Maior desenvolvedora de instalações logísticas registra investimento recorde no Brasil

Maior desenvolvedora de instalações logísticas registra investimento recorde no Brasil

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Um dos mais estratégicos para o desenvolvimento econômico do país, o setor de logística segue crescendo em meio à crise. Um indicativo desse crescimento é o volume investido pelas maiores empresas do ramo. Em 2021 a GLP, empresa multinacional que lidera o mercado brasileiro de instalações logísticas, registrou o maior volume de investimentos desde o início de suas operações no país, em 2012. Ao todo, a empresa dedicou R$ 870 milhões ao desenvolvimento de novos parques logísticos no Brasil. O montante é 96% maior que os R$ 444 milhões investidos em 2020.

No balanço do ano passado a empresa registrou também um outro recorde: a área dos novos galpões entregues pela empresa ao longo de 2021 foi de 404 mil m², 36% maior do que o total registrado em 2020 – até então o maior volume de obras concluídas pela empresa em um único ano. A taxa de ocupação atual do portfólio estabilizado da empresa está em 97%.

Para Mauro Dias, presidente da GLP Brasil, os números ressaltam a resiliência do mercado de instalações logísticas no contexto nacional. “Seja em períodos de crise ou não, a eficiência logística é um grande desafio para as empresas que atuam no Brasil. A busca por oferecer entregas cada vez mais rápidas e, ao mesmo tempo, reduzir custos operacionais tem levado os grandes players do mercado brasileiro a investirem em instalações mais modernas, capazes de proporcionar tais ganhos”, comenta Dias. 

O executivo destaca ainda a importância do crescimento do mercado de e-commerce no Brasil, que impulsiona o setor de logística. Nos últimos seis anos, a representatividade das operações relacionadas às vendas pela internet no portfólio da GLP saltou de menos de 20% em 2016 para 62% em 2021. “Mesmo antes da pandemia, o e-commerce já figurava entre os setores que mais crescem no país. Para essas empresas, o custo e a eficiência do frete são determinantes para a decisão de compra e satisfação dos consumidores finais”, explica Mauro Dias.

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