Vendas de casas em condomínios fechados superam o volume de lançamentos, em Goiânia

Vendas de casas em condomínios fechados superam o volume de lançamentos, em Goiânia

Números comprovam o que busca por residências em condomínios fechados disparou após a pandemia

Após um longo tempo de reclusão, durante a pandemia da Covid-19, a percepção do que é importante na hora de escolher uma moradia mudou. O desejo por espaços mais amplos, com mais áreas externas e que possam atender às diversas necessidades dos seus moradores, do lazer ao home office, foi intensificado. Entre as opções, os condomínios horizontais se destacaram e os números comprovam o que os especialistas já vinham percebendo no dia a dia. 

A última pesquisa divulgada pelo Sindicato das imobiliárias e condomínios do Estado de Goiás (Secovi-GO), realizada pela Brain Inteligência Imobiliária (Brain), apontou em quem 2020 e 2021 [os dados vão até setembro). O número das vendas de casas em condomínios horizontais foi maior do que o número de lançamentos dessa tipologia. Foram 2065 casas e sobrados vendidos e apenas 1902 lançados no período. O estoque de casas no período apresentou queda de 31,94% ( de 504 para 343 unidades).

“Com a necessidade de ficar mais tempo dentro do lar, houve uma reavaliação do espaço e da usabilidade das residências. Esse foi o grande catalisador para grande parcela das vendas de imóveis e do aumento expressivo na procura por móveis planejados, por exemplo, nos últimos dois anos”, reforça Guilherme Werner, sócio-consultor da Brain.

“A gente percebe a boa aceitação por se viver em condomínios fechados, em razão da segurança e da qualidade de vida. Conjugando isso com a possibilidade de se trabalhar em  home office, as vendas explodiram”, comenta o presidente do Secovi, Antônio Carlos da Costa.

Na perspectiva do Secovi-GO, esse mercado deverá permanecer aquecido, com novos lançamentos. Um deles será o Condomínio Alto da Boa Vista (ABV), na região noroeste de Goiânia, terá o lançamento de sua última etapa, com 32 sobrados de 126 metros quadrados, com três quartos, sendo uma suíte, garagem para quatro veículos (com duas vagas cobertas) e quintal privativo, no final de julho. As novas unidades irão encerrar a expansão do residencial, já habitado por outras 250 famílias. 

O nome Alto da Boa Vista se deve a sua localização privilegiada, na Avenida Perimetral Norte, no setor Vila João Vaz, de onde é possível ter uma visão ampla e bela da capital goiana. Na parte externa do residencial fica o fundo do Parque Macambira-Anicuns, formando assim um cinturão verde ao seu redor. 

A área verde privativa do local atrai aves de diversas espécies e abafa os ruídos da cidade, além de contribuir com a temperatura, sendo ainda um pulmão verde para seus moradores. Ao seu redor, foi montada uma pista de cooper de 1,4 km, além de ser equipado com equipamentos para exercícios. O residencial também possui duas portarias e conta ainda com sauna seca, salão de jogos, bar, academia, quadra society, quadra de tênis e poliesportiva. 

Sustentabilidade
Entre os diferenciais do Alto da Boa Vista estão o sistema de subterrâneo dos cabos de energia elétrica e de telefonia instalados no residencial, para uma maior organização e menos poluição visual. Os sobrados são entregues com sistema para aquecimento solar da água do chuveiro, considerado um dos vilões da conta de energia, o qual representa em média de 25% a 35% no valor da conta mensal. 

“As placas coletoras, que ficam no telhado, captam a energia solar e aquecem o boiler, que por sua vez faz o aquecimento da água que é encaminhada para o chuveiro, o qual possui dois registros de abertura, quente e frio”, explica o engenheiro civil responsável pela construção da terceira etapa do condomínio, Murilo Guimarães Melo.

Outro ponto sustentável do Alto da Boa Vista é que a água da chuva é captada por ralos e vai para um poço de infiltração, que a libera gradativamente no lençol freático, evitando pontos de alagamento e contribuindo para o abastecimento subterrâneo do líquido no solo.

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