAndar tem atuado para facilitar a negociação de reajuste entre inquilinos e proprietários, além de entrar em contato com os donos de imóveis sugerindo a aplicação proativa de taxas menores na correção dos aluguéis. A decisão, porém, é inteiramente dos proprietários.

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Startup de coliving isenta novos moradores do aluguel de dezembro e janeiro

Que o ano de 2020 foi conturbado para todos não é nenhuma novidade e quando chegamos perto do final de ano, outras preocupações começam a surgir, como gastos e projeções para o ano que vem por aí. Pensando nisso, a Yuca – startup pioneira na gestão de apartamentos compartilhados em São Paulo, está oferecendo uma ajuda para os novos yukers que pretendem se mudar ainda este ano: a isenção do aluguel dos meses de dezembro de 2020 e janeiro de 2021.

Começando a pagar a locação somente em fevereiro de 2021 e com contratos de um ano, os novos Yukers podem se mudar nos próximos dois meses e terão o aluguel de graça durante esse período. O projeto tem como objetivo ajudar os novos moradores a se organizarem neste final de ano e começarem 2021 mais tranquilos e já instalados.

Vale ressaltar que o valor não é cobrado em 2021 de forma retroativa e os novos moradores podem se instalar nos melhores bairros de São Paulo, como Pinheiros, Vila Madalena, Vila Olímpia, Consolação, Bela Vista, entre outros. A Yuca traz em sua essência o conceito de living-as-a-service (LaaS), entregando praticidade e qualidade de vida ao unir tecnologia e um design inovador em todos os seus empreendimentos. Para mais informações, acessar o link .

Simulador otimiza negociação para fiança locatícia na CredPago

Como forma de transparência e para facilitar o processo de locação entre imobiliárias e inquilinos, a CredPago , startup pioneira em oferecer o serviço de fiança locatícia com uso de cartão de crédito no mercado imobiliário brasileiro, oferece o Simulador de locação. Com a ferramenta, o inquilino tem uma pré-aprovação dos valores que ele pode pagar no aluguel e para a imobiliária o dispositivo funciona como um qualificador de lead.

“Quando a resposta é gerada, o Simulador aponta qual o valor ideal para o cliente alugar um imóvel com a informação exata dos preços compatíveis ao inquilino. Como prova da eficácia, os clientes relatam que com o uso do simulador a taxa de conversão das locações aumentou em cerca de 65%, um volume significativo e importante para nós”, afirma Jardel Cardoso, CEO da CredPago.

De acordo com ele, após um rápido preenchimento do formulário no site a ferramenta informa os valores. “Os clientes finais podem usar o site para a simulação, já as imobiliárias possuem um simulador dentro da plataforma da CredPago, na qual elas contam com um histórico das simulações feitas, assim, podem trabalhar melhor os seus leads”, salienta Cardoso.

O Simulador da startup é único no mercado imobiliário brasileiro. A ferramenta não apresenta custo para imobiliárias, personaliza o atendimento de cada cliente e adequa os imóveis disponíveis à renda informada no cadastro.

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QuintoAndar e Elo se juntam para ajudar quem deseja pagar aluguel com cartão de crédito

Pensando em melhorar a experiência de quem quer praticidade na hora de pagar o aluguel, QuintoAndar e Elo fecham parceria cheia de benefícios: todos os clientes QuintoAndar que pagarem aluguel com o cartão Elo ganharão R$ 100 de desconto na próxima mensalidade. Para quem pagar quatro meses de aluguel consecutivos com Elo ganhará 4 mil pontos Livelo, que podem ser usados em mais de 800 mil opções para resgate de produtos e serviços em 56 categorias diferentes, como eletrodomésticos, eletrônicos, esportes, vestuário, decoração, saúde, beleza e viagem.

Com o consumo digital impulsionado pela pandemia, o uso do cartão de crédito tem se tornado uma opção cada vez mais viável entre os brasileiros. Dados da Elo mostram que a utilização do cartões de crédito no e-commerce registrou alta de 24% em relação ao período pré-pandemia, com destaques para os apps de entrega e lojas de departamento, que cresceram 134% e 120%, respectivamente. Essa tendência de maior uso do cartão vem sendo observada em todos os segmentos da economia, inclusive no imobiliário.

Segundo Jonas Marchetti, diretor de crédito do QuintoAndar, pagar o aluguel com cartão de crédito, além de trazer uma série de benefícios para o inquilino, facilitou o acerto de contas durante a pandemia. “Desde abril, quando liberamos o pagamento com cartão de crédito, observamos clientes parcelando as mensalidades para poder arcar com o compromisso de manter o aluguel em dia”, conta Jonas.

“Na Elo, entendemos a tecnologia de pagamentos como uma facilitadora da jornada dos clientes e sua utilização para o pagamento do aluguel é um passo importante nessa direção”, comenta Marcelo Marques, diretor de Desenvolvimento de Negócios da Elo.

Além dos benefícios de parcelamento, desconto e acúmulo de pontos, o pagamento com cartão Elo permite aos clientes também acesso a uma série de ofertas exclusivas.



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CredPago aposta em novos meios de pagamento para flexibilizar aquisição de garantia locatícia

CredPago, startup pioneira em oferecer o serviço de fiança locatícia com uso de cartão de crédito no mercado imobiliário brasileiro, acaba de anunciar um novo benefício para inquilinos dentro do serviço de garantia locatícia.

A partir deste mês, os clientes podem pagar a taxa do serviço de fiança em três novos formatos: TED (Transferência Eletrônica Disponível), boleto e PIX (novo sistema de pagamento instantâneo válido para transferências e compras). A opção de parcelamento em até 12 vezes pelo cartão de crédito se mantém.
O inquilino também terá a opção de dividir o pagamento da forma que achar mais prática, inclusive entre dois cartões de crédito, um grande diferencial dentro do mercado brasileiro. Combinações como boleto e TED/PIX; boleto e cartão de crédito ou TED/PIX e cartão de crédito também serão possíveis.

Jardel Cardoso, CEO da CredPago, explica que a novidade é relevante não apenas para inquilinos, mas também para o negócio das imobiliárias. “Além da flexibilidade para o morador, o Multipagamentos abre acesso ao serviço de fiança locatícia da CredPago para aqueles que não têm cartão de crédito. Já as imobiliárias, consequentemente, aumentam as chances de conversão de contratos de aluguel em cerca de 20%”, afirma.

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Em um ano, preço do aluguel no Centro de São Paulo sobe 13,5%

O preço médio do aluguel e do metro quadrado em São Paulo segue crescente. A conclusão é do relatório produzido pelo Imovelweb, um dos maiores portais imobiliários do País. De acordo com o levantamento, em outubro de 2020 houve um aumento de 0,9% no preço da locação em relação a setembro. Dessa forma, para alugar um imóvel padrão (65m², 2 dormitórios e 1 vaga de garagem) em São Paulo é preciso, em média, R$ 2.019 por mês. Por outro lado, o preço médio do metro quadrado na capital paulista cresceu 0,3%, chegando a R$ 6.328.

Nos últimos 12 meses, o preço médio do aluguel na região Central de São Paulo subiu 13,5%, chegando a R$ 2.828/mês. A região foi a que mais se valorizou em São Paulo, tanto no valor da locação quanto no preço médio do metro quadrado, onde houve um incremento de 3,8% durante o período. Confira a tabela com os dados por região em São Paulo:

 LocaçãoVenda
 Variação AnualVariação MensalValor do AluguelVariação AnualVariação MensalValor do M²
Centro13.5%0,4%R$ 2.828/mês3,8%1,4%R$ 8.252
Leste12,6%1,6%R$ 1.775/mês0,5%0,3%R$ 4.646
Nordeste6,4%1,0%R$ 1.671/mês0,6%0,2%R$ 6.188
Sudeste5,9%0,8%R$ 1.963/mês1,2%0,1%R$ 6.606
Centro-Sul5,6%0,5%R$ 2.976/mês2,2%0,3%R$ 9.341
Oeste5,2%0,3%R$ 2.718/mês2,1%0,3%R$ 8.714
Noroeste4,3%0,6%R$ 1.620/mês-0,4%0,1%R$ 5.502
Sul1,6%1,3%R$ 1.845/mês3,8%0,3%R$ 5.562

Aluguel cresce acima da inflação
Em 2020, o preço dos aluguéis imobiliários na capital paulista acumula um aumento de 5,2%. Entre outubro de 2019 e outubro de 2020, o crescimento foi de 6,7%. O valor está acima da inflação (IPCA 15), que registra um aumento de 3,5% nos últimos 12 meses, mas está abaixo do Índice Geral de Preços do Mercado (IGP-M), que subiu 20,8% durante o período.  
Em outubro, o valor do aluguel cresceu 0,9% em relação ao mês anterior. Os bairros que registraram os maiores aumentos no preço médio do aluguel nos últimos 12 meses foram Belém (24,7%), Jardim Fonte do Morumbi (23,9%)e Vila Cunha Bueno (23,9%). Por outro lado, as maiores desvalorizações foram registradas nos bairros Vila Santo Estéfano (-23,5%), Cidade Jardim (-20,7%) e Jardim Paraíso (-20,5%).
Confira os bairros mais caros e baratos para a locação de imóveis em São Paulo:

Mais baratos (mensal)Variação mensalVariação Anual
Vila Sabrina (Vila Medeiros)R$ 1.0331,2%-14,5%
Jardim Miriam (Itaim Paulista)R$ 1.145-1,1%-17,2%
Guaianazes (Guaianazes)R$ 1.174-2,2%-2,8%
Mais caros (mensal)Variação mensalVariação Anual
Itaim Bibi (Itaim Bibi)R$ 4.7720,8%4,4%
Vila Olímpia (Itaim Bibi)R$ 4.775-0,4%2,6%
Ibirapuera (Itaim Bibi)R$ 4.8948,4%S/D

Parque Ibirapuera segue com o maior valor de metro quadrado em São Paulo

De acordo com o relatório produzido pelo Imovelweb, para comprar um imóvel padrão em São Paulo é preciso, em média, R$ 405.600. Já um imóvel de 95 m², três quartos e uma vaga na garagem custa, em média, R$ 592.800. Em 2020, o preço do metro quadrado subiu 1,7% em São Paulo, sendo que esse também é o percentual de crescimento durante o período de outubro de 2019 e outubro 2020.

Os locais onde o metro quadrado mais se valorizaram entre outubro de 2019 e outubro de 2020 foram Jardim Centenário (R$ 5.337/m², alta de 19,9%),  Vila Azevedo (R$ 8.155/m², crescimento de 19,7%) e Vila Sabrina (R$ 4.883/m², aumento de 18,6%).

Já as maiores desvalorizações foram registradas no Parque do Carmo (R$ 3.709/m²), Conjunto Habitacional Barro Branco II (R$ 2.561/m²) e Jardim Penha (R$ 4.356/m²), com queda de 18,8%, 17% e 16,4%, respectivamente.
Veja a tabela com os metros quadrados mais baratos e mais caros do mês de setembro em São Paulo:


Mais baratos (m²)
Variação mensalVariação Anual
Conjunto Habitacional Santa Etelvina III (Cidade Tiradentes)R$ 2.0461%S/D
Jardim Olinda (Campo Limpo)R$ 2.2580,5%-4%
Conjunto Habitacional Fazenda do Carmo (Cidade Tiradentes)R$ 2.2630,9%6,8%
Mais caros (m²)Variação mensalVariação Anual
Cidade Jardim (Morumbi)R$ 21.899-2,6%-6,6%
Ibirapuera (Moema)R$ 22.4540,94,7%
Parque Ibirapuera (Moema)R$ 23.106-4,8%10,4%

O índice de rentabilidade imobiliária relaciona o preço de venda e valor de locação do imóvel para verificar o tempo necessário para recuperar o dinheiro utilizado na aquisição do imóvel. No relatório de outubro, o índice subiu para 5,6%. Dessa forma, são necessários 18 anos para obter o valor investido no imóvel, 4,9% a menos que há um ano.

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Housi tem descontos de 30% a 50% para locação de apartamentos durante a Black Friday

A Housi, primeira plataforma de moradia por assinatura do mundo, lança, neste mês, a “Block Friday”, campanha para a Black Friday com descontos de 30% a 50% em mais de 500 imóveis cadastrados na plataforma, durante todo o mês de novembro. Além disso, os moradores ganharão gifts de boas-vindas da Cacau show, Cerveja Beckse Coca-Cola.

A startup estreia, ainda, uma parceria com a AME, carteira digital que realiza transações de pagamento e transferências e que disponibiliza parte do valor de volta para a conta do usuário, de acordo com o valor da transação. Na assinatura de uma unidade Housi, os usuários têm direito a até R﹩ 500 de cashback em compras feitas apenas pelo site .

Para participar da promoção, basta acessar os canais da Housi (site e app), selecionar o imóvel, o período de estadia e realizar o pagamento via cartão de crédito. A startup já contabilizou mais de nove mil locações e 20 mil usuários desde que foi criada, em 2019. Hoje, são cerca de 5 mil acomodações em sua disponíveis para serem locadas, incluindo as unidades de sua flagship na Bela Cintra, em São Paulo, onde o prédio inteiro é da Housi.

Além do desconto, os clientes terão acesso ao Housi Hub, serviço da Housi disponível em todos os pacotes, com acesso gratuito à uma série de aplicativos pagos como Netflix, Rappi Prime, Spotify, Youtube Premium, HBO GO, Amazon, Tinder, entre outros, podendo selecionar até cinco opções. Os moradores da Housi ainda contam com um ecossistema de parceiros que proporcionam experiências e serviços que otimizam o tempo, trazem mais agilidade e proporcionam economia por meio dos descontos acordados. São mais de 20 empresas parceiras, entre elas: Apptité, BTFit, Docway, ifood, Grow, Lev, Singu e Turbi.

“O conceito da Block Friday da Housi propõe um questionamento sobre o que realmente merece consumir o dinheiro das pessoas. Disponibilizamos uma plataforma de soluções de moradia sem burocracia e a preços acessíveis. É um serviço essencial”, explica Roberta Faria, Head de Branding da Housi.

No terceiro trimestre do ano, a Housi cresceu 167% na média mensal de contratos assinados e 294% na média de novos usuários cadastrados na plataforma em relação ao trimestre anterior. Com a ação, a expectativa com a campanha promocional é de dobrar o faturamento mensal.

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