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Por que o BIM se tornou tão valioso na era da Transformação Digital?

Por Marcus Granadeiro


A Transformação Digital pode ser resumida nas mudanças necessárias para que empresas nascidas em tempos pré-internet consigam se manter e competir no mundo atual. Bem além de implantar novas tecnologias, estas mudanças estão relacionadas à alteração do modo de pensar, também chamado de mindset. Para melhor compreender os cenários e desenvolver estratégias para a Transformação Digital, deve-se analisá-la dentro do espectro de seus cinco domínios: clientes, concorrência, dados, inovação e valor.

Não há dúvida que a mudança para a metodologia BIM (Building Information Modeling) é uma das estratégias da transformação digital para a engenharia e construção se transformarem e já não existe o dilema de ir ou não para o BIM, mas quando e como ir. Pensando em estratégia de negócio, cada caso é um caso, não há fórmula mágica, porém o caminho é analisar os domínios da transformação digital, entender os novos cenários e buscar o posicionamento e a lucratividade dentro de cada um deles.

Um dos pontos é a convergência do processo BIM com os demais processos, pois a sinergia e os ganhos aumentam muito com a digitalização e integração. Um processo de compras não automatizado, uma topografia tradicional e procedimentos de qualidade antigos criados na era pré-BIM além de não terem sinergia com o BIM podem se transformar em obstáculos. Assim, observamos nos melhores cases do mercado a convergência das implantações BIM com implantações de projetos em aplicativos para celular e tablets e com inovações em controle de qualidade e supervisão de obra por meio de equipamentos e tecnologias emergentes.

Neste novo cenário, o cliente deve fazer parte e estar integrado, muitas vezes a concorrência passa a ser aliada e parceira, os dados se transformaram em valioso ativo e inovar não é mais um luxo, é necessidade. No entanto, todas estas mudanças não alteraram um antigo conceito relacionado a valor, no qual se sabe que a corrente é tão forte quão seu mais fraco elo. Assim, a digitalização não pode ficar restrita ao modelo, pois desta forma grande parte do seu valor estaria sendo desperdiçado.

Digitalização de processos, continuidade do fluxo de informação ao longo da cadeia de valor, integrações e entrega de modelos e dados que gerem valor sob a visão do cliente são os pontos-chave para uma implantação BIM de sucesso. Implantações como essas nunca vão ser consideradas caras, mas serão vistas como o melhor investimento a ser feito.

Marcus Granadeiro, engenheiro civil formado pela Escola Politécnica da USP, presidente do Construtivo, empresa de tecnologia com DNA de engenharia e membro da ADN (Autodesk Development Network) e do RICS (Royal Institution of Chartered Surveyours).

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Inter reduz taxa do home equity e anuncia nova linha de crédito imobiliário atrelada à poupança

O Inter acaba de lançar novidades para quem pretende comprar o imóvel próprio ou precisa de recursos para tirar os planos do papel. A instituição agora tem a taxa com o melhor custo benefício do mercado para o empréstimo com garantia de imóvel – home equity – 0,59% ao mês, válido para imóveis quitados ou em financiamento. Já para o financiamento, o Inter oferece uma nova opção de linha de crédito imobiliário, com taxa de juros de 4% a.a., atrelada ao rendimento da poupança, mais taxa referencial.

“Apostamos na retomada do setor e estamos criando soluções para facilitar o acesso ao crédito imobiliário. Estamos lançando a nova taxa de Juros Poupança, onde os clientes terão acesso a parcelas mais baixas. E, além disso, temos a taxa home equity com o melhor custo benefício do mercado, com um processo de contratação e portabilidade digital, sem burocracia”, diz Marco Túlio Guimarães, diretor vice-presidente de produtos bancários do Inter.

O atendimento para crédito imobiliário no Inter é especializado e pensado para simplificar a vida dos clientes. Todo processo, da contratação à portabilidade – para quem quer trazer o contrato de outra instituição – é rápido, fácil e pode ser feito pelo aplicativo, na palma da mão. Os clientes ainda economizam nas parcelas mensais e tem o melhor custo-benefício para seu empréstimo ou financiamento. “Em 2020, mais de 2 mil clientes do Inter já reduziram as parcelas do financiamento imobiliário, gerando uma economia relevante no orçamento mensal”, ressalta Guimarães.

Confira os detalhes dos novos produtos:

Empréstimo com garantia de imóvel – Home Equity

• Taxa pré-fixada de 0,59% a.m.
• Tabela Price
• Empréstimos de até 50% do valor do imóvel (mínimo R$50 mil)
• Prazo máximo de 72 meses (6 anos) para essa taxa
• Para pessoas físicas ou jurídicas
• Imóveis novos ou usados, residenciais ou comerciais
• Imóveis ainda financiados ou já 100% quitados;
•Também é válido para a portabilidade (pessoa física)

Financiamento Imobiliário

• Taxa pré fixada de 4% a.a, com juros atrelado ao rendimento da poupança + TR
• Financiamento de até 70% do imóvel
• Disponível para novos financiamentos e para portabilidade de financiamentos
• Disponível no sistema SAC
• Disponível somente para imóveis residenciais (PF)
• Prazo mínimo de 1 ano e máximo de 30 anos
• Valor mínimo de R$ 50 mil

Vale ressaltar que continuam ativas no Inter as opções de financiamento com taxas de 5% a.a. + IPCA, para quem pretende quitar em um prazo menor e conta com um cenário de inflação controlada. E de 7,7% a.a. + TR, para quem quer pagar o contrato em 30 anos, com menor variação e mais previsibilidade.

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Yuca anuncia novos formatos de investimentos imobiliários com retorno de até 8.8% ao ano

Apostando na força do setor imobiliário, principalmente frente a um cenário de juros baixos, a Yuca, startup referência em coliving no Brasil, expande suas opções de investimento nesse setor. O Projeto Yuca Invest garante ao investidor um ativo rentável, seguro e sem a volatilidade financeira do mercado de capitais.

O novo investidor do Yuca Invest poderá ser sócio ou proprietário direto de um apartamento gerenciado pela Yuca – que aluga e opera como coliving – e conta com as vantagens de um imóvel totalmente reformado, rentável e sem as preocupações de um proprietário comum, que precisaria lidar com toda a gestão do ativo. O Yuca Invest oferece duas modalidades de captação: Buy to Rent (investimento direto) e via cotas de investimento (de Equity ou Dívida).

Com a curadoria de imóveis para renda, na modalidade Buy to Rent o investidor torna-se proprietário de um imóvel indicado pela Yuca, que cuida de todo o resto: reforma, gestão e operação, alugando no formato de co-living e rentabilizando o ativo. Os investimentos partem de R﹩ 400.000 e tem retorno mínimo garantido, podendo chegar a 8.8% a.a. considerando a ocupação total dos apartamentos.

Na modalidade de cotas, o investimento é feito formato de crowdfunding através de uma plataforma de investimentos terceira, com oportunidades de financiamento de expansão ou até novas aquisições. Por valores mais acessíveis, os retornos podem chegar a até 10.03% a.a. Neste formato, o investidor se torna sócio da SPE (Sociedade com Propósito Específico) criada pela Yuca para ser a proprietária dos imóveis que serão operados pela startup.

Um imóvel gerido pela Yuca é a garantia de um patrimônio rentável, seguro e sem as variações do mercado, ou as dores de cabeça com manutenção e relacionamento com os inquilinos. As diferentes iniciativas da Yuca são algumas das apostas da proptech para revolucionar o setor imobiliário do Brasil, garantindo ao investidor uma renda fixa acima daquelas aplicadas em bancos. “Por meio de nossa plataforma, os investidores podem fazer parte dessa transformação do mercado de imóveis e aproveitar retornos muito superiores ao investimento tradicional” conta Rafael Steinbruch, co-founder e Head de Real Estate da Yuca.

A Yuca surgiu para renovar o mercado imobiliário e traz em sua essência o conceito de living-as-a-service (LaaS), entregando praticidade, mobilidade e qualidade de vida unindo tecnologia e um design inovador. Os fundadores se inspiraram no modelo chinês de transformação urbana, que implementou o formato co-living em apartamentos antigos recuperados e espalhados em megacidades para atender a crescente demanda de jovens profissionais.

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Fix firma parceria com projeto social para expandir capacitação de mulheres na Construção Civil

A Fix, uma das startups mais promissoras de manutenção residencial, firmou parceria com a OSC Mulher em Construção para aumentar a inserção da mulher na Construção Civil. A ideia da parceria surgiu por meio da ação Fix Social, iniciativa criada pela startup para se aproximar de projetos sociais de capacitação de profissionais.

A empresa tem o intuito de expandir os trabalhos de capacitação da OSC, investir na formação das profissionais e, com isso, inserir mulheres no mercado e gerar mais oportunidades de emprego, com demandas de serviços disponíveis na plataforma da Fix. Segundo o Ministério do Trabalho e Emprego, estima-se que a absorção de mulheres na construção civil cresceu quase 50% nos últimos dez anos, e que mais de 200 mil mulheres já atuam na área no Brasil.

Com o objetivo de iniciar seus trabalhos em São Paulo, a OSC Mulher em Construção trabalha com a capacitação de mulheres na área de Construção Civil há 14 anos, visando resgatar os valores, direitos e a independência da mulher. Este projeto já atendeu mais de 5 mil mulheres de maneira direta com cursos e oficinas em diversas áreas da construção civil e agora busca parceiros corporativos para apoiar sua missão e, com isso, iniciar sua expansão para São Paulo

“Como uma mulher que atua na construção civil, essa iniciativa é extremamente importante para que haja mais igualdade para nós. O nosso propósito é de mais portas abertas, valorização das mulheres na profissão e oferecer melhores condições de trabalho, com capacitação e oportunidade”, afirma Thais Sterenberg, CMO da Fix.

Dia do Trabalhador da Construção Civil

No dia 26 de outubro é comemorado o Dia do Trabalhador da Construção Civil, homenageando todos os profissionais ligados diretamente e indiretamente a este ramo. O mês desta celebração foi escolhido em homenagem a São Judas Tadeu, padroeiro religioso da profissão.

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Franquia de multipropriedade pretende vender R$ 180 milhões em 2021

Apesar de o setor hoteleiro ter sido um dos mais prejudicados com o isolamento social, já existem sinais de recuperação. De acordo com dados do Sabre, empresa de tecnologia de viagens, agosto foi um mês bem positivo para as companhias aéreas, pois registrou redução de apenas 47%, em relação a quedas mais baixas, de 76% e 56% de maio a julho. Com uma recuperação na região latino-americana sendo liderada pelo México e Brasil, o setor vai se ajustando, de acordo com a situação da demanda.

No caso dos resorts espalhados pelo Brasil, os volumes atuais de reservas já superam 60% do período de pico pré-pandemia e é provável que, até o final do ano, as principais propriedades atinjam o limite máximo de ocupação permitida ao menos nos períodos de pico, como feriados e finais de semana.

Pensando em aproveitar esse mercado, a 2Share, rede de franquias de multipropriedades e serviços de férias , quer abrir 50 novas franquias até o final de 2021.

“Somos uma franquia de vendas de multipropriedade e de serviços de férias. Nosso objetivo é unir a experiência e serviços dos melhores hotéis e resorts do mundo a um imóvel próprio para as férias em família. Temos um portfólio de produtos com marcas premium e internacionais reconhecidas e desejadas e, além disso, um método de vendas pioneiro e inovador, sem concorrência direta e com um mercado em potencial que apresenta números surpreendentes a cada trimestre”, explica Ademar Brumatti Jr, Diretor-Presidente da 2Share.

A rede de franquias de multipropriedade e serviço de férias foi testada, implementada e consolidada em diversas regiões do país. Além disso, é um modelo de vendas online replicável e descomplicado e oferece um mix de produtos para diversos perfis. Outro ponto importante que precisa ser destacado é que é um modelo que não tem concorrência direta.

Modelo de negócio

O empresário que adquirir uma franquia 2Share tem que apresentar disponibilidade para o negócio, capacidade financeira para operação, habilidades comerciais e gerenciais, liderança e habilidade para lidar com pessoas. “O desafio diário do franqueado é promover, de forma satisfatória, produtos renomados e internacionais, além de inserir técnicas de vendas e aplicar o know-how da franqueadora. Assim, temos certeza do sucesso do negócio”, afirma Brumatti.

O modelo de negócio oferecido pela 2Share contempla lojas físicas, chamadas de Stand Alone, e também o formato home office, onde o franqueado terá autonomia, liberdade e inovação e pode trabalhar de qualquer lugar, pois a franqueadora oferece uma plataforma digital que permite explorar o potencial do mercado brasileiro e também realizar vendas online.

O investimento total para a aquisição do modelo home office é de R$ 30 mil e o franqueado vai ter o direito de uso da marca, transferência de know-how, treinamento para capacitação, auxílio para o lançamento, cessão de manuais operacionais, consultoria online, avaliação de desempenho e acesso à tecnologia da plataforma. A projeção do valor geral de vendas anual de uma franquia é de R$ 4 milhões e o prazo médio para o retorno do investimento é de 9 meses.

Já o empreendedor que escolher o modelo Stand Alone, vai ter uma loja moderna e atraente, com duas propostas de operações, para vendas diurnas e noturnas: enquanto a operação diurna tem uma estratégia de venda baseada em relacionamento e interatividade, a venda noturna é fundamentalmente concebida como um evento e com caráter receptivo. “O espaço é montado para atender os dois modelos, com especificidades distintas. O visual da loja traz exclusividade para um modelo que apresenta inovação e torna o processo de venda para o cliente uma verdadeira experiência”, complementa o Diretor-Presidente.

O investimento para ter uma loja Stand Alone é a partir de R$ 240 mil, com metragem mínima de 80 m² e a projeção do valor geral de vendas anuais de R$ 25.9 milhões, com prazo médio de retorno em 12 meses. O franqueado conta com suporte completo, onde tem a consultoria de campo. A 2Share ajuda o franqueado desde a validação do ponto comercial até o treinamento de gestão do empresário e de sua equipe.

Projeções

Um dos maiores objetivos da rede é desmistificar o mercado de multipropriedade no Brasil, ou seja, fazer com que as pessoas compreendam que as frações imobiliárias oferecem a segurança e estabilidade de um bem próprio, além de provar que, por meio do sistema de multipropriedade, é possível comprar um bem de luxo e pagar somente pelo que vai usar, tornando o valor atrativo.

A 2Share é uma empresa da VCI, incorporadora e desenvolvedora de produtos premium com marcas internacionais de hotelaria. Atualmente, são nove projetos em diferentes fases, sendo três em construção, dois em comercialização, Residence Club at the Hard Rock Hotel Fortaleza e Residence Club at the Hard Rock Hotel Ilha do Sol, e seis em desenvolvimento.

“Com os dois atuais empreendimentos que estão sendo comercializados, os franqueados da rede contam com mais de 17 mil frações para venderem. Além disso, a empresa conta com um pipeline com vários empreendimentos a serem lançados nos próximos anos, dentre eles, mais dois no ano de 2021”, explica Brumatti.

Atualmente, a 2Share conta com 10 franquias, nove no modelo home-office e uma loja Stand Alone, em Balneário Camboriú, que será inaugurada até o final de 2020. O fundador da rede planeja que, até o final de 2021, sejam mais de 50 franquias espalhadas pelo Brasil e projeta vender R$ 180 milhões.

“Sabemos que o mercado está aquecido e nossos produtos são diferenciados, somos a única marca que trabalha com marcas internacionais e premium. Temos um grande potencial e somos pioneiros na comercialização de multipropriedades de hotéis de luxo”, finaliza o Diretor-Presidente.

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Cenário favorável impulsiona oferta de crédito do setor imobiliário

O mercado imobiliário vive um grande momento em 2020. Apesar da pandemia da Covid-19, que afetou todos os segmentos de maneiras distintas, seu desempenho segue firme e a expectativa é que o Brasil está prestes a viver um novo boom imobiliário nos próximos anos. Na incorporadora SKR, a sensação compartilhada é de bons ventos chegando e prosperidade. Basta analisar o comportamento das vendas da empresa ao longo do período da pandemia: Antes, houve uma freada nas vendas, nos dois primeiros meses em que o coronavírus colocou todo mundo dentro de casa, e em algumas capitais, incluindo São Paulo, as medidas de distanciamento foram muito rígidas. Mas, logo em seguida, a partir de maio, houve uma retomada que foi acentuada nos meses de julho e agosto, mantendo-se aquecida até o momento. “Nós tínhamos uma expectativa de vendas de 50% das unidades em 2020 em um empreendimento lançado na Vila Ipojuca. Atingimos 72% em setembro, o que representa um aumento de 44% da nossa estimativa, o que nos incentiva a investir ainda mais em comunicação para vendas”, comenta Pedro Marolla, CFO da SKR.


Para o CFO, no início da pandemia o segmento de médio e alto padrão sentiu mais fortemente o impacto do isolamento pois os consumidores entenderam que aquele não era o momento para fazer a aquisição no novo imóvel. “Porém, com os primeiros sinais de retomada econômica, as vendas começaram a retornar aos patamares anteriores”, avalia.


Cenário favorável
Alguns fatores estão contribuindo para o bom momento do setor imobiliário, como a grande oferta de crédito com prazos longos e taxas de juros em baixa histórica. “A taxa de juros hoje está abaixo da inflação, o que abre espaço para muita gente comprar um apartamento e, também realizar o sonho de ir para espaços maiores”, enfatiza Marolla. Com taxa Selic em baixa, os imóveis são uma opção de investimento. “O cliente que mantinha seus recursos aplicados em fundos de investimentos ou em ações pode voltar a realocá-los em imóveis, pois hoje representam uma aplicação segura e devem sofrer uma alta de preço nos próximos anos”, analisa.


A pandemia fez com que os consumidores repensassem o estilo de morar. “Com as pessoas ficando em casa por muito tempo, elas adquiriram novos hábitos, reavaliaram suas prioridades e estão buscando espaços maiores para poder trabalhar dentro de casa, por conta do incentivo das empresas ao home office, e viver melhor”, aponta o CFO. Isso, inclusive, deve direcionar o perfil dos novos lançamentos. “As pessoas tendem também a valorizar cada vez mais as áreas comuns e a infraestrutura que os condomínios vão oferecer”, prevê.



Previsão
Com esse sentimento de otimismo em relação ao desempenho do mercado imobiliário, a SKR acredita que deve concluir o ano de 2020 com um montante de R$ 100 milhões em vendas, ligeiramente abaixo da meta esperada. Porém, na visão de Pedro, é um resultado positivo diante da perda de vendas dos dois primeiros meses de pandemia e por conta da decisão estratégica de adiar alguns lançamentos para 2021. “Pretendemos começar o próximo ano colocando esses dois lançamentos no mercado e, em seguida, trazendo mais quatro, sempre em regiões já consolidadas da capital como Perdizes, Vila Madalena, Campo Belo, Vila Clementino, Moema. Acreditamos que 2021 teremos um crescimento expressivo, tanto que estimo que alcançaremos um VGV em lançamentos entre R$ 700 milhões a R$ 1 bilhão. Seguimos confiantes”, conclui.

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QuintoAndar anuncia João Chueiri como novo CMO

O QuintoAndar, plataforma imobiliária digital com mais de R$ 30 bilhões de ativos sob gestão, anuncia João Chueiri como Chief Marketing Officer (CMO). Chueiri será responsável por comandar as estruturas de branding & content, performance, insights, comms & PR e product marketing.

Com ampla experiência em marcas globais, nos últimos seis anos João atuou como vice-presidente sênior de marketing na AB-Inbev. Foi diretor de marketing da Nike durante a Copa do Mundo de 2014 e as Olimpíadas do Rio de Janeiro em 2016. Antes, trabalhou em algumas das principais agências de publicidade do país, como F/Nazca Saatchi & Saatchi e J. Walter Thompson.

“Tenho total convicção no poder das marcas e que um negócio só é sustentável se resolver um problema real da vida das pessoas. O QuintoAndar fez exatamente isso ao reinventar, sem drama e para melhor, a forma como as pessoas alugam, compram e vende casas”, diz João Chueiri, CMO do QuintoAndar. “Participar da evolução dessa marca e contribuir com minha experiência num time de gente talentosa, inovadora e com muita visão, é uma oportunidade rara de ajudar a efetivamente a reinventar uma indústria, criar uma marca relevante e duradoura e causar impacto positivo na vida das pessoas.”

A chegada de Chueri está em linha com a estratégia do QuintoAndar, que vem buscando talentos de nível global para continuar acelerando o ritmo de introdução de produtos e serviços que beneficiem clientes e o mercado imobiliário brasileiro.

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Mais de 12 milhões de famílias pretendem adquirir um imóvel nos próximos 24 meses, aponta estudo realizado pela Datastore

O Datastore Series de setembro mostra que, mês após mês, o mercado imobiliário dá sinais de recuperação, mesmo em meio à crise gerada pela pandemia do novo coronavírus. Segundo o estudo, realizado pela Datastore, em setembro, 12.080.575 famílias declararam interesse em adquirir imóveis nos próximos 24 meses. Isso equivale a 23,9% do grupo que participou do estudo, índice próximo ao da pré-pandemia que apontava, no primeiro trimestre do ano, intenção de compra de imóvel por 25% das famílias brasileiras.

“Continuamos subindo, estamos com 12,1 milhões de famílias, praticamente o mesmo patamar de 15 de março. Todavia são grupos diferentes, a maioria destes compradores são novos, ou seja, chegaram durante a pandemia”, explica Marcus Araujo, CEO e fundador da Datastore.

Ainda mais animadores são os índices que mostram as intenções de compras de imóveis para os próximos 12 meses, um sub extrato dos compradores dos próximos 24 meses, que demonstra que não há “boom” imobiliário, uma vez que quem está comprando são as pessoas que já estavam no funil de compras de 24 meses, apenas decidindo comprar mais rápido e de forma mais consciente. “O percentual de compradores ávidos (12 meses) subiu para 53% e a última vez que isso ocorreu foi em 2011. O último trimestre de 2020 pode ser imbatível para o setor imobiliário”, completa Araujo.

Esse cenário é bastante promissor e essa ascendência deve continuar nos próximos meses, já que o mercado imobiliário brasileiro vem mostrando o seu vigor, por meio da redução da taxa Selic, e com novos compradores e investidores chegaram ao mercado, impulsionando a retomada, corroborada por incorporadores e imobiliárias. “A série histórica mostra, claramente, que o pior já passou, mas também aponta que somente a redução da taxa Selic não será decisiva e, sim, a retomada da economia e a geração de novos empregos com a pandemia sob controle, algo que já ocorre na maioria dos estados brasileiros, com a queda dos números de casos e óbitos na média móvel”, finaliza o CEO da Datastore.

Datastore Series

A Datastore Series é uma análise completa e gratuita sobre os dados do mercado imobiliário com projeções e análises mensais feitas pela Datastore e Marcus Araujo sobre a movimentação do setor. A análise pode ser feita por abrangência nacional, regional, mensal trimestral, quadrimestral e pode, inclusive, indicar os próximos passos do mercado imobiliário em geral. A Series é consistente e traz dados coletados com abrangência nacional desde 2007.

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Imobiliária Digital: Grupo Wichman cria rede de franquias voltada para o mercado imobiliário

A crise econômica e trabalhista gerada como consequência da pandemia do novo coronavírus, pode aumentar o número de desempregados no mundo em quase 25 milhões, segundo dados da Organização Internacional do Trabalho (OIT). Para driblar esse problema e ajudar os mais de 389 mil corretores de imóveis que atuam no Brasil, os empresários e sócios Marluz Felipe Wichmann e Alberto Schaffer criaram a BIMOB Leads, rede de franquia home-office.

BIMOB Leads é uma plataforma digital, focada na inovação e novas tecnologias da área imobiliária, que atua por meio de franquias conectadas em rede. “Criamos a BIMOB Leads para desburocratizar o processo de compra, venda e aluguel de imóveis e tornar possível que corretores de diversos locais do Brasil consigam trabalhar independente do local em que se encontram”, afirma Wichmann.

Com investimento inicial a partir de R﹩ 4.997,00, o corretor pode oferecer aos seus clientes compra, venda e aluguel de mais de 10 mil imóveis em todo o Brasil. Além disso, ele também terá ganhos com venda compartilhada. “Se um corretor for de São Paulo e tiver um cliente com interesse em alugar ou comprar um imóvel no Rio Grande do Sul, ele pode indicar um corretor da cidade e dividir a comissão”, explica o sócio Alberto Schaffer.

O corretor terá ainda uma plataforma com uma rede de parceiros de diversos produtos e serviços extras, como, por exemplo, créditos e financiamentos imobiliários, vistorias, manutenções, seguros imobiliários, consórcios, imóveis, arquitetos, fretes para mudanças, pintura, eletricistas entre outros, além de descontos em diversos serviços. O principal objetivo é permitir que ele consiga arrecadar uma renda extra, além da venda ou aluguel dos imóveis.

“O grande diferencial da BIMOB Leads para as concorrentes é que vamos oferecer ao corretor todo o trabalho de marketing, trazendo assim mais leads, potencial investidores. Isso fará com que ele foque apenas no atendimento e na finalização do negócio junto a plataforma”, explica Wichman.

A BIMOB Leads tem sede em Itapema, Santa Catarina. A cidade ocupa o primeiro lugar no ranking de imóveis com maior valorização na região. A informação é do Anuário do Cenário Imobiliário em 2018, que acaba de ser concluído pelo Sindicato da Habitação (Secovi).

Além disso, ela faz parte do Grupo Wichman, especialista no mercado de franquias, que conta com mais de 30 anos de experiência, 400 franquias vendidas e 100 mil clientes atendidos em todo o Brasil.

Por que investir em uma franquia imobiliária Digital?

O mercado imobiliário vem sendo um dos maiores destaques da economia brasileira. Segundo uma pesquisa do Secovi-SP, em agosto de 2020 foram comercializadas mais de 6 mil unidades residenciais novas apenas em São Paulo, com um valor geral de vendas de R﹩ 2,49 bilhões.

O nicho é uma excelente oportunidade para quem quer entrar no mercado imobiliário, mas não sabe nem por onde começar, e também para quem já atua no setor, mas busca um modelo de gestão mais eficiente e uma marca sólida para impulsionar seus negócios.

Muitas franquias do ramo de serviços – especialmente as de menor investimento – funcionam no sistema home-based, ou seja, são administradas de casa. A BIMOB Leads é a primeira franquia imobiliária online do Brasil. Ao optar pela franquia imobiliária, você vai ter uma rotina de empresário, com um escritório próprio e equipe completa.

Além do custo operacional ser baixo, as margens de lucro são altas. Apesar de um imóvel ter um ciclo de venda mais longo que qualquer produto do varejo, a BIMOB Leads simplifica todo o processo e oferece os melhores valores absolutos no mercado. Então, por exemplo, um apartamento com um dormitório chega a custar mais de 400 mil reais em São Paulo. Tomando como base o padrão de mercado (6%), em apenas uma venda, a comissão é de 24 mil reais, ou seja, uma única venda representa 380% de lucro com base no investimento inicial da franquia.

Além de todas as vantagens apontadas acima, o franqueado da BIMOB Leads conta com benefícios exclusivos, como, por exemplo, ter acesso a um banco de dados com milhares de imóveis captados por toda a rede de franqueados. Outro ponto positivo é que ele recebe todo o suporte e capacitação para vender com mais eficiência, incluindo treinamentos e um sistema completo de gestão que permite acompanhar os resultados em detalhes.

“Conforme o número de franqueados for aumentando, temos a projeção de cadastrar mais de 200 mil imóveis dentro da plataforma e se tornar uma das maiores redes de imóveis do país”, finaliza Wichman.

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Litoral catarinense: infraestrutura, belezas naturais e liquidez atraem investidores

Com um alto índice de desenvolvimento urbano, qualidade de vida e belezas naturais que enchem os olhos, o litoral catarinense atrai investidores de todas as partes do mundo. São profissionais do mercado financeiro, empresários do agronegócio, empreendedores e executivos de grandes empresas que procuram oportunidades de negócios, um segundo imóvel ou um lugar tranquilo para morar com a família.

“Nosso litoral é muito bem estruturado e com limitação de terrenos. Por isso, quem acumula recursos investe aqui, pois sabe que estará menos exposto ao risco e, num momento de crise, terá liquidez”, diz o empresário Thiago Cabral, CEO da EMBRALOT e da ABC Empreendimentos. Há dez anos, a empresa de Cabral está à frente de projetos em Itapema, Balneário Camboriú, Camboriú, Itajaí, Navegantes, Florianópolis e Porto Belo, todas cidades do litoral catarinense e com o mercado imobiliário aquecido. Em 2019, o grupo faturou R$ 120 milhões e em 2020, com pandemia e tudo, vai crescer 20%. Para 2021, já projeta erguer dois bairros planejados. “Nossa meta é abrir 22 mil novas unidades nos próximos cinco anos”, anuncia.

No mercado imobiliário, aliás, os bairros planejados são uma tendência, que ganhou ainda mais força com a pandemia. A própria EMBRALOT criou o primeiro e único projeto de bairro planejado junto a Balneário Camboriú – o Colinas de Camboriú Village. O empreendimento tem 900 mil metros quadrados distribuídos em setores e fica às margens da BR-101, cercado por uma grande área verde. Fica também junto à badalada Balneário Camboriú, mas afastado do trânsito e do agito da cidade.Com previsão de entrega para setembro de 2021, o Colinas de Camboriú Village tem compradores de Dubai, Estados Unidos, Suíça, Peru e Colômbia, além de brasileiros vindos principalmente do Sul, Sudeste e Centro Oeste.

“Os bairros planejados são uma tendência de moradia em todo o mundo. As pessoas descobriram que a casa da gente não é um lugar para dormir, mas para viver. Querem brincar mais, passar mais tempo com a família, criar os filhos de forma mais saudável, ir a pé para escola e trabalho, fazer compras e praticar esportes sem os transtornos dos grandes centros urbanos”, diz Thiago Cabral.

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