Pandemia trouxe de volta a vontade de morar em casas

Pandemia trouxe de volta a vontade de morar em casas

Seed Incorp, construtora especializada em casas de alto padrão, surpreende com performance positiva no período. Meta de vendas prevista para o ano todo foi cumprida em seis meses


No primeiro semestre, o Brasil foi duramente impactado pela pandemia da Covid-19. Em poucas semanas, os hábitos dos brasileiros mudaram com o fechamento de espaços públicos, o home-office como forma de trabalho e a impossibilidade do convívio social a partir das determinações de isolamento. Apesar do impacto econômico gerado por essa realidade, um setor que se manteve estável e com os canteiros em pleno funcionamento foi o da construção civil, movido principalmente por uma nova necessidade percebida pelas pessoas durante este ano: a de morar em espaços maiores.

Segundo a Abrainc (Associação Brasileira de Incorporadoras Imobiliárias), entre os meses de abril a junho, o setor imobiliário avançou cerca de 9,7%. O resultado foi favorecido pela queda da taxa Selic, que atingiu 2%, sua menor porcentagem em toda a série histórica. Mas engana-se quem pensa que os compradores foram mais cautelosos durante a pandemia e investiram em imóveis mais baratos, como apartamentos menores. A busca por casas e condomínios horizontais voltaram à lista de desejos da maioria das pessoas que entenderam a importância de viver em um espaço maior, com conforto, segurança e bem-estar.

Nesse cenário, a Seed Incorp, construtora e incorporadora da cidade de São Paulo focada em condomínios horizontais de alto padrão, surpreendeu-se com o sucesso de vendas durante os meses de maio a julho. Até então, uma meta ousada de venda havia sido estabelecida para 2020: crescer cinco vezes mais. No entanto, com a chegada da pandemia as perspectivas ficaram difusas. “Tudo isso parecia estar fora de alcance, mas mesmo assim o objetivo anual foi atingido em seis meses”, diz Fernando Montenegro, CEO da empresa.

De acordo com Montenegro, o sucesso de vendas é consequência do sentimento das pessoas em relação ao momento: “Este período acelerou o desejo das pessoas de morar em um espaço maior, de ter uma casa que você pode pisar na grama, sair de um ambiente apertado. As casas são mais convidativas, têm o verde no quintal, espaço para as crianças brincarem e também é vantagem para quem gosta de pets. Muitas pessoas não querem mais um apartamento com condomínio para não poder usar churrasqueira e piscina, então é melhor ter uma casa onde tenha isso”, afirma.

Outra explicação para a rapidez das vendas pode ser a inovação da Seed e o fato de a empresa ser líder no segmento de condomínios horizontais de alto padrão na cidade de São Paulo. “Durante muitos anos, os apartamentos compactos estiveram na preferência de compra das pessoas. Mas sabemos que o mercado é cíclico e enxergamos uma oportunidade enquanto muitas construtoras focaram na pequena metragem. Enquanto isso, criamos o Casa Jardim, um ecossistema que liga segurança, privacidade, integração e espaço, preenchendo esse mercado. Somos pioneiros nesse modelo”, comenta o CEO.

A Seed ainda tem dois lançamentos previstos para esse ano, ambos na zona sul, no Alto da Boa Vista. Um deles já tem 70% dos produtos reservados, e o outro 56%, confirmando o sucesso das casas de alto padrão mesmo neste período conturbado.

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