LafargeHolcim compra a Firestone Building Products

LafargeHolcim compra a Firestone Building Products

A LafargeHolcim anuncia a compra da Firestone Building Products (FSBP), líder em coberturas comerciais com tecnologias pioneiras em sistemas de refrigeração, isolamento, impermeabilização, verdes e solares. A aquisição é um marco para a companhia que busca se tornar líder global em soluções de construções inovadoras e sustentáveis. Sediada em Nashville, nos Estados Unidos, a FSBP vai continuar operando como uma empresa autônoma e manterá sua equipe de 1.900 funcionários na cidade onde atua. Com a aquisição, a LH adicionará 15 fábricas, 1.800 pontos de distribuição e três laboratórios de P&D à sua rede.

“Entramos no negócio de telhados, altamente atraente, estimado globalmente em US$ 50 bilhões. Juntos, entregaremos um crescimento acima do mercado, impulsionado por tecnologias e marcas inovadoras, bem como pela forte posição da Firestone Building Products no segmento de reparo e reforma que apresenta um alto crescimento, responsável pela maioria de suas vendas hoje. Nossa meta é ser líder global em sistemas de cobertura, com planos de expansão na Europa e América Latina”, informou Jan Jenisch, CEO da LafargeHolcim.

Com a operação, a LafargeHolcim também acelera o compromisso de construir um futuro net zero. Como os telhados são responsáveis por até 60% da perda de energia em edifícios, as tecnologias líderes da FSBP – refrigeração, isolamento, impermeabilização, sistemas de telhado verde e solar -, permitem uma vida mais sustentável. As soluções da empresa desempenham um papel fundamental na obtenção de certificações, por exemplo a LEED, complementando os produtos sustentáveis, como o concreto verde (ECOPact) e a espuma isolante Airium da LafargeHolcim.

A FSBP registrou vendas líquidas de US$ 1,8 bilhão e EBITDA de US$ 270 milhões em 2020. A operação está avaliada em US$ 3,4 bilhões, a ser financiada com caixa e dívida, mantendo a dívida líquida abaixo de 2x. Sinergias de US$ 110 milhões por ano são esperadas em uma base de taxa de execução dentro de dois anos após o fechamento do negócio, o que é esperado no segundo trimestre. A aquisição é o acúmulo de lucro por ação (EPS) desde o primeiro ano.

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