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Faça você mesmo: como a pandemia transformou as vendas de material de construção

Por Daniel Mayo, diretor de segmento da Linx

A pandemia do novo coronavírus e o isolamento social imposto trouxeram um estilo de vida diferente. Grande parte da população passou a trabalhar de casa, em um primeiro momento de forma temporária, mas, aos poucos, como nova realidade. Com mais tempo em casa, as paredes que precisavam de uma nova pintura, reparos que estavam atrasados e até mesmo decorações para deixar o ambiente mais agradável se tornaram o novo passatempo – e, consequentemente, o famoso “Faça você mesmo” dominou o setor de construção e home center.

Prova disso é o salto de vendas de materiais pela internet para pequenas reformas. Uma pesquisa conduzida pela ELK apontou que 24% dos consumidores finais já tinha comprado materiais online para pequenas reformas alguma vez na vida. Nos três primeiros meses da pandemia, porém, esse número atingiu impressionantes 42%. Para os varejistas, essa animação de criar e reformar com as próprias mãos significou migrar rapidamente para o universo digital. Para abocanhar uma parte do faturamento do segmento, 65% dos lojistas passou a vender de forma remota, com entregas. Em maio, esse número era de 44%.

Quebrando paradigmas, lojas menores e “de bairro”, sem presença no online, precisaram se adaptar, comercializar pela internet, além de ampliar o leque de produtos para bricolagem e jardinagem. Porém, apesar da vontade e potencial de mercado, o varejista precisa estruturar sua operação consistentemente. A capacidade de adequação também inclui surpreender e munir o cliente de maneiras que facilitem a compra, como pagamentos, prazos de entrega mais rápidos e promoções eficientes. Então, como preparar a loja para tais processos e com fluidez? Abaixo, elenco dois fatores como protagonistas.

Organização, formas de pagamento e prazos de entrega: os pedidos desse tipo de varejo costumam ser complexos, com diversos itens, diferentes tipos de processos – como aquisição online e retirada em loja – e o movimento oposto, com entrega delivery. Além disso, existe a possibilidade da entrega ser realizada em locais diferentes, principalmente quando executada por terceiros (engenheiros e arquitetos, por exemplo, que compram materiais para diversas obras no mesmo dia). Investir em sistemas que integram esses processos garantirá organização e versatilidade ao cliente, que deseja uma experiência de compra ágil e eficaz em todos os passos, além de formas de pagamentos facilitadas.

Promoções e movimentação de estoque: assim como diversos segmentos, o de material de construção e home centers conta com diversas vendas “casadas”. Uma pessoa pode precisar de uma lata de tinta para uma pintura, mas também comprar plantas e produtos para pequenos reparos. Além de garantir que há disponibilidade e controle dos itens estocados, é interessante aplicar soluções que facilitem os mesmos descontos, seja no PDV ou e-commerce, com oferta de brindes para descomplicar a vida do varejista. Nesse tipo de plataforma, ainda pode ser possível gerar vouchers e fidelizações, fatores que auxiliam o fortalecimento de pequenos empreendimentos.

Para o cenário do pós-pandemia, podemos prever a manutenção da alta de vendas do setor. Uma pesquisa do Grupo Zapp indicou que o tipo de imóvel buscado mudou durante a crise, com os brasileiros desapegando de moradias menores e próximas ao trabalho e se interessando cada vez mais por imóveis afastados, maiores e com vista para a natureza. Mais do que uma tendência, a mudança do estilo de habitação deve sustentar a consolidação do “Faça você mesmo”, com mais pequenas reformas tomando lugar nas novas casas.

Qual será o impacto para o setor? Podemos listar três: a primeira é que, com o aumento de metragem das casas, produtos de jardinagem e bricolagem devem ganhar ainda mais destaque; a segunda, lojas menores e afastadas poderão ganhar mais visibilidade por contraporem a distância das grandes redes; e a última, cada lojista e colaborador precisará entender o momento do mercado e dar respostas. Ter iniciativas e governar esse novo espaço, regendo os formatos físicos e digitais será fundamental para atender o novo público.

Com mais de 50 opções de serviços gerais, startup Triider movimenta cerca de R﹩ 5 milhões no setor

O setor da construção civil é considerado uma das atividades essenciais para a economia, movimentando mais de R﹩ 225 bilhões ao ano. Com 136 mil lojas de materiais de construção em todo o país, o mercado conta com 4,6 milhões de profissionais de obra no Brasil. Para potencializar a qualidade e eficiência dos serviços prestados aos consumidores, surgiu o Triider , plataforma de serviços de manutenção e reforma que conecta clientes com profissionais especializados.

A startup Triider, um marketplace de serviços gerais, apostou na crescente demanda do setor e criou uma plataforma que conecta clientes com profissionais especializados em diversas áreas como elétrica, pintura, hidráulica, instaladores, marido de aluguel, assistencia técnica, entre outros serviços. Desde a sua criação em 2016, o Triider já realizou mais de 40 mil operações em importantes regiões do Sul do Brasil. Atualmente, a startup expandiu suas operações em capitais como Curitiba, São Paulo, Belo Horizonte e Brasília.

Criada a partir da dificuldade de quatro sócios de encontrar bons profissionais para serviços de manutenção em geral, o Triider começou sua operação em Porto Alegre e Canoas, no Rio Grande do Sul. Em outubro de 2020, foi adquirida pela joint venture da Votorantim Cimentos, Gerdau e Tigre, a Juntos Somos Mais. Com um importante investimento este ano, o Triider pretende fechar 2020 com mais 70 novos colaboradores que vão apoiar o forte processo de expansão e consolidação da plataforma em todo o país.

Com um processo full-stack, o Triider se diferencia por ser a primeira plataforma a acompanhar o serviço do início ao fim, intermediando todas as etapas desde o orçamento, realização do serviço, garantia e até o pagamento. Desta forma, nem o cliente, nem o profissional ficam desassistidos em nenhum momento e o processo flui de maneira mais estruturada, evitando desentendimentos e transtornos.

“O Triider surgiu para facilitar essas atividades, garantindo a segurança e agilidade dos serviços de reparo e manutenção em geral. A nossa proposta é de disrupção dos serviços do setor, proporcionando melhorias para o cliente e o profissional”, conta Juliano Murlick, CEO do Triider. A empresa ainda se encarrega de regular a oferta e a demanda nas regiões, de forma que haja um equilíbrio entre a quantidade de pedidos de orçamentos e profissionais na plataforma, gerando assim oportunidades iguais para todos os prestadores sem que falte mão de obra para atender os consumidores.

A plataforma conta com atendimento humanizado 24×7, em que o cliente pode explicar sua dor e os especialistas o direcionam para o profissional ideal, sempre intermediando os contatos e resolvendo questões pontuais. “A nossa proposta de valor beneficia tanto o cliente, que conta com garantia de serviço, suporte 24h do nosso time e toda a facilidade de um processo full stack, quanto o profissional, através da recorrência de serviços e garantia de pagamento.” completa Murlick.

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Indústria de materiais de construção continua recuperação

A ABRAMAT (Associação Brasileira da Indústria de Materiais de Construção) divulga nessa quinta-feira, 12, a nova edição da sua pesquisa Índice, elaborada pela FGV com dados do IBGE, apresentando os dados de faturamento do setor. A associação projeta crescimento do setor em outubro e revisa os dados publicados em setembro, confirmando crescimento acima do esperado.

O Índice da ABRAMAT indica que em outubro de 2020 a indústria de materiais de construção teve faturamento 3,4% maior do que o registrado em setembro. O resultado representa um crescimento de 14,5% em relação a outubro de 2019. No acumulado dos últimos 12 meses, o setor registra retração de 2,1% no faturamento deflacionado.

A nova edição da pesquisa também aponta os dados consolidados de setembro de 2020. No período, a indústria de materiais de construção teve faturamento 10,2% maior que o observado em setembro de 2019. O resultado revisado aponta crescimento de 11,22% do segmento de materiais básicos e 8,9% dos materiais de acabamento em relação ao mesmo período do ano anterior.

“O resultado revisado de setembro ficou acima do que havia sido estimado pelo modelo da FGV, reforçando a tendência de recuperação de resultados do setor iniciada em maio. Os resultados estimados para o mês de outubro refletem os efeitos positivos da flexibilização crescente das atividades e consequente recuperação gradual da economia brasileira, porém é necessária cautela sobre estimativas em relação à evolução do cenário econômico interno e externo para os próximos meses”, comenta Rodrigo Navarro, presidente da ABRAMAT. A associação mantém a projeção para 2020 que aponta queda de 2,8% no faturamento do setor em relação a 2019.

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Tecnologia é aliada na redução de desperdício de materiais na construção civil

Combater o desperdício de materiais na construção civil é considerado por muitos um dos maiores desafios do setor. Por isso, com o intuito de auxiliar na busca por soluções que levem a este objetivo, o Concrete Show Experience promove o debate a respeito desta questão em um evento que reunirá a cadeia produtiva do cimento, do concreto e da indústria da construção civil em uma plataforma 100% virtual, de 10 a 12 de novembro.

O tópico vem à tona no terceiro dia de evento (12), às 11 horas, com a palestra do engenheiro civil Eduardo Damião, especialista de desenvolvimento tecnológico da Tecnisa, uma das maiores construtoras e incorporadoras imobiliárias do país. Damião abordará o assunto na palestra “Como diminuir o desperdício de concreto com o uso da tecnologia”.

“Por ser um tema já conhecido, meu intuito é provocar o setor, questionando o porquê de ainda termos que falar sobre desperdício de concreto na construção civil. Sabemos que este é um problema que ocorre há mais de 20 anos no setor. Mas, por qual razão isso ainda não mudou? Já contamos com tecnologias disponíveis no mercado que podem ajudar a combater essa questão e a trazer mais eficiência e produtividade. Então, por qual motivo não as utilizamos ainda?”, questiona.

O especialista aponta algumas tecnologias que podem solucionar este desafio. “Uma delas são sensores que vão dentro dos balões dos caminhões betoneiras, que ajudam a identificar o volume exato de concreto que realmente está sendo transportado, já que, muitas vezes, nem os fornecedores e nem as construtoras sabem, de fato, quantos metros cúbicos do material existem lá, o que distorce os indicadores e colabora para o desperdício”, diz.

Outra inovação que o mercado dispõe e, segundo ele, pode ser mais utilizada são os projetos estruturais feitos com base na tecnologia BIM (Building Information Modeling ou Modelagem de Informações da Construção, em tradução literal), que permite a criação de um ou mais modelos virtuais de uma construção, oferecendo suporte ao projeto ao longo de todas as fases. “Com este recurso, somos capazes de analisar dados de forma mais precisa, evitando assim erros de cálculos que possam prejudicar os indicadores mais para frente”, acrescenta.

Para finalizar, Damião comenta ainda que, além dessas tecnologias, há muitas outras que podem ser desenvolvidas para aprimorar ainda mais o setor. “Por exemplo, já está mais do que na hora de desenvolvermos uma plataforma para conectar os fornecedores e as construtoras em um mesmo sistema, de forma a garantir mais transparência aos processos de fornecimento de concreto, permitindo às construtoras total visibilidade sobre as informações de concretagem que, de fato, foram para as respectivas obras. Na prática, isso é algo que não existe ainda, mas temos plena capacidade de elaborar alguma coisa do tipo para não ficarmos discutindo perda de concreto pelos próximos 20 anos também”, completa.


Concrete Show Xperience
Data: 10 a 12 de novembro.
Inscrições: www.concreteshow.com.br/pt/Concrete-Show-Xperience

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Indústria continua ganhando fôlego e ABRAMAT revisa projeção para o ano

A ABRAMAT (Associação Brasileira da Indústria de Materiais de Construção) divulga a nova edição de sua pesquisa Índice, elaborada pela FGV com dados do IBGE sobre o faturamento das indústrias de materiais de construção. A pesquisa indica que em setembro o faturamento das indústrias de materiais de construção manteve a recuperação. O resultado do mês é de alta de 1,1% sobre agosto. Os resultados positivos dos últimos meses fizeram a modelagem da FGV utilizada pela ABRAMAT apontar uma revisão da projeção em 2020 para -2,8%, significativamente melhor que os -7% projetados no auge da crise trazida pelo Covid-19.

A alta é registrada tanto no setor de acabamento, com avanço de 1,4%, quanto no de base, que apresenta crescimento de 0,9% sobre agosto. Já em comparação com setembro de 2019, a melhora apresentada foi de 3,8%. No acumulado do ano, entre janeiro e setembro, o resultado contudo ainda é negativo, de -5,6%.

Segundo Rodrigo Navarro, presidente da ABRAMAT, “A tendência para os próximos meses é que essa recuperação tenha sustentabilidade, assim como no médio e longo prazo. Para tanto, estamos trabalhando com uma série de fatores para assegurar atração de investimentos, geração de empregos e retomada da economia. Temos um sentimento de otimismo, porém moderado e cauteloso, pois há muitas externalidades em jogo. Objetivamos que essa recuperação do setor se consolide no pós-crise e nos anos a seguir” conclui o executivo.

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Vivo Empresas é a nova participante do programa de fidelidade Juntos Somos Mais

Reforçando o propósito de transformar o varejo da construção civil, a Juntos Somos Mais – joint venture da Votorantim Cimentos, Gerdau e Tigre – anuncia a parceria com a operadora Vivo Empresas, um dos maiores conglomerados de comunicação do mundo, em seu rol de participantes. A empresa de telecomunicações entra para ajudar na democratização do acesso ao universo digital para as 80 mil lojas e mais de 500 mil profissionais do setor da construção civil participantes do programa.

Os efeitos da pandemia no varejo da construção civil apenas alavancaram a necessidade de transformação e adaptação do setor ao ambiente digital. Segundo pesquisa recente promovida pela Juntos Somos Mais, a compra remota nos meses de auge da pandemia, representaram de 30% a 40% do faturamento total das lojas. Já as vendas por telefone e via WhatsApp passaram de 5% e 4%, respectivamente, para 20% e 17% durante os meses de maio e junho de 2020. Com isso, a parceria com a Vivo chega para fortalecer um importante pilar para as lojas de material de construção: a boa conexão.

A Vivo Empresas, do Grupo Telefônica, entra no programa para fortalecer o varejo por meio dos serviços de conectividade como banda larga, telefonia fixa, móvel, e locação de equipamentos como notebooks, impressoras e desktops, incluindo manutenção, de seguro e suporte ilimitado para os clientes. “O período que estamos vivendo evidenciou que a digitalização deixou de ser uma tendência para se tornar uma necessidade real. Está cada vez mais claro que a tecnologia veio para aproximar as relações e conectar empresas e consumidores, e no varejo de construção civil não é diferente. É com foco em ajudar os negócios nessa jornada de transformação digital que desenvolvemos soluções tecnológicas e integramos esta parceria com o Juntos Somos Mais”, conta Gabriel Domingos, Diretor de Marketing e Produtos Core da Vivo.

A parceria com a Vivo Empresas chega para fortalecer um importante pilar para a digitalização das lojas de material de construção: a boa conexão e a infraestrutura tecnológica necessária para acessar a rede. “Na Vivo Empresas temos focado na inovação disruptiva dos modelos tradicionais de venda de produtos e serviços através de parcerias inusitadas que ampliam e diversificam nosso amplo leque de canais de vendas. Quando conhecemos a plataforma da Juntos Somos Mais, sua robustez, abrangência e seu potencial, não tivemos dúvidas em propor e consolidar a parceria que, sem dúvida, será de muito sucesso”, Felipe Campos, diretor de canais alternativos B2B da Vivo

“Queremos reforçar que estamos juntos para alcançar os principais objetivos de negócio e apoiar cada vez mais o desenvolvimento do varejo da construção civil. A parceria com a Vivo Empresas reforça esse propósito em um momento crucial para o setor varejista, principalmente o da construção civil, que precisou se adaptar rapidamente às novas necessidades dos consumidores”, explica Antonio Serrano, CEO da Juntos Somos Mais.

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A retomada da economia e o abastecimento de aço ao mercado doméstico

O Secretário Especial de Produtividade, Emprego e Competitividade do Ministério da Economia (Sepec/ME), Carlos Da Costa, visitou hoje (01/10) a usina da Gerdau, em Araçariguama, São Paulo. Após a visita, conversou com a imprensa ao lado do presidente do Conselho Diretor do Instituto Aço Brasil, Marcos Faraco (Gerdau), e do presidente executivo do Aço Brasil, Marco Polo de Mello Lopes. A visita teve por objetivo conhecer o processo produtivo de uma mini-mill, moderna e cujos produtos são destinados à construção civil e avaliar com o Aço Brasil a capacidade da indústria nacional do aço de abastecer o mercado doméstico diante da rápida retomada da economia, especialmente nesse segmento.

No ápice da pandemia de COVID-19 no Brasil, houve forte queda de consumo e a indústria brasileira do aço teve que desligar altos fornos e paralisar outras unidades de produção, chegando a operar com apenas 45% de sua capacidade instalada. Os prognósticos de queda do PIB eram então sombrios não só no Brasil como na grande maioria dos países. Felizmente, a retomada da atividade econômica vem sendo mais rápida do que o previsto. Logo que os sinais de aumento da demanda de aço surgiram, o setor do aço começou a reativar sua produção, para atender com brevidade o retorno dos pedidos dos clientes. Hoje, a utilização da capacidade instalada é a mesma de janeiro deste ano (63%).

Especificamente no segmento da construção civil, um dos maiores setores consumidores de aço, o grande consumo é de vergalhões. A maior parte da produção de vergalhões é originária das mini-mills, plantas que não possuem altos fornos e utilizam, principalmente, a sucata reciclada de aço como matéria prima nas aciarias elétricas. Uma menor parcela da produção de vergalhões é obtida a partir de rota integrada principalmente a carvão vegetal, que produz ferro gusa em fornos de menor porte e, em seguida aço, nas aciarias.

Estas duas rotas de produção são versáteis e de mais fácil operação, respondendo ainda mais rapidamente ao eventual aumento da demanda, como a que acontece no momento atual. Presentemente, as plantas dos grupos siderúrgicos que produzem os vergalhões utilizados na construção civil – ArcelorMittal, Gerdau, Aço Verde Brasil, Sinobrás, SIMEC e CSN – estão em pleno funcionamento, com produções acima dos patamares pré-crise, sendo, pois, infundadas as informações sobre escassez de vergalhões.

A indústria brasileira do aço tem plena capacidade de atender a demanda do mercado doméstico, como já o tem feito, e assegura ser esta a sua maior prioridade.

O Instituto Aço Brasil apresentou, na oportunidade, a revisão da previsão de fechamento dos dados para 2020 , com a redução das expressivas quedas previstas anteriormente para a produção de aço bruto, vendas internas, exportações, importações e consumo aparente.

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C&C completa 20 anos como uma das maiores redes de home center multiplataforma do país

A maior rede de home center 100% brasileira e pioneira nacional no e-commerce de varejo de construção, reforma e decoração, a C&C Casa&Construção completa, em 15 de outubro, duas décadas de atuação no mercado, orgulhando-se por saber capturar o contexto de cada período, traduzir as tendências de mercado e acompanhar as transformações dos consumidores. Mantendo-se conectada às demandas de consumo desde a abertura da sua primeira loja física, na cidade de São Paulo, em 2000, a marca se posiciona como a maior revendedora de pisos, revestimentos e porcelanatos e uma das maiores em materiais de acabamento e construção em geral do país.

A C&C é resultado da fusão das empresas Conibra e Madeirense e da integração das companhias Uemura Home Center e Castorama. Pertencente ao conglomerado financeiro Alfa, a C&C ampliou sua participação no mercado ao longo dos anos e, hoje, detém um diversificado mix de produtos para construção, casa, decoração e jardinagem com soluções completas para todas as etapas de uma obra.

A rede tem em seu portfólio algumas das maiores e melhores marcas nacionais e internacionais do segmento, além de suas marcas próprias – Casa Nova e Metropac-, cujos produtos podem ser encontrados em suas 37 lojas físicas localizadas estrategicamente nos estados de São Paulo, nas regiões da capital, Grande São Paulo, Baixada Santista e interior; Rio de Janeiro, na capital e Baixada Fluminense; e Espírito Santo, na Grande Vitória. Os pontos de venda físicos seguem layouts em observância ao comportamento e às necessidades dos frequentadores. A marca possui, ainda, dois centros de distribuição situados em São Paulo e no Rio de Janeiro.

Durante a sua trajetória, a C&C tem fortalecido o relacionamento com seus clientes e apresentado novas modalidades de venda e serviços, a fim de oferecer uma melhor experiência aos seus consumidores. Nesse sentido, a rede foi o primeiro home center a comercializar seus produtos no e-commerce, canal onde está presente desde 2001. Televendas, WhatsApp e celular são outros formatos de compra disponibilizados pela marca.

Ação especial

Nesta data tão emblemática, a C&C escolheu presentear seus clientes durante dois meses de festa, ajudando-os a realizarem seus sonhos, sejam eles quais forem. Entre os dias 01 de outubro e 30 de novembro, além de preparar ofertas especiais, o Aniversário C&C Promoção #Festou sorteará 10 prêmios instantâneos diários nos valores de R﹩ 200, R﹩ 400 e R﹩ 500 e dois prêmios maiores, no valor de R﹩ 40 mil, ao fim de cada um dos meses.

A C&C entende que este é um momento em que as pessoas estão retomando planos que ficaram suspensos devido a todos os desafios que foram enfrentados neste ano, em razão da pandemia. Por isso, a marca quer colaborar para que seus clientes reativem os seus planejamentos e estejam mais próximos de seus sonhos.

“Algumas pessoas querem reformar a casa, outras pretendem fazer um novo curso, programar uma viagem, empreender ou até mesmo quitar uma dívida. Acreditamos que a melhor forma de celebrar as nossas duas décadas de atuação é mostrar que estamos ao lado delas nesse processo”, afirma Marcelo Roffe, diretor geral da marca.

Para concorrer, basta que o cliente efetue compras acima de R﹩ 50,00 em qualquer uma das lojas físicas da C&C, no site ou no televendas e cadastre o cupom fiscal correspondente no site cec.com.br/promocaofestou. Após o cadastro, o consumidor ganhará um número (ou números) da sorte para concorrer na hora aos prêmios instantâneos e também ao prêmio maior, de R﹩ 40 mil. Depois, é só guardar o cupom e torcer. Cada cliente poderá concorrer com, no máximo, 100 números da sorte, equivalentes a R﹩ 5 mil em cupons por etapa da promoção.

Para mais informações, acesse: http://www.cec.com.br/

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Sinduscon-MG: vendas de apartamentos crescem, mas custo de construção aumenta

Em julho foram vendidos, nas cidades de Belo Horizonte e Nova Lima, 370 apartamentos novos, o que representou uma alta de 16,7% em relação a igual mês do ano anterior (317). As vendas continuaram se destacando e superando o volume de lançamentos, o que têm levado o estoque disponível para comercialização aos menores patamares históricos. É o que aponta o Censo do Mercado Imobiliário, realizado pela Brain Consultoria para o Sindicato da Indústria da Construção Civil no Estado de Minas Gerais (Sinduscon-MG).

Foram lançados dois empreendimentos nas referidas cidades, totalizando 63 unidades, o que representou um recuo de 14,86% em relação a julho do ano passado. Para o vice-presidente da Área Imobiliária, Renato Michel, os lançamentos represados em função da crise provocada pela pandemia do novo coronavírus deverão acontecer nos próximos meses: “Após a queda histórica de 9,7% do Produto Interno Bruto (PIB) do País no segundo trimestre, em relação aos três primeiros meses do ano, indicadores relativos ao segundo semestre demonstram resultados mais satisfatórios, evidenciando que o pior ficou para trás. A produção da indústria, o desempenho do comércio varejista e até mesmo o setor de serviços vêm apresentando resultados positivos. Esses fatores, aliados ao baixo patamar da taxa de juros e ao incremento do financiamento imobiliário com recursos da caderneta de poupança fortalecem as expectativas mais promissoras para o desempenho do mercado de imóveis novos”.

Entretanto, Renato Michel destaca: “Um desafio que está preocupando os construtores e pode estar contribuindo para o adiamento de novos investimentos é o aumento acentuado nos custos dos materiais de construção. Produtos básicos como o aço e o cimento têm apresentado altas elevadas, prejudicando o andamento das obras e das atividades do segmento. Os indicadores de custo da construção já demonstram isso”.

Em agosto, o Custo Unitário Básico de Construção (CUB/m²), calculado e divulgado pelo Sinduscon-MG, aumentou 1,69%, a maior elevação desde dezembro de 2018. Este resultado é justificado pela alta de 4,13% no custo com materiais de construção, a maior desde novembro de 2002 (4,93%), ou seja, dos últimos 18 anos. Aço, concreto e cimento, que juntos representam 30% do custo com materiais de construção, apresentaram os seguintes aumentos em agosto: 12,24%, 4,75% e 21,23%, respectivamente. Para o vice-presidente do Sinduscon-MG, esse processo de expressiva alta dos insumos pode interromper o fortalecimento das atividades do setor, num momento tão delicado como o que o País vivencia.

Em função do baixo patamar de unidades novas disponíveis para comercialização, que está inferior a 3.000 mil unidades, o preço dos imóveis novos já tem sofrido pressão. Em relação a julho do ano passado a alta observada no preço de apartamentos novos foi de 5,27%, enquanto o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA)/IBGE, indicador oficial da inflação do País, foi de 2,31%. “Com o aumento acentuado no preço dos insumos, essa situação pode se agravar e prejudicar a recuperação da oferta das cidades, levando a uma falta de imóveis novos. E o resultado dessa situação poderá ser a menor geração de emprego e renda no setor”, destaca Michel.

Em julho foram vendidos, nas cidades de Belo Horizonte e Nova Lima, 370 apartamentos novos, ou seja, elas mantiveram-se em patamar elevado, registrando o terceiro melhor resultado do ano, atrás somente de junho (382 unidades) e janeiro (402 unidades). Desagregando as vendas por região observa-se que que a Centro Sul foi destaque, com 106 unidades, seguida pela Pampulha (77 unidades) e pela Região Oeste (59 unidades).

As vendas de apartamentos novos em Belo Horizonte e Nova Lima, nos primeiros sete mese deste ano, em relação a igual período de 2019, registraram incremento de 11,56% . O aumento observado nos lançamentos foi ainda mais expressivo: 23,46%. As vendas, neste período, também foram superiores aos lançamentos, contribuindo, portanto, para a continuidade da queda da oferta de imóveis novos nas referidas cidades. Há quatro meses consecutivos a oferta está registrando retração. Também há quatro meses seguidos as vendas são superiores aos lançamentos. Apenas 17,9% dos imóveis residenciais que entraram no mercado estão disponíveis para venda.

A Sondagem da Indústria da Construção realizada pela Federação das Indústrias do Estado de Minas Gerais (FIEMG), com o apoio do Sinduscon-MG demonstrou que os empresários da construção estão com expectativas mais positivas para os próximos seis meses para o lançamento de novos empreendimentos, para a compra de insumos, para a geração de novas vagas de emprego e para o aumento do seu nível de atividades, o que certamente poderá contribuir para o País voltar a encontrar o caminho do crescimento econômico.

“Os aumentos de custos em função de elevação de preços de insumos, e em alguns casos até com desabastecimento de produtos, pode interromper esse processo, gerando mais desemprego e recuo ainda maior do que já é aguardado para a economia nacional”, comenta Renato Michel. Assim, o otimismo para os próximos meses esbarra neste momento na preocupação com a expressiva elevação dos custos do setor. É necessário aguardar os desdobramentos dessa situação para ver o comportamento do mercado imobiliário.

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Faturamento das indústrias de materiais de construção cresce 2,9% em agosto

A ABRAMAT (Associação Brasileira da Indústria de Materiais de Construção) divulga a nova edição de sua pesquisa Índice, elaborada pela FGV com dados do IBGE sobre o faturamento das indústrias de materiais de construção. A pesquisa aponta que em agosto o faturamento deflacionado da indústria de materiais de construção registrou alta de 2,9% em relação a julho. O número já está ajustado sazonalmente e evidencia alta em ambos os setores, de base e acabamento. Se comparado a agosto de 2019, o aumento é ainda maior, de 9%.

No entanto, a expectativa para o fechamento do ano ainda é de queda. Até o momento a expectativa é uma retração de 7% sobre 2019, mas este percentual deve sofrer alteração no início do último trimestre. O faturamento acumulado até agosto é de -6,2%, se comparado a 2019.

Segundo Rodrigo Navarro, presidente da ABRAMAT, “o setor tem trabalhado muito para minimizar os efeitos da pandemia trazida pelo Covid-19, e o nosso sentimento com os dados que indicam uma recuperação consistente é de um otimismo moderado. Temos de ser ao mesmo tempo cautelosos, pois sabemos que há muitas externalidades envolvidas”.

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