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Vendas de apartamentos de alto padrão crescem cerca de 84% em Belo Horizonte

Apesar da retração econômica vivida no país, devido à pandemia de Covid-19, o mercado de imóveis de alto padrão segue como um dos menos impactados pela crise. Em Belo Horizonte, a comercialização de apartamentos com preços acima de R$ 1 milhão registrou crescimento de 83,79% entre janeiro e agosto deste ano em comparação ao mesmo período de 2019. A cidade, que tem grande demanda no setor de alto luxo, mas que normalmente apresenta poucas ofertas de lançamentos ao ano, também apresentou uma alta no número de lançamentos no período: 140,25%.

Os dados fazem parte do Censo do Mercado Imobiliário, divulgado pelo Sindicato da Indústria da Construção Civil no Estado de Minas Gerais (Sinduscon-MG). A pesquisa aponta que as vendas passaram de 216 unidades, entre janeiro e agosto de 2019, para 397 comercializadas no mesmo período de 2020. Nessa mesma base de comparação, foram lançadas 223 unidades habitacionais de janeiro a agosto deste ano; no mesmo período do ano passado, foram 159.

Exemplo do crescimento desse segmento é a PHV Engenharia, especializada em alto padrão, que tem obtido resultados positivos durante a pandemia: a construtora registrou venda maior que a média dos últimos três anos. O diretor técnico da PHV Engenharia, Marcos Paulo Alves, avalia que existe uma demanda reprimida para o segmento de luxo, o que impulsionou as vendas mesmo diante da pandemia. “Além disso, é visível o aumento no preço dos imóveis, que deve ocorrer nos próximos anos. Não estamos falando de aumento de preço com índices médios de correção, mas com picos, como ocorre ciclicamente no mercado imobiliário e não é percebido há quase 10 anos”, avalia.

Outros fatores que têm impulsionado o segmento de alto padrão, segundo ele, são a queda na taxa básica de juros ao menor patamar da história e a diminuição dos estoques de imóveis com esse perfil. “Sem dúvida, eles provocaram a inevitável valorização dos produtos de alto padrão e, consequentemente, o aumento na procura”, explica Alves.

Entre os empreendimentos de destaque da PHV, está o Quatro Ventos, localizado no bairro Jardim da Torre, nos limites de Belo Horizonte e Nova Lima. O residencial, já em fase final e sucesso de vendas da construtora, tem apartamentos de 750 metros quadrados de área privativa, nove vagas de garagem por unidade, estacionamento para dois carros dentro da própria sala, heliponto no prédio, além de todas as comodidades de um empreendimento de alto luxo. “Cada detalhe foi pensado para oferecer o máximo de exclusividade ao morador”, declara. O mercado está tão promissor que a construtora já se prepara para lançar, em breve, dois empreendimentos: o Unique e o Quatro Estações. 

O diretor técnico da PHV diz que, além de conforto e espaço, a construtora é sempre criteriosa na definição de terrenos e desenvolvimento dos projetos. “Para qualquer imóvel, a localização é o principal fator de valorização, mas, em imóveis de alto padrão, é tudo. Assim, ao anteciparmos na aquisição dos terrenos e desenvolvimento dos projetos, conseguimos caminhar no fluxo certo dentro do ciclo do mercado imobiliário”, destaca. “Com certeza, existe uma demanda reprimida para este segmento de luxo”, afirma.

Na avaliação de Leonardo Matos, diretor da CMI/Secovi-MG (Câmara do Mercado Imobiliário e Sindicato das Empresas do Mercado Imobiliário de Minas Gerais), o que mais atrai investimentos à indústria dos imóveis de luxo é o potencial de agregação de valor ao empreendimento. “Esse mercado dificilmente se abala por crises, porque é composto por pessoas que já têm uma condição econômica muito privilegiada e estão à procura de algo que atenda melhor suas necessidades, seja uma varanda melhor ou um imóvel maior”, argumenta.

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Credihome recebe aval do BC para oferta direta de crédito imobiliário

A Credihome, plataforma online de soluções de crédito para compradores e proprietários de imóveis, recebeu a autorização pelo Banco Central (BC) para atuar como Sociedade de Crédito Direta (SCD), aval que credencia fintechs a operar diretamente produtos de crédito. A licença é um marco para a proptech de pouco mais de 2 anos de existência que, com isso, ganha autonomia e mais agilidade para inovar na oferta de empréstimos diretos, complementando assim a sua ampla oferta multi-banco.

“A SCD nos eleva a outro patamar, com o peso de um ‘carimbo’ de confiança do Banco Central, após amplo processo de auditorias, análises do modelo de negócio e capacidade de execução atestadas para conquistarmos o credenciamento. Com a SCD, viramos uma fintech de fato ao conseguir emitir os financiamentos que oferecemos dentro de casa”, explica Bruno Gama, CEO da Credihome.

Num primeiro momento, a Credihome fará somente as operações de financiamento imobiliário para aquisição de imóveis e home equity (crédito com garantia imobiliária), porém está habilitada a realizar também serviços de análise e cobrança de crédito para terceiros, além de poder emitir moeda eletrônica.

Criada em 2018, a Credihome é uma investida da Finvest, holding especialista em investimentos alternativos de crédito e imobiliário, por trás de negócios consagrados como Rio Bravo, RB Capital e Captalys. “Sempre acreditamos no crédito imobiliário como um vetor importante para economia, seja no acesso à aquisição ou como instrumento financeiro. Vimos na Credihome um potencial disruptivo muito grande e poder transformador para ir além de um marketplace e trazer alternativas ao público, preenchendo gargalos reais desse mercado, que agora ganha novo impulso após a SCD”, afirma Luis Cláudio Garcia de Souza, fundador da Finvest e co-fundador da Credihome.

Apesar do histórico recente, a startup de crédito já acumula números impressionantes: até o final de setembro, foram R﹩ 750 milhões em crédito imobiliário originado no marketplace da plataforma em 2020, 292% maior que em relação a igual período de 2019. Ao longo do ano, foram mais de R﹩ 40 bilhões em demanda capturada pela plataforma sob forma de leads gerados digitalmente e através da sua rede de mais de 7000 parceiros.

“Além de economizar com o serviço de bancarização que hoje é feito através de um terceiro, vamos ganhar principalmente agilidade no lançamento de novos tipos de financiamento, voltados a segmentos específicos, e no processamento e emissão dos contratos de financiamento a aquisição de imóveis e de home equity”, diz Gama.

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Moradia do futuro: Três tendências de habitação que serão antecipadas devido à pandemia

A pandemia definitivamente contribuiu para acelerar mudanças de hábitos de consumo e de comportamento do mundo inteiro e não será diferente no mercado imobiliário. As empresas precisarão reinventar produtos e serviços para atender um novo consumidor que nasceu junto com a pandemia.

Por isso, o Projeto “Moradia no Mundo Pós Pandemia”, elencou três tendências de habitação impulsionadas pela Covid-19, que talvez acontecessem daqui a cinco ou 10 anos, mas já vem se tornando realidade. Vale destacar o movimento dos “sem casa”, pessoas que já não cultivam o sonho morada própria e preferem ter diversos tetos flutuantes, pagando uma assinatura mensal, como um Netflix.

Prova disso é que de acordo com uma pesquisa realizada pelo Instituto de Pesquisas Sociais Políticas e Econômicas (IPESPE) em agosto deste ano, 80% dos jovens, entre 16 e 24 anos, já admitem não se importarem com a compra de um imóvel. Mais de 50% das pessoas acima de 60 anos também dizem querer ter mais liberdade para morar.

Segundo Gesner de Oliveira, economista e professor da FGV, o avanço das novas tecnologias e sua aplicação na prestação de serviços – como aplicativos de viagens individuais, vídeos por streaming, entre outros -, indicam uma tendência da substituição do “ter” para o “usar”.

“Tais desenvolvimentos levaram a novas concepções de moradia como o coliving e a multifamily properties, estendendo ao mercado imobiliário o conceito de ‘usar’ em vez de ‘ter’. Tornou-se possível pensar em um ‘Netflix da moradia’”, avalia o especialista.

Confira abaixo as principais tendências:

1. Moradia como serviço

Assim como os aplicativos de carros deram uma maior autonomia de escolha para as pessoas se locomoverem pela cidade, pagando um preço acessível, a moradia como serviço é uma tendência que já existe, mas que certamente será impulsionada devido à crise imposta pela pandemia.

A “Economia do Compartilhamento” aplicada à moradia é uma realidade crescente entre os jovens, que já compartilham de tudo. “Diferente de gerações anteriores, lares não são mais os mesmos investimentos sentimentais que costumavam ser”, afirma Shawn Amsler, professor e especialista em mercado imobiliário da Faculdade de Columbia.

Atualmente, a Housi, startup de moradia por assinatura, já adota este modelo no Brasil. Com o propósito de ser a ‘Netflix imobiliária’, a empresa aposta diretamente na moradia on demand e por isso oferece uma plataforma digital para locação 100% digital, com imóveis mobiliados e com diversos serviços e facilidades agregados, dentre eles, limpeza semanal e pay-per-view.

2. Multifamily Properties

O mercado imobiliário brasileiro está recebendo também uma forma de investimento bastante comum nos EUA: os multifamily properties .

Ao invés do que acontece hoje, onde cada apartamento tem um pequeno investidor como dono (o locador), cria-se um complexo de apartamentos ou casas, cujas unidades pertencem todas a uma espécie de holding.

Com um único dono, a gestão das unidades é centralizada. Ou seja, todos os moradores do complexo são inquilinos. A operação de locação é tocada como um negócio profissional, com um modelo de operação que visa reduzir custos e simplificar as decisões de investimento na propriedade.

Isso já acontece em shoppings centers, onde o “dono” decide as regras do empreendimento, sem necessitar de qualquer reunião condominial. A diferença é que enquanto os shoppings são focados em comércio, o multifamily property é destinado a residências.

A pesquisa do Ipespe destaca algumas oportunidades semelhantes no Brasil, em que os investidores podem estar de olho. Quando se perguntou sobre o desejo por prédios adequados com a fase da vida, a opção para famílias pequenas e casais surge em 41% das citações, seguidos por perfis misturados (40%) e imóveis específicos para aposentados e idosos (24%).

“Modelos de investimento como o multifamily properties são rentáveis e significam um menor custo de transação em comparação ao aluguel tradicional”, explica o professor da FGV, Gesner de Oliveira.

3. Coliving

A falta de espaços físicos nas grandes cidades já é uma realidade. Como alternativa, surge uma tendência que pretende derrubar, além de paredes, os ideais de individualização e desperdício. Trata-se do coliving, um movimento que estimula a integração, a sustentabilidade e a colaboração entre os indivíduos.

Apesar de ser bastante comum na Europa e América, os colivings desembarcaram no Brasil há menos de cinco anos e ainda não despontaram. Por conta da pandemia, estima-se que existirá uma aceleração neste tipo de empreendimento.

incapacidade de formular soluções para prover serviços eficientes de moradia e não necessariamente unidades adicionais”, conclui Oliveira.

Sobre o projeto “Moradia no Pós-Pandemia”

O Projeto “Moradia no Mundo Pós Pandemia”, foi lançado no início de setembro, como um think tank da habitação. Na ocasião reuniu especialistas no Brasil e EUA, como Gesner Oliveira, doutor em economia e professor da Fundação Getúlio Vargas, Pedro Rivera e Shawn Amsler, ambos professores da Columbia University, e Ben Ross Schneider, professor do MIT, além de Alexandre Frankel, CEO da Housi.

Os desdobramentos desse encontro virtual resultou em uma websérie ,, homônima do projeto, e na produção do livro “Como viver em um mundo sem casa”, a ser lançado no final do mês com os estudos dos especialistas, além da participação de personagens famosos e anônimos.

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QuintoAndar: proprietários estão mais abertos a negociar IGP-M por conta da pandemia

O índice Geral de Preço Mercado (IGP-M) segue em disparada e preocupa quem mora em casa de aluguel. Os últimos dados divulgados mostram uma alta de 4,34%, contra 2,74% em agosto. Observando o aumento crescente do Índice e a instabilidade causada pela a pandemia, o QuintoAndar, plataforma imobiliária com mais de R$ 30 bilhões em ativos sob gestão, iniciou uma força tarefa para auxiliar inquilinos a negociar com proprietários o valor do aluguel e a própria aplicação do IGP-M. A ação foi bem recebida e, desde abril, mais de 6.100 proprietários aceitaram negociar mudanças na aplicação do IGP-M para inquilinos.

O contexto de pandemia foi o principal fator para que os proprietários estivessem abertos para uma negociação, já que muitas famílias tiveram a renda reduzida. Para Jonas Marchetti, Diretor de Crédito do QuintoAndar, a melhor abordagem é ser transparente e deixar claro a intenção do reajuste para o proprietário. “Isso ajuda a deixar claro que a ideia é manter o aluguel em dia e evitar qualquer tipo de problema”, explica Jonas.

Mas vale ter em mente que a renda do dono do imóvel pode depender diretamente do aluguel e, por isso, nem sempre ele poderá abrir mão totalmente de um aumento. Nesse caso, o ideal é tentar chegar a um meio termo que seja viável para ambos.

Para 51%, ter wifi disponível em todo o prédio é fundamental na hora de comprar um imóvel

Cada vez mais a tecnologia está presente na vida das pessoas. Os avanços e comodidade que a tecnologia oferece começa a ser percebida como aspecto importante na hora de comprar um imóvel. Um estudo exclusivo realizado pela DataZAP, braço de inteligência imobiliária do Grupo ZAP, revela que para 51% das pessoas que querem comprar um imóvel, ter wifi disponível em todo o prédio é um aspecto altamente importante.

A pesquisa também que, em segundo, aparece tomadas USB nos imóveis e nas áreas comuns com 42%. Em terceiro, com 40%, fechadura eletrônica ou digital no imóvel está na terceira posição. Além disso, seguem como aspectos importantes: automação dos ambientes da casa (smart home) com 32%, seguido de portaria virtual (31%) e tomadas para carros elétricos (22%).

“A tecnologia estará cada vez mais presente nos imóveis. É importante, na construção de empreendimento, ter essa atenção para aspectos tecnológicos que, sem dúvida, vão fazer a diferença na hora de comprar um imóvel. A tecnologia caminha para ser um dos fatores decisivos na hora de comprar um imóvel”, explica Deborah Seabra, economista do Grupo ZAP.

A pesquisa foi realizada com 861 pessoas das capitais e regiões metropolitanas do Brasil.

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Para 60%, é o melhor momento para comprar um imóvel no país

Em um contexto de crise econômica, isolamento social e queda de consumo, o mercado imobiliário tem sentido menos os impactos quando comparado aos de outros setores. Isso porque, um estudo exclusivo realizado pela DataZAP, braço de inteligência imobiliária do Grupo ZAP, mostra que para 60% dos entrevistados é melhor momento para comprar um imóvel. Os três principais motivos são: preços bons (19%), taxas de juros baixas (13%) e mais oferta no mercado (10%). A pesquisa foi realizada com 700 entrevistados de todo o país.


Já 37% acreditam que não é o momento ideal para adquirir um imóvel. As justificativas são: incerteza política ou econômica (27%), crise do COVID-19 (25%) e instabilidade financeira pessoal (8%).

“Com incentivos como taxas de juros mais baixas e iniciativas tecnológicas do setor mantiveram o setor aquecido. O mercado imobiliário reagiu bem ao momento de pandemia, mais estímulos do governo, fez com que hoje diversas pessoas possam comprar sua casa ou adquirir um imóvel para investimento”, explica Deborah Seabra, economista do Grupo ZAP.

O estudo mostra que dos que desejam comprar, 92% é para moradia e 8% para investimento. “Interessante ver que os dados também mostram, depois de 24 meses da aquisição, 82% pretende transacionar o imóvel novamente e 18% deixará para herança”, ressalta.

O tipo de imóvel aparece apartamento em primeiro, com 49%, seguido de Casa de rua ou vila (28%), Casa em condomínio (15%), Studio e Kitnet (2%) e outras tipologias com 5%.

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Ekko Group reestrutura marca para aprofundar a experiência do consumidor

As mudanças que o mundo vivencia pauta as transformações das empresas. Ao longo de décadas, ideias e valores se transmutam na velocidade em que a tecnologia hoje direciona a inovação. Completando 21 anos de trajetória no mercado imobiliário brasileiro neste mês, a Ekko Group se prepara para viver um desses momentos e, para marcá-lo, anuncia um rebranding em sua marca e em seu posicionamento.

Antenada às mudanças do comportamento do consumidor – que priorizam o relacionamento com empresas cujos valores e ideias sejam parecidos com os seus -, define o novo posicionamento da Ekko Group. Afinal, a marca busca estar mais próxima da vida das pessoas. “Queremos marcar presença em todos os momentos, acompanhando o nosso público em todas as etapas da vida”, explica Diego Dias, CEO da Ekko.

E, para estar sempre presente, a marca quer compartilhar sua visão de mundo por meio de experiências transformadoras de vidas, gerando valores para pessoas e negócios. “A transformação na vida dos clientes não pode ser apenas pela mudança física de endereço, mas, sim, pelas experiências que criamos, ou seja, transformação pelos sentidos, sejam elas relacionadas aos nossos produtos ou em ações”, explica Diego.

Com um VGV (Vendas Geral de Vendas) de lançamentos em curva ascendente, assim como o volume de vendas, um landbank robusto e a preparação para ingressar em novas linhas de negócios nos próximos meses – “nosso objetivo é trabalhar almejando um cenário futuro de internacionalização da marca”, aponta Diego. “Tudo isso sem abrir mão de nossos valores, como Simplicidade, Transparência, Respeito, União, Formação e Visão de Dono”.

Ainda sobre o novo posicionamento, que pode ser considerado uma ressignificação da marca, a Ekko Group tem uma grande preocupação e quer gerar impacto social, enfatizando seu compromisso com o entorno de seus empreendimentos. “A experiência não envolve somente os clientes Ekko, mas também quem está à nossa volta”, aponta.
Entre alguns exemplos que se pode destacar como uma ação efetiva dessa ressignificação da marca, está a criação de um braço importante para o Grupo: a Ekko ONG – fundada há menos de um ano, pretende promover reformas em instituições de apoio a idosos e crianças carentes. “Queremos construir um ecossistema que possa contribuir para a transformação da sociedade como um todo. Isso significa promover a transformação daqueles que fizeram muito por nós no passado e por aqueles que farão no futuro”, aponta o CEO.

A Ekko Group destina uma porcentagem dos resultados da holding para essas iniciativas que fazem a diferença para a sociedade. “Nossa missão é impactar o mundo. Queremos ser agentes de inovação e ajudar a contar a história da habitação no Brasil” – conclui o CEO da Ekko.

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Apto faz “esquenta” para Black Week do mercado imobiliário

Apto, plataforma que conecta potenciais compradores de imóveis novos a construtoras e empreendimentos em todo o Brasil, vai promover a partir do dia 14 de outubro, o “Esquenta” Black Week, que tem como objetivo identificar potenciais compradores que estejam aguardando o período de promoções da Black Friday, em novembro, para comprar um imóvel novo. A ação será realizada por meio de um site, que terá um cronômetro com contagem regressiva para a maior semana de descontos em imóveis novos do mercado imobiliário.

Para participar basta acessar a página e preencher alguns dados como nome, e-mail e região de interesse. “Esse público receberá em primeira mão as melhores ofertas da Black Week que vamos fazer entre os dias 23 e 29 de novembro. Além disso, enviaremos uma série de informações e dicas para facilitar o processo de compra”, explica Alex Reis, gerente de marketing do Apto.

A ação vai contar com algumas construtoras de renome no portfólio, como Eztec, Econ, Even, Exkalla, Saint Marti e Vegus; e assim, busca atrair aquelas pessoas que já estão procurando apartamentos e que querem aproveitar promoções. “No geral, as pessoas aproveitam a Black Friday para buscar produtos de consumo ou eletrônicos e queremos trazer essa data para a realidade do mercado imobiliário. Sabemos que comprar um apartamento exige planejamento e é um processo mais delicado do que esses outros produtos, por isso criamos essa campanha antecipada, que vai ajudar as pessoas a se organizarem e até saberem antes das ofertas”, finaliza Alex.

Serviço – Esquenta Black Week
Quando: a partir do dia 14 de outubro
Onde: no site da ação
Cadastro é gratuito

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Desejo de morar bem acelera negociação remota de imóveis

Considerado atividade essencial na pandemia, o setor de construção civil seguiu seu planejamento na quarentena e tem sido responsável por significativa fatia do giro econômico do País em 2020. Contudo, foi preciso adequar-se para garantir o baixo risco de contágio do coronavírus, principalmente o setor de vendas. Por um bom tempo sem atendimento presencial nos estandes e sem visitas aos decorados, as construtoras se apressaram em apresentar alternativas para continuarem oferecendo e vendendo os imóveis. Afinal, a busca por lares confortáveis só cresce.

De acordo com Presidente da Habicamp, Francisco de Oliveira Lima Filho, as pessoas passaram a investir em imóveis porque se deram conta da importância de morar com qualidade neste momento em que passaram a maior parte do tempo em casa. “Vale lembrar que Campinas está no eixo de cidades mais procuradas para viver pós-pandemia. Por isso, essa área ganha ainda mais destaque”, afirma.

A Plaenge aproveitou o isolamento para rever processos, revisitar temas importantes que estavam de lado e ter um olhar melhor para os seus produtos. Presente nas redes sociais, telefone, site e aplicativo, a construtora responde aos clientes que mantém o afastamento social de maneira totalmente digital. O atendimento é exclusivo e permite que boletos, extratos, demonstrativo de imposto de renda e plantas do apartamento sejam entregues de maneira rápida e automatizada. A assinatura do contrato também ocorre remotamente.

Antenada e de vanguarda

“Rapidamente nós desenvolvemos um leque muito grande para atendimento digital dos clientes. Nós conseguimos ir da apresentação do apartamento até a assinatura de contrato à distância, sem a pessoa nunca ter entrado no estande de vendas. São reinvenções da Plaenge e do mercado como um todo. Quem entendeu esse momento e se adaptou sai fortalecido”, explica Daniel Turchetti, responsável pela construtora em Campinas.

A pandemia não adiou o projeto do casal Fernando e Caroline Cavalera – ele engenheiro e ela publicitária – que comprou um apartamento na planta no Vitra, primeiro empreendimento da Plaenge em Campinas, em um trâmite inteiramente online. Fernando conta que a família, que tem um bebê de quase 2 anos, buscava um imóvel no bairro Cambuí e que o apartamento no Vitra se encaixou exatamente com o planejamento pessoal. “Por conta do isolamento social, o deslocamento até o estande de vendas estava descartado por nós. Fizemos muitas pesquisas, tanto de modelo e tamanho, quando de idoneidade da construtora, e em uma semana assinamos o contrato virtualmente”, lembra.

Mais novidades

O apartamento do Fernando e da Caroline foi um dos últimos a serem comprados no Vitra, que levou apenas um ano para ter 100% dos apartamentos vendidos. Mas quem ficou de fora desse exemplar da maior construtora do Sul do País em Campinas, já pode ter seu próprio “porto seguro”. A Plaenge está lançando o TREND Home & Design, outra belíssima torre residencial no Cambuí que tem tudo e mais um pouco para encantar os pretendentes mais exigentes.

No endereço Rua Dr. Liraucio Gomes, 119, o TREND Home & Design, com 17 andares, mescla a tranquilidade da rua às facilidades que a região oferece.

Turchetti destaca a flexibilidade da planta do apartamento, que embora tenha o mesmo tamanho (89 m2), apresenta ao menos cinco layouts, que os compradores poderão escolher conforme as preferências da família. Outro diferencial é que todos os apartamentos serão entregues já com a varanda fechada. O TREND tem ainda duas penthouses, de 196 m² cada uma, que também exibem versões diferentes de planta.

O prédio promete se destacar na paisagem. Turchetti adianta que, além de uma grande quantidade de vidro, o projeto do TREND Home & Design possui porcelanato na fachada e uma iluminação em LED, proporcionando um design inconfundível para o bairro. “O visual do empreendimento será uma verdadeira gentileza urbana e vai valorizar ainda mais a região”, ressalta.

As garagens são um dos pontos fortes da torre e ocupam três pavimentos. São duas vagas por apartamento tipo e quatro vagas para as duas penthouses. Turchetti salienta que o projeto do estacionamento foi feito pela Garage Plan, empresa especializada. O piso terá a pintura em epóxi e iluminação em LED nas paredes. Além disso há infraestrutura para carregamento de carro elétrico para todos os apartamentos.

Como não poderia deixar de ser, o TREND Home & Design é repleto de itens tecnológicos e sustentáveis. Fechadura digital na porta de entrada, placas fotovoltaicas para gerar energia solar, Central de Delivery para recebimento de encomendas – inclusive refrigeradas – estão entre as inovações.

A área de lazer é completa e decorada com móveis de designers e artistas plásticos brasileiros. Todas as áreas comuns são climatizadas e completamente equipadas. À disposição dos moradores estão home office compartilhado; salão de festas com gourmet e terraço externo; academia com 133m2, com projeto feito por especialistas; brinquedoteca; playground, pet place, lounge externo e piscinas adulto com raia de 20 metros, infantil e prainha.

Quem quiser ter uma ideia do que é o projeto vislumbrando presencialmente a maquete e o decorado, pode visitar a central da Plaenge no endereço Rua Maria Monteiro, 652, Cambuí.

Com VGV de aproximadamente R$ 60 milhões, o novo empreendimento da Plaenge possui seguro de entrega e deve abrir em torno de 120 vagas diretas de emprego durante a obra. O projeto é da SHM, com interiores da Bohrer. A previsão de entrega dos apartamentos é 30 de setembro de 2023.

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Decoração Virtual ajuda a vender o imóvel com mais facilidade

O mercado imobiliário acelerou após a recessão econômica e muitos imóveis, novos ou usados estão sendo vendidos. Sabe-se que preparar uma casa que está em exposição é uma ferramenta de marketing que já é utilizada há décadas. E, uma demanda, que ficou comum, foi a de alugar móveis, obras de arte, plantas e decoração para ajudar os compradores a se imaginarem morando na casa.

Uma pesquisa da National Association of Realtors relata que 62% dos corretores de imóveis descobriram que casas encenadas ficam menos tempo disponíveis no mercado e aumentam o preço da venda, mas que a locação de móveis e objetos para decorar é cara e complicada, pois requer bom gosto e tempo para fazer do jeito certo.

Por isso, corretores de todo o mundo estão adotando a simulação virtual dos ambientes. É uma opção muito mais fácil e barata. Observando o mercado, Leonardo Bartz, fundador do marketplace de arquitetura e designers 3D, FullFreela, resolveu investir no ramo e criou o Decorado Virtual.

“Estudei bastante essa tendência e enxerguei que tem tudo para bombar no Brasil. Hoje, a maioria das pessoas está olhando fotos online e ter um ambiente decorado ajuda na visualização da casa que ela pode comprar”, afirma Bartz.

O empresário explica que ao fornecer uma imagem de uma sala vazia a um serviço de encenação virtual que aprimora digitalmente com um sofá da moda e obras de arte cuidadosamente colocadas, os agentes e proprietários evitam o incômodo de trazer um visual totalmente novo. “Se o corretor de imóveis fosse mobiliar o ambiente completo, alugando os móveis, ele gastaria no mínimo R﹩ 12 mil reais. O Decorado Virtual custa, a partir de R﹩ 349 o ambiente e a visualização é até melhor”, complementa.

Leonardo também aponta as inúmeras opções que os vendedores têm a disposição na hora de fazer a decoração virtual. “O corretor de imóveis pode fazer escolher o que ele quer, como, por exemplo, pintar as paredes, o chão, mudar as luminárias, colorir armários e muito mais”, explica.

A meta é automatizar grande parte do processo e gerar escala para portais de imóveis, corretores e imobiliárias. Ano que vem queremos entregar mais de mil imagens por mês, quando o processo de automação tiver sido concluído.

A pandemia foi um dos fatores que fez o empresário querer trazer esse modelo de negócio para o Brasil e ele acredita que os corretores de imóveis independentes, grandes empresas e até construtoras vão perceber que a Decoração Virtual é mais atraente no curto prazo e econômica no longo prazo.

“Ao contrário da encenação física, que pode levar semanas para ser concluída, a decoração virtual precisa de algumas horas, dependendo da complexidade do projeto. Então, é possível fazer mais cenários em menos tempo e, todos sabem que, no mercado imobiliário, tempo é dinheiro”, finaliza Bartz.

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